Arquivo para a categoria ‘ Fantasia & Ficção Científica ’


A Cuca Recomenda: O Esplendor

Sabe quando você termina um livro e fica pensando “o que faço agora da minha vida que essa história acabou?”. O Esplendor é esse tipo de história. E que livro! Alexey Dodsworth coloca sua cabeça num liquidificador, liga e deixa você lá dentro e, mesmo assim, você agradece. Porque essa história é tão brilhante, tão criativa e tão rica, que é como se você fosse de verdade transportado a Aphriké e suas ideias se iluminassem com a luz de seis sóis. Mas, para abraçar a luz, é preciso compreender a escuridão. E é disso que essa ficção científica espetacular se trata.

oesplendor-capa-72“Aphriké é o nome de um planeta fadado à luz interminável. Um planeta considerado o único do universo, e habitado por uma raça telepática que desconhece o sono, o sonho e a privacidade. Convictos da eternidade de seu mundo, os aphrikeianos não desconfiam que tudo foi criado por R’av, um ser com poderes cósmicos e obcecado pela ideia de perfeição.
Mas mesmo um deus pode errar. Sobretudo se for um deus aprendiz e que desconhece o que realmente é.
Aprisionados a uma maldição alardeada por bárbaros liderados pela feroz Lah-Ura, os aphrikeianos nem desconfiam que seu paraíso está prestes a ser arruinado. Até que nasce uma aberração: um menino capaz de dormir. Uma pessoa capaz de, através dos sonhos, entrar em contato com Outromundo, um planeta como Aphriké, mas iluminado por um único sol amarelo. Considerado deficiente, este menino precisará se unir à letal Lah-Ura para, juntos, revelarem a verdade oculta da criação de Aphriké. Uma verdade que a luz esconde, mas que a escuridão revelará.
‘O Esplendor’ é um romance imaginativo e envolvente de Alexey Dodsworth. Quando a luz oculta a verdade, só um mergulho aos sonhos pode iluminar o mundo que nunca se apaga.” Fonte

Nada é mais ameaçador que as possibilidades infinitas.




A Cuca Recomenda: Às vezes eu ouço minha voz em silêncio

Já fazia algum tempo que tinha baixado esse livro de contos da Priscilla Matsumoto. Ela é a autora do romance Ball Jointed Alice – Uma história de amor e morte (que ainda não li, mas pretendo; há uma ótima resenha dele no Livros de Fantasia) e de vários contos, entre eles, alguns que já li e resenhei por aqui como Biscoito, Girassol e Peixe (resenha aqui) e Autonomia (resenha aqui), duas obras brilhantes que aliás também se encontram em Às vezes eu ouço minha voz em silêncio, uma reunião sensível, deliciosa e imperdível de várias histórias da autora.

asvezesÀs vezes eu ouço minha voz em silêncio reúne histórias que dialogam com o fantástico, protagonizadas por personagens femininas em busca da própria linguagem. Às voltas com o silêncio, a repressão e a obscuridade, essas mulheres encaram as consequências originadas pela descoberta da própria voz.” Fonte

Temos que lutar contra o mundo e, ao mesmo tempo, fazer parte dele.




Resenha: Armada

Há algum tempo queria ler Armada, de Ernest Cline. O autor também escreveu o fantástico Jogador Nº 1 (resenha aqui), por isso tinha altas expectativas. É claro que a gente nunca pode esperar um livro igual, mas após uma ótima leitura, sempre esperamos ao menos um livro à altura do anterior. Foi isso que aconteceu? Não. Mas isso também não significa que Armada seja um livro ruim, ele só não é tão bom quanto Jogador Nº 1.

armada“Durante toda a sua vida, Zack Lightman quis que o mundo real fosse menos chato. Segundo ele, a realidade poderia ser mais parecida com o universo dos livros de ficção científica, filmes e videogames. Poderia acontecer algo fantástico para que sua vida deixasse de ser monótona, levando-o a uma aventura – e por que não uma aventura espacial? Apesar disso, Zack diz a si mesmo saber a diferença entre a fantasia e a realidade e que jogadores de videogames adolescentes e sem objetivos na vida não são os salvadores do universo.

