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Resenha: Procura-se um Marido

Eu adquiri Procura-se um Marido como encomenda que fiz pela Lany na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Pois é, o livro chegou e ele acabou indo para a minha pilha de livros infindável!

Mas aí aproveitei duas coisas: Uma foi o Desafio realmente Desafiante 2014, promovido pela Clícia do blog Silêncio que eu to lendo. O item é o item 11. Ler um livro nacional. Outra foi a Maratona Brasuca, promovida pelo Por essas Páginas + blogs amigos.

Bem, não consegui atingir minha meta na Maratona, mas ela me incentivou a tirar esse livro da pilha e me ajudar na minha meta de leitura anual e com o desafio. O que eu achei do livro vocês vão ler agora.

Procura-se um maridoSinopse: Alicia sabe curtir a vida. Já viajou o mundo, é inconsequente, adora uma balada e é louca pelo avô, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável e sua única família. Após a morte do avô, ela vê sua vida ruir com a abertura do testamento. Vô Narciso a excluiu da herança, alegando que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império – a não ser, é claro, que esteja devidamente casada. Alicia se recusa a casar, está muito bem solteira e assim pretende permanecer. Então, decide burlar o testamento com um plano maluco e audacioso, colocando um anúncio no jornal em busca de um marido de aluguel. Diversos candidatos respondem ao anúncio, mas apenas um deles será capaz de fazer o coração de Alicia bater mais rápido, transformando sua vida de maneiras que ela jamais imaginou. Cheio de humor, aventura, paixão e emoções intensas, Procura-se um marido vai fisgar você até a última linha. Fonte

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Viagem Literária: Casa de Ernest Hemingway

Logo que fiquei sabendo que passaria uma semana em Key West (Flórida) a trabalho, comecei a pesquisar sobre a pequena ilha a 3 horas de Miami. Foi durante essa pesquisa inicial que descobri que aqui foi a residência de Ernest Hemingway por quase uma década, e que sua casa foi transformada em um museu. Eu ainda não li nada de Hemingway, embora venha desejando Adeus às Armas há muito tempo. Mas de tanto ouvir a Michele falar sobre ele (que fez uma aparição até mesmo no Autor de Cabeceira pertencente à F. Scott Fitzgerald) e claro, porque eu não poderia perder a oportunidade de ver o lugar onde ele viveu e escreveu, assim que tive um tempinho livre, fui fazer uma visita.

All good books have one thing in common – they are truer than if they had really happened




Meu autor de cabeceira: F. Scott Fitzgerald

 

“A generation grown up to find all gods dead, all wars fought, all faiths in man shaken.”

 

Minha história com Francis Scott Fitzgerald vem de longa data, assim como com toda a chamada “Geração Perdida”.

Eu vivi minha adolescência nos anos noventa, numa época em que a internet não era algo comum na maioria das casas. As pessoas começaram a ter internet  em casa na segunda metade  dos anos 90. TV a cabo também era algo raríssimo. E a TV aberta sempre foi uma porcaria. Resumo da ópera: eu lia muito.

E todo mundo chega um dia aos complicados 13 anos, onde você ainda não é adulto, mas quer ser adulto. Você pensa que é adulto. E quer agir como tal. Foi nessa idade que eu encontrei a Geração Perdida.

 

Sometimes it is harder to deprive oneself of a pain than of a pleasure

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