Arquivo para a categoria ‘ Georges Simenon ’


Narrativas no PEP: O finado Sr Gallet

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Um romance policial quase nunca decepciona. A tensão, a vontade ela próxima página e o desejo de desvendar o mistério sempre nos atiça a continuar a ler. Todavia, o comissário Maigret não me convenceu.

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Resenha: Sombras na Place des Vosges

Está de ressaca literária? Está entre livros muito grandes ou complexos? Essa seria uma ótima leitura “de intervalo”.

SOMBRAS_NA_PLACE_DES_VOSGES_142921179917431SK1429211799BSombras na Place des Vosges – Raymond Couchet, dono de uma grande rede de farmácias, é assassinado em seu escritório na Place des Vosges, endereço nobre de Paris. Uma grande soma em dinheiro foi roubada.No mesmo prédio onde ocorreu o crime, moram Edgar e Juliette Martin, a primeira mulher de Couchet. É por ali que o comissário Maigret resolve começar suas investigações.Não longe do local, no Hotel Pigalle, vivem, sem se conhecer, Nine Moinard, amante da vítima, e Roger Couchet, filho do primeiro casamento de Raymond. Problemático, Roger logo desperta as suspeitas de Maigret. Mas, de repente, comete suicídio. E ele sabia o que estava por trás da morte do pai.

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Resenha: Inferno a bordo

Adoro literatura policial, mas nunca tinha lido Georges Simenon, aclamado escritor do gênero. Autores que admiro, como o Raphael Montes (Dias Perfeitos) o têm em alta estima e inclusive dizem serem influenciados por sua obra. Pois bem, eu precisava conferir com meus próprios olhos, mas me decepcionei por completo.

“Marujos não falam muito com outros homens, e menos ainda com policiais. Mas depois que o corpo do Capitão Fallut é encontrado próximo ao vapor em que trabalhava, o Océan, todos começam a falar em mau-olhado para tentar explicar os acontecimentos sinistros durante a última viagem da embarcação.” Fonte

A coisa boa em Inferno a Bordo é que ele é curto. Pouco mais de 100 páginas, em uma edição leve e confortável da Companhia das Letras que eu perfeitamente li num dia só, um domingo de praia. Porém, mesmo sendo relativamente curto, o livro parece mais longo devido à escrita arrastada de Simenon. E ele nem é muito descritivo, como geralmente são as leituras lentas, mas mesmo assim consegue ser cansativo em diálogos monótonos que caminham em círculos, levando o leitor de lugar algum a lugar nenhum.

Conte-me a verdade sobre os acontecimentos do terceiro dia.




Resenha: O Cachorro Amarelo

cachorro amareloSinopse: O cachorro amarelo se passa na cidade costeira de Concarneau, na região francesa da Bretanha. Após o assassinato de um mercador de vinhos, Maigret passa a desconfiar de Emma, uma garçonete submissa. A chave para a resposta, contudo, está num misterioso cachorro amarelo que vaga pelas redondezas e costuma repousar aos pés de Emma.
A popularidade do comissário Maigret – seu personagem mais famoso – e as diversas adaptações para o audiovisual contribuíram para reforçar a imagem de Georges Simenon como um autor de livros para consumo rápido.
Nada mais equivocado. Simenon figura entre os grandes escritores do século XX. Entre seus milhares de admiradores ilustres, André Gide, Charles Chaplin, Henry Miller, William Faulkner e Federico Fellini eram os primeiros da fila. Além das muitas histórias policiais, produziu 41 “romances duros”, obras em geral maiores no tamanho e na ambição, construídas fora dos esquadros das tramas de investigação e não raro incluídas no cânone da literatura europeia.

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