Então, um dia, durante a aula de matemática, ele a vê pela janela: uma nave que se parece com o caça Glaive do videogame on-line de simulação de voo que ele joga todas as noites, Armada, que tem como objetivo proteger a Terra de uma invasão alienígena. Agora isso está realmente acontecendo. E suas habilidades, assim como as de milhões de jogadores no mundo, são necessárias para salvar o planeta da destruição.” Fonte

Eu sei que o futuro às vezes é apavorante, querido. Mas não há como escapar dele.




Resenha: Uma história incomum sobre livros e magia

Algo na sinopse de Uma história incomum sobre livros e magia me interessou. Talvez por falar de um livro mágico, no qual duas garotas que não se conhecem começam a escrever uma história e são respondidas pelo próprio livro. Como ser uma apaixonada por leitura e não achar algo assim interessante? O livro chegou pela nossa parceria com a Editora Arqueiro e, assim que comecei a ler, percebi que não me arrependeria. Com uma linguagem fácil, uma trama curiosa e personagens cativantes, essa é uma história que certamente irá diverti-lo.

historiaincomum“Duas meninas encontram um livro mágico e cada uma se vê envolvida numa história que parece ser contada sozinha.
Kai chega ao Texas para visitar sua tia-avó Lavinia – uma senhora extravagante, durona e fã de hip-hop. Do outro lado do mundo, no Paquistão, Leila deseja ser tratada como uma princesa pela família de seu pai e viver fortes emoções.
Elas só não fazem ideia de que seus mundos completamente diferentes estão prestes a se chocar graças a um enigmático livro em branco.
Quando Kai escreve no livro, suas palavras magicamente aparecem no exemplar de Leila. As meninas então percebem que O cadáver excêntrico reage a cada frase acrescentada – não importa se foi inspirada pelo ataque de um chihuahua ou por um mal-entendido com uma cabra – com um trecho da história de amor vivida por Ralph Flabbergast e Edwina Pickle mais de cinquenta anos antes.
Uma história incomum sobre livros e magia entrelaça essas três perspectivas – de Kai, Leila e Ralph – de uma forma divertida e emocionante. É uma narrativa mágica sobre o destino e os laços invisíveis que nos ligam uns aos outros.” Fonte

Que comece a magia!




Resenha: O Palácio da Meia-Noite

Ultimamente ando meio travada nas minhas leituras, tanto que tenho aparecido pouco aqui no blog. No meio de duas outras leituras que não estavam progredindo, resolvi resgatar O Palácio da Meia-Noite da minha estante. Afinal, se Zafón não conseguisse me animar, quem poderia? Mas eis que, pela primeira vez, um livro dele me desapontou. Não é um livro ruim, mas já li outras obras infinitamente melhores dele. O que fazer quando um dos seus autores favoritos decepciona? Bem, ninguém é perfeito.

Capa O palacio da meia-noite.indd“Ben e Sheere são irmãos gêmeos cujos caminhos se separaram logo após o nascimento: ele passou a infância num orfanato, enquanto ela seguiu uma vida errante junto à avó, Aryami Bosé. Os dois se reencontram quando estão prestes a completar 16 anos.
Junto com o grupo Chowbar Society, formado por Ben e outros seis órfãos e que se reúnem no Palácio da Meia-Noite, Ben e Sheere embarcam numa arriscada investigação para solucionar o mistério de sua trágica história.
Uma idosa lhes fala do passado: um terrível acidente numa estação ferroviária, um pássaro de fogo e a maldição que ameaça destruí-los. Os meninos acabam chegando até as ruínas da velha estação ferroviária de Jheeters Gate, onde enfrentam o temível pássaro.
Cada um deles será marcado pela maior aventura de sua vida. Publicado originalmente em 1994, O Palácio da Meia-Noite segundo romance do fenômeno espanhol Carlos Ruiz Zafón traz uma narrativa repleta de fantasia e mistério sobre coragem e amizade.” Fonte

Maturidade nada mais é que o processo de descobrir que tudo aquilo em que você acreditava quando era jovem é falso, e que, por outro lado, tudo o que rejeitava na juventude é verdadeiro.

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