Arquivo para a categoria ‘ Fantasia & Ficção Científica ’


Resenha: Lugar Nenhum

Pensem em Neil Gaiman e saibam todos que sairá uma história bem incomum e fora da casinha. Isso nem sempre pode ser algo bom, mas felizmente foi com Lugar Nenhum.

Lugar nenhumPublicado pela primeira vez em 1997, a partir do roteiro para uma série de TV, o sombrio e hipnótico Lugar Nenhum, primeiro romance de Neil Gaiman, anunciou a chegada de um grande nome da literatura contemporânea e se tornou um marco da fantasia urbana. Ao longo dos anos, diferentes versões foram publicadas nos Estados Unidos e na Inglaterra, e Neil Gaiman elaborou, a partir desse material, um texto que viesse a ser definitivo: esta edição preferida do autor.
Em Lugar Nenhum, Richard Mayhew é um homem simples de coração bom que tem a vida transformada quando ajuda uma jovem que encontra ferida numa calçada. De um dia para o outro, Richard se torna invisível na Londres que sempre conheceu: não tem mais trabalho, não tem mais noiva, não tem mais casa. Para recuperar sua vida, ele se embrenha em um mundo que nunca sonhou existir, uma cidade que se abre nos esgotos e nos túneis subterrâneos: a chamada Londres de Baixo, em que personagens únicos e cenários mirabolantes fazem a Londres de Cima parecer uma mera paisagem cinza.
Com muita ação, um bom humor peculiar e evocações sombrias de um mundo fantástico, Lugar Nenhum é leitura indispensável para os fãs de Neil Gaiman e um rico prazer para os que ainda não conhecem o autor. Fonte

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Top Ten Tuesday: Dez motivos para ler Metrópole: Despertar

ttt2013

O Top Ten Tuesday de hoje seria REWIND, mas eu estava com preguiça de escolher um tópico antigo, então pensei, que tal fazer um FREEBIE? Bem, aqui estamos. Problema 1 resolvido, vamos ao problema 2: tema.

Eis que duas coisas aconteceram essa semana. 1. Metrópole: Despertarde Melissa de Sá entrou em pré-venda na sexta-feira passada no site da Editora Draco. 2. A Melissa de Sá faz aniversário hoje (Parabéns, Mel! \o/ Comprem os livros dela para fazer uma autora feliz!). Bem, eu já queria fazer uma resenha desse livro fantástico há algum tempo (sim, eu li antes, meus amigos, eu tenho esse superpoder), então… por que não um Top Ten Tuesday-Resenha para agitar as coisas?

Então venham descobrir os dez motivos para ler Metrópole: Despertar, esse livro foda que você mal conhece, mas vai gostar pacas.

O Top Ten Tuesday é um meme semanal criado pelo blog The Broke and the Bookish.

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Resenha: Harry Potter and the Cursed Child

cursed childThe Eighth Story. Nineteen Years Later.
Based on an original new story by J.K. Rowling, Jack Thorne and John Tiffany, a new play by Jack Thorne, Harry Potter and the Cursed Child is the eighth story in the Harry Potter series and the first official Harry Potter story to be presented on stage. The play will receive its world premiere in London’s West End on July 30, 2016.
It was always difficult being Harry Potter and it isn’t much easier now that he is an overworked employee of the Ministry of Magic, a husband and father of three school-age children.
While Harry grapples with a past that refuses to stay where it belongs, his youngest son Albus must struggle with the weight of a family legacy he never wanted. As past and present fuse ominously, both father and son learn the uncomfortable truth: sometimes, darkness comes from unexpected places.

PAREM, PAREM, PAREEEM!

Harry Potter and the Cursed Child tem vários problemas, mas talvez o maior deles seja o seu rótulo de “O oitavo livro da série Harry Potter”. Não, não é. As pessoas podem levar um choque se forem ler esse livro com essa mentalidade. Está errado, está muito errado quando o marketing é feito dessa forma. O nome em letras garrafais de J.K.Rowling, mesmo com as letras menores em cima dizendo que “baseado em uma nova história original”, fazem com que várias pessoas comprem o livro achando que foi ela que o escreveu. Mas não, não foi a J.K.Rowling que escreveu a peça. Ela pode ter dado as ideias, ela pode ter aceitado todas as informações presentes ali, mas a escrita nem de longe é dela. E isso é só pra resumir um dos problemas que o marketing gera quando ele não é tão claro assim.

Mais detalhes? É só continuar lendo.

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A Cuca Recomenda: O Esplendor

Sabe quando você termina um livro e fica pensando “o que faço agora da minha vida que essa história acabou?”. O Esplendor é esse tipo de história. E que livro! Alexey Dodsworth coloca sua cabeça num liquidificador, liga e deixa você lá dentro e, mesmo assim, você agradece. Porque essa história é tão brilhante, tão criativa e tão rica, que é como se você fosse de verdade transportado a Aphriké e suas ideias se iluminassem com a luz de seis sóis. Mas, para abraçar a luz, é preciso compreender a escuridão. E é disso que essa ficção científica espetacular se trata.

oesplendor-capa-72“Aphriké é o nome de um planeta fadado à luz interminável. Um planeta considerado o único do universo, e habitado por uma raça telepática que desconhece o sono, o sonho e a privacidade. Convictos da eternidade de seu mundo, os aphrikeianos não desconfiam que tudo foi criado por R’av, um ser com poderes cósmicos e obcecado pela ideia de perfeição.
Mas mesmo um deus pode errar. Sobretudo se for um deus aprendiz e que desconhece o que realmente é.
Aprisionados a uma maldição alardeada por bárbaros liderados pela feroz Lah-Ura, os aphrikeianos nem desconfiam que seu paraíso está prestes a ser arruinado. Até que nasce uma aberração: um menino capaz de dormir. Uma pessoa capaz de, através dos sonhos, entrar em contato com Outromundo, um planeta como Aphriké, mas iluminado por um único sol amarelo. Considerado deficiente, este menino precisará se unir à letal Lah-Ura para, juntos, revelarem a verdade oculta da criação de Aphriké. Uma verdade que a luz esconde, mas que a escuridão revelará.
‘O Esplendor’ é um romance imaginativo e envolvente de Alexey Dodsworth. Quando a luz oculta a verdade, só um mergulho aos sonhos pode iluminar o mundo que nunca se apaga.” Fonte

Nada é mais ameaçador que as possibilidades infinitas.




A Cuca Recomenda: Às vezes eu ouço minha voz em silêncio

Já fazia algum tempo que tinha baixado esse livro de contos da Priscilla Matsumoto. Ela é a autora do romance Ball Jointed Alice – Uma história de amor e morte (que ainda não li, mas pretendo; há uma ótima resenha dele no Livros de Fantasia) e de vários contos, entre eles, alguns que já li e resenhei por aqui como Biscoito, Girassol e Peixe (resenha aqui) e Autonomia (resenha aqui), duas obras brilhantes que aliás também se encontram em Às vezes eu ouço minha voz em silêncio, uma reunião sensível, deliciosa e imperdível de várias histórias da autora.

asvezesÀs vezes eu ouço minha voz em silêncio reúne histórias que dialogam com o fantástico, protagonizadas por personagens femininas em busca da própria linguagem. Às voltas com o silêncio, a repressão e a obscuridade, essas mulheres encaram as consequências originadas pela descoberta da própria voz.” Fonte

Temos que lutar contra o mundo e, ao mesmo tempo, fazer parte dele.

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