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Em outras palavras: À procura da felicidade

A coluna Em outras palavras está de volta, dessa vez com o nosso convidado Felipe, que já fez algumas resenhas conosco. Dessa vez ele fala do livro À procura da felicidade, editado pela Novo Conceito, que ficou famoso pela adaptação para a telona com o Will Smith. Vamos lá saber o que ele achou do livro?

O livro À Procura da Felicidade inspirou o filme homônimo protagonizado por Will Smith (indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro de 2007).
A obra, que figurou no ano passado em várias listas americanas de best-sellers, conta a história de um homem obstinado em alcançar o sucesso em todos os aspectos da vida, mesmo tendo de lidar com traumas de uma infância dura, passando por uma juventude conturbada e várias dificuldades na vida adulta.
O personagem principal é o empresário Chris Gardner, nascido em um bairro periférico de Milwaukee (Wisconsin, Estados Unidos) e de família pobre e desestruturada. Hoje, dono de uma fortuna de 600 milhões de dólares e pai de uma “família feliz”, ele conta que escreveu o livro para mostrar que a vontade e a dedicação pessoal superam quaisquer adversidades. “Meu sucesso é a prova de que, mesmo vindo de baixo, você pode alcançar todos os objetivos que traçar”, conta. “O livro é uma inspiração para ajudar outros que têm ou tiveram o mesmo tipo de origem e família que eu tive.”
Em texto informal e descontraído, a história oscila entre doces lembranças e momentos trágicos, mostrando um Chris “sonhador” em meio à violência de um padrasto alcoólatra, a discriminação racial, a adolescência durante a Revolução Sexual dos anos 70, o flerte com as drogas e o crime – aspectos que o filme não abordou.
Com o casamento, as dificuldades para conseguir um bom emprego e manter um bom padrão de vida para a esposa e o filho passaram a ser as maiores preocupações. Até tomar a decisão que mudaria sua vida: trabalhar na Bolsa de Valores, mesmo sem a formação educacional adequada. Começava assim sua batalha final “à procura da felicidade”. Fonte

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A Cuca Recomenda em outras palavras: Morgan, o único

Por que esse título enorme para o post, vocês se perguntam? Bem, é porque a Cuca hoje veio acompanhada do marido dela para falar de mais um livro brasileiríssimo. O quê?! Como assim a Cuca tem marido? Mas é claro que tem, a Cuca é quase um símbolo sexual, ela deixa os homens (e os jacarés) caidinhos por ela em qualquer lugar por onde passa. (Olha só como eu sou linda!) Então hoje é dia de A Cuca Recomenda, mas também de Em outras palavras. Comentários da Cuca em verde (claro!) e do Felipe em azul.

“‘Não! Eu não pedi para que isto acontecesse. Mesmo assim despertei donde jamais poderia ter despertado. Foi um sono intranquilo, e o despertar mais tenebroso que uma pobre alma poderia ter. Não era mais o mesmo, mas estava ali, nem vivo, nem morto… Simplesmente estava ali, desperto!’ Morgan, um homem de vida simples morre num trágico acidente dirigindo um infame Fusca Abacate. Mas tudo piora quando ele desperta exatos sete dias após sua morte. Então ele emerge da sepultura, transformado numa criatura horrenda e cheia de conflitos. Um agouro da coruja que testemunhou seu despertar prenunciou dias sombrios para Morgan e sua terra. Naquela noite um zumbi nasceu para o mundo. Nem morto, nem vivo, em uma nova e inesperada situação. Sem saber o que fazer, ou o quem era Morgan ressurgiu único com seus vermes para um novo mundo. Um mundo intolerante ao diferente. Um mundo com medo de mortos que teimam em não morrer, um mundo em que zumbis não podem amar! Não podem existir! Você já ouviu muitas histórias dos homens sobre mortos-vivos, é chegada á vez e ouvir a versão de um zumbi. Conheça Morgan: o único.” Fonte

Não era mais o mesmo, mas estava ali, nem vivo, nem morto… Simplesmente estava ali, desperto!




