Arquivo para a categoria ‘ Fantasia & Ficção Científica ’


Resenha: O Gigante Enterrado

Imaginei que O Gigante Enterrado não seria uma leitura fácil para mim: ele tinha toda a cara de um livro que sairia da minha zona de conforto, e realmente sai. Alta fantasia, com muita descrição e escrita poética: tudo isso pode ser lindo, mas não é exatamente minha praia. Além disso, dos livros de autores japoneses, venho de uma decepção literária/um livro que quase estou abandonando, que é Battle Royale (longa história). Mesmo assim, não resisti e quis ler O Gigante Enterrado: a trama me instigou e a edição da Companhia das Letras é simplesmente primorosa. Ainda bem que insisti: o livro é nada menos que belíssimo, uma história de amor emocionante sobre a importância das memórias, mesmo as mais dolorosas.

gigante“Uma terra marcada por guerras recentes e amaldiçoada por uma misteriosa névoa do esquecimento. Uma população desnorteada diante de ameaças múltiplas. Um casal que parte numa jornada em busca do filho e no caminho terá seu amor posto à prova – será nosso sentimento forte o bastante quando já não há reminiscências da história que nos une?
Épico arturiano, o primeiro romance de Kazuo Ishiguro em uma década envereda pela fantasia e se aproxima do universo de George R. R. Martin e Tolkien, comprovando a capacidade do autor de se reinventar a cada obra. Entre a aventura fantástica e o lirismo, “O gigante enterrado” fala de alguns dos temas mais caros à humanidade: o amor, a guerra e a memória.” Fonte

Deus conhece o lento caminhar do amor de um casal de velhos e entende que sombras escuras fazem parte do caminho.




Resenha: Doctor Who – Shada

Doctor Who foi uma série que me conquistou aos poucos. Quando comecei a assistir a primeira temporada de New Who, vi uns quatro episódios, fiquei de saco cheio e abandonei a série. Voltei a assistir por pura teimosia após vários meses, mas quando me dei conta estava apaixonada (muito por culpa de David Tennant, o 10th Doctor). A Melissa de Sá, do Livros de Fantasia, que compartilha desse amor não tão incondicional assim (nós duas concordamos que a temporada do 9th Doctor é um tragédia e não gostamos de jeito nenhum da Rose Tyler), resolveu me emprestar Shada, de Gareth Roberts, e disse que eu ia adorar. E não foi diferente: assim que embarquei na Tardis do 4th Doctor nessa aventura que originalmente era um episódio da TV escrito por Douglas Adams fui arrebatada. Impossível ler esse livro sem um sorriso no rosto.

shada“Vista e cultuada em mais de 200 países, a série de TV Doctor Who é um ícone cultural britânico que conquistou mais de 70 milhões de fãs em 50 anos de aventura.

O seriado acompanha o Doutor: um viajante misterioso, vindo do planeta Gallifrey, movido pelo desejo de explorar todos os cantos do tempo e do espaço. Um dos Senhores do Tempo, o Doutor é capaz de se regenerar para escapar da morte, mudando de corpo, rosto e personalidade. Com seus companheiros, humanos e alienígenas, ele protege a Terra e o cosmos contra perigos de todos os tipos.

Shada reconta um episódio que nunca foi transposto para as telas de televisão, uma aventura “perdida” de 1979. Escrita pelo então editor de roteiros da série, Douglas Adams, o autor de O guia do mochileiro das galáxias, Shada traz a quarta encarnação do Doutor e sua companheira Romana II.” Fonte

O universo é cheio de coisas maravilhosas e oportunidades fantásticas. E você tem que agarrá-las com ambas as mãos.




Resenha: Pequenos Deuses

PEQUENOS_DEUSESPequenos Deuses – “Só porque você consegue explicar não significa que não seja um milagre.”

Religião é um assunto controverso em Discworld. Todo mundo tem sua própria opinião e até seus próprios deuses, que podem ser de todas as formas e tamanhos. Nesse ambiente tão competitivo, as divindades precisam marcar presença. E a melhor maneira de fazer isso certamente não é assumindo a forma de uma tartaruga. Nessas situações, você precisa, e rápido, de um assistente. De preferência alguém que não faça muitas perguntas…

“Esta sátira sobre a religião institucionalizada e corrompida sugere, com um humor ágil e intrigante, que o poder dos deuses talvez seja proporcional à crença de seus seguidores.” – The Independent

“A inventividade espetacular de Terry Pratchett faz da série Discworld um prazer incessante na ficção moderna.” – Mail on Sunday Fonte

A Bertrand enviou esse exemplar para nós e eu resolvi me arriscar na leitura. Curiosamente eu tenho os livros anteriores da série Discworld, mas nunca li. Como após determinado número é possível ler fora de ordem, eu resolvi ler justamente esse que não tinha. Foi meu primeiro contato com a série e também com a escrita de Terry Pratchett.

