Resenha Especial: Harry Potter e o Enigma do Príncipe
E hoje é quarta-feira… Mais uma vez, estamos aqui para falar de uma série que vai ser eternamente a nossa queridinha: Harry Potter! Para quem ainda não leu as outras resenhas, é só clicar aqui e acompanhar a nossa viagem junto com o “Menino que sobreviveu”! Depois de tantas resenhas lindas, eu fiquei com a responsabilidade de falar sobre “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, um dos livros favoritos de muitas pessoas!
“Harry, que acabou de completar 16 anos, parte rumo ao sexto ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, animado e, ao mesmo tempo, apreensivo com a perspectiva de ter aulas particulares com o professor Dumbledore, o diretor da escola e o bruxo mais respeitado em toda comunidade mágica. Harry, longe de ser aquele menino magricela que vivia no quarto debaixo da escada na casa dos tios trouxas, é um dos principais nomes entre aqueles que lutam contra Voldemort, e se vê cada vez mais isolado à medida em que os rumores de que ele é O Eleito, o único capaz de derrotar o Lorde das Trevas, se espalham pelo mundo bruxo”.


“Diferente da maioria dos estudantes, Harry Potter jamais consegue se divertir nas férias de verão. Este ano, no entanto, tudo está muito pior do que de costume. Os Dursleys, naturalmente, estão tornando sua vida um calvário e, mesmo seus melhores amigos, Rony e Hermione, parecem ter esquecido dele. Harry não aguenta mais. Está começando a achar que precisa fazer alguma coisa - qualquer coisa - para mudar essa situação quando as férias chegam ao fim de maneira muito dramática.

“Doutor Barnes, um famoso neurocirurgião, começa a desenvolver na Universidade onde trabalha uma pesquisa científica tentando transformar os dados do cérebro em arquivos de dados, codificando-os de modo que possam ser copiados. Com o avanço da pesquisa, acaba conseguindo copiar para o computador todos os dados de memória que formam o ser humano, como suas experiências, suas emoções, suas recordações, enfim, sua vida. Deslumbrado com a descoberta, começa a perceber que estes arquivos possuem uma estrutura totalmente diferente e uma sinfonia divina, e começa a ficar obcecado pela ideia de que seja possível copiar cérebros de um paciente para outro. Ao contrário do que deveria ocorrer, Barnes, cada vez mais, esconde suas pesquisas, pois seu objetivo passa a ser implantar seu próprio cérebro em outro paciente, mais jovem e sadio, pois está acometido de uma séria doença. Busca, desta forma, alcançar a tão almejada eternidade. Para isto, não mede as consequências de seus atos, que passam a ser justificados pela ambição que lhe domina. Conseguirá Barnes o seu intento?” 