Especial Harry Potter: Wizard Rock

Oi pessoal! Voltamos nessa Semana Especial Harry Potter com outro post muito especial, dessa vez sobre Wizard Rock. O post é da Melissa, do Livros de Fantasia!

Mais um post do Especial Harry Potter. Uma iniciativa do Por Essas Páginas com apoio do Livros de Fantasia.

O fandom de Harry Potter sempre foi uma comunidade extremamente criativa. Fanfics enormes escritas por gente que se dedicava horas a criar uma boa história com seus personagens favoritos. Fanarts com desenhos maravilhosos de estilos que iam de mangá a aquarela. Vídeos que iam desde montagens com cenas dos filmes até filmagens de bonecos. Mas em 2002, o fandom de Harry Potter foi varrido por uma outra arte: a música.

O Wizard Rock (ou Wrock) surgiu nos Estados Unidos com Harry and the Potters (há controvérsias e inclusive músicas que surgiram antes, mas é certo que o movimento Wrock começou mesmo com eles). A ideia por trás era bastante simples: fazer músicas com os personagens da série. Continue lendo…




Outras páginas em outras palavras: Prism

Olá meu povo! Hoje novamente duas colunas nossas se encontram. O Felipe, nosso convidado de hoje, que já resenhou Rurouni Kenshi por aqui, veio novamente falar um pouquinho de mangás. ‘Bora conferir a opinião dele sobre Prism?

prism1“Fixada nas lembranças de um garoto chamado Hikaru com quem passou seu último dia na escola, Megu passa pelo ensino médio sem nenhum romance. Agora que virou uma colegial, decidiu ter superado seu primeiro amor e olhar para o futuro. Mas no primeiro dia de aula, Megu conhece uma garota linda que lhe da um grande abraço e seu nome é Hikaru?!”

Prism é um manga romântico que conta a história de Megu, uma garota fixada na lembrança de um amigo de infância, e Hikaru, o alvo das afeições de Megu. No primeiro dia de escola, Megu conhece uma garota que se chama Hikaru a qual revela ser o “amigo” do qual ela tanto gosta.

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Em outras palavras: 1984

A coluna Em outras palavras de hoje volta com a resenha da Nivia Fernandes. Ela já foi parte da nossa equipe aqui no blog, porém precisou se afastar, mas hoje retorna com uma resenha especial para a nossa coluna de convidados. Aqui o espaço é aberto para quem quiser resenhar seus livros favoritos! Quem estiver interessado deve apenas mandar um e-mail para a gente via contato@poressaspaginas.com. Aproveitem a resenha da Nivia!

Olá, pessoal! Já estive no blog antes, mas devido a ler pouco na faculdade, acabei indo embora. Mas o carinho pelo PEP e as amigas maravilhosas que tenho aqui é eterno, então voltei aqui para fazer uma ronda especial! As resenhas daqui são referências de leitura para mim, sem dúvida alguma. Mas de qualquer forma, vim deleitá-los com um clássico, tratem de assoprar a estante aí que lá vem mofo! Um bem especial que vai deixá-los espirrando de nervoso.

“‘1984’ não é apenas mais um livro sobre política, mas uma metáfora do mundo que estamos inexoravelmente construindo. Invasão de privacidade, avanços tecnológicos que propiciam o controle total dos indivíduos, destruição ou manipulação da memória histórica dos povos e guerras para assegurar a paz já fazem parte da realidade. Se essa realidade caminhar para o cenário antevisto em 1984 , o indivíduo não terá qualquer defesa. Aí reside a importância de se ler Orwell, porque seus escritos são capazes de alertar as gerações presentes e futuras do perigo que correm e de mobilizá-las pela humanização do mundo.

Falo de praticamente da adenina do DNA de todo conteúdo distópico que existe… A obra “1984”, de George Orwell. Já fiz resenha sobre “Fahrenheit 451”, do falecido há pouco tempo Ray Bradbury, mas confesso que “1984” é mil vezes mais perturbador. E é fascinante. Se você parar e entender que Orwell (pseudônimo Eric Arthur Blair) escreveu esse livro em 1949… Vai ficar mais assustado ainda.

“Quem controla o passado, controla o futuro; quem controla o presente controla o passado.”

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