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Resenha Dupla: Os Filhos de Anansi

Olá pequenas aranhas! Aqui é o Felipe e hoje vamos falar de Os Filhos de Anansi do queridinho Neil Gaiman. Esta é a primeira vez que leio algo do autor, apesar de já ter ouvido falar do mesmo (e quem não ouviu?), mas confesso que não me surpreendi nem vi tudo o que o povo fala do mesmo. Anansi entretém, é bom, mas se você espera algo épico ou vem com esse pré-conceito de que o autor é a última bolacha do pacote… este livro vai te decepcionar. Agora se você deixar esses pré-conceitos de lado, vai descobrir que Anansi é muito divertido.

Eu (Karen! Oi, eu também li esse livro!) já tinha lido outras obras do Gaiman. Obras MUITO boas, como Coraline e alguns contos, inclusive de Doctor Who (isso sem contar alguns episódios épicos que ele escreveu). Ou seja, gosto muito do autor e estava esperando um livro incrível, e vocês sabem aquela história de, quanto maiores as expectativas…

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“Charlie Nancy tem uma vida pacata e um emprego entediante em Londres. A pedido da noiva, ele concorda em convidar o pai para seu casamento e fazer uma tentativa de reaproximação, já que há vinte anos os dois não se falam. Enquanto isso, no palco de um karaokê na Flórida, o pai de Charlie tem um ataque cardíaco fulminante. A viagem de Charlie até os Estados Unidos para o funeral acaba se tornando a jornada de uma nova vida. Charlie não tinha ideia de que o pai era um deus. Menos ainda de que ele próprio tinha um irmão. Agora sua vida vai ficar mais interessante… e bem mais perigosa. Embrenhando-se no território de lendas e deuses pagãos, a poderosa narrativa de Neil Gaiman leva o leitor a mergulhar nessa história fantástica e bem-humorada sobre relações familiares, profecias terríveis, divindades vingativas e aves muito malignas.” Fonte:Skoob.

Esse é o poder das canções.




Resenha: O Exterminador do Futuro

Galera do PEP, chegou aquele momento mágico de conhecer um livro que não é bom. Não é bom, ele é fantástico! É espetacular, assombroso, estupendo, é pra vender um rim, largar a namorada e parar de beber só pra conseguir lê-lo. Ok – talvez não tudo isso, mas pare o que você está fazendo neste exato momento e venha comigo se quiser ler. #euconsegui #trocadilhos  #piadinhasinfames

O_EXTERMINADOR_DO_FUTURO_1428295062442221SK1428295062BO Exterminador do Futuro – Prepare-se para viajar no tempo e reviver uma das maiores aventuras dos últimos 30 anos.
Em 1984, um ciborgue chega em Los Angeles com uma missão: assassinar mulheres. Suas vítimas têm em comum apenas o nome: Sarah Connor. A última Sarah é resgatada por um soldado que alega vir do século XXI. Tem início uma perseguição que põe em risco o destino da humanidade.
O ciborgue é um T-800, máquina de matar perfeita, incapaz de sentir pena, medo ou dor. Nada o fará desistir enquanto não eliminar o líder da resistência humana antes mesmo do seu nascimento. Sem a existência de John Connor, estaremos completamente à mercê da tirania de máquinas inteligentes num futuro sombrio, e cada vez mais próximo. 2029, o Ano da Escuridão.
Bem que ele disse que voltaria. O EXTERMINADOR DO FUTURO está chegando aos leitores brasileiros, 30 anos após o lançamento do filme que projetou as carreiras de James Cameron e de Arnold Schwaznegger. O livro, versão em romance do roteiro original, é assinado pelo próprio Cameron, em parceria com o roteirista Bill Wisher e o escritor Randall Frakes.
Aclamado pela crítica quando estreou em 1984, O Exterminador do Futuro tornou-se um clássico instantâneo, frequentou as listas dos melhores filmes do ano. Em 2008, foi considerado pela Biblioteca do Congresso norte-americano uma obra de significância “cultural, história e estética” e selecionado para ser preservado no National Film Registry dos EUA.
É possível que você já tenha perdido a conta de quantas vezes assistiu ao filme. Chegou a hora de se aprofundar na história. Deixe-se surpreender com O EXTERMINADOR DO FUTURO. Fonte: Skoob.

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