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Especial: Capas e imagens de Orgulho e preconceito

Nem só de capas bonitas vive o mundo de Orgulho e Preconceito. Mesmo assim, não me canso de admirá-las (alguém aí se cansa?). Além de ter inspirado outras obras, Orgulho e Preconceito consegue inspirar desde fanarts até capas para celular:

case Iphone PP

capa para celular

designall

Capa para celular

E claro que uma obra como Orgulho e Preconceito teve várias traduções, tendo assim, várias versões de capas.

Vamos conferir algumas capas pelo mundo, além das capas das edições brasileiras e outras versões bem interessantes da obra.

Uma imagem vale mais que mil palavras!




Resenha: Orgulho & Preconceito

orgulho_preconceitoÉ uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro na posse de uma bela fortuna deve estar necessitando de uma esposa“.

E é assim que entramos no mundo de Orgulho & Preconceito, o segundo livro de Jane Austen a ser publicado e favorito de 8 entre 10 fãs da autora inglesa. Hoje, 28 de Janeiro de 2013, é aniversário de 200 anos de Orgulho & Preconceito, e cabe à mim a honra (e terror!) de fazer a resenha de tão amada obra aqui no Por Essas Páginas.

A história gira em torno dos Bennets, um casal com cinco filhas, das quais – de acordo com o Sr. Bennet – somente as duas mais velhas (Jane e Elizabeth) têm algum senso. Mary, sendo a menos atraente das cinco, é completamente dedicada à tornar-se o mais talentosa possível; Lydia é a mais nova das irmãs, extremamente determinada e fútil, e seu passatempo preferido é flertar com os militares que estão alojados em Meryton, a vila onde os Bennets moram. Por fim temos Catherine – Kitty – que apesar de ser mais velha que Lydia, vive na sombra da irmã caçula.

A Sra. Bennet quase vira do avesso quando descobre que Netherfield está prestes a ter um novo inquilino: o jovem e rico Sr. Bingley. Tendo em vista que Bingley acabe se casando com uma de suas filhas, a Sra. Bennet insiste para que seu marido o visite assim que ele se mudar. O Sr. Bennet no entanto, dono de um sarcasmo delicioso, finge se recusar a fazer tal coisa, o que rende um dos meus diálogos favoritos do livro inteiro (e que nos mostra o quão insuportável a Sra. Bennet consegue ser). No fim das contas, é claro que ele visita o novo vizinho, e assim a relação entre as famílias é formada.

Porque ele é um homem tão desagradável que seria um infortúnio ser amada por ele.*

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Resenha: Emma (Jane Austen)

Jane Austen certa vez disse que Emma seria “uma heroína que ninguém além de mim mesma irá gostar muito“. Mesmo tendo Miss Austen como uma de minhas heroínas, é completamente impossível concordar com esse seu pensamento. Emma foi a penúltima das obras completas de Jane Austen que li, e imediatamente tornou-se meu favorito (sim, superando até mesmo Orgulho & Preconceito).

Emma Woodhouse mora em Highbury com seu pai, e ao contrário das outras heroínas de Austen, é rica e uma das primeiras em consequência na vizinhança. Sua irmã mais velha – Isabella – casou-se com John Knightley. George Knightley – ou Mr. Knightley, como todos se referem a ele durante a história – mora em Donwell Abbey e é um amigo íntimo dos Woodhouses e tão ou mais rico que eles. Highbury é uma cidade pequena, onde pouca coisa acontece e portanto, as notícias espalham-se rapidamente. E é em um evento importante que nossa história começa: o casamento de Miss Taylor – governanta de Emma – com Mr. Weston. Agora, nossa Emma acha que consegue ler as pessoas e entende de seus assuntos do coração mais do que elas próprias, e por isso julga que a união entre Mr. Weston e a nova Mrs. Weston não teria ocorrido sem sua interferência e considera essa a maior realização dos seus vinte anos de vida. Sabendo que por conta de seu hobby casamenteiro ela não teria mais sua amiga inseparável a seu dispor, Emma decide “adotar” Harriet Smith como sua amiga particular. Harriet é a filha bastarda de “ninguém sabe quem”, e mora na escola de Highbury. Ela é uma garota simples, humilde e não muito esperta, mas que sabe que não vai se casar com ninguém importante devido às suas circunstâncias familiares. No verão anterior, Harriet atraiu a atenção de Robert Martin, fazendeiro e irmão de duas de suas amigas do colégio; mas Emma tem outros planos para sua amiga particular, planos que envolvem Mr. Elton, o vigário de Highbury. O que Emma não consegue enxergar é que o interesse de Mr. Elton foi capturado por seu desejo de ascender socialmente e que seus planos não envolvem Harriet Smith.

One half of the world cannot understand the pleasures of the other.




Resenha: A Abadia de Northanger

Olá! Eu sei que prometi a resenha há muito tempo (ai que vergonha…), mas foram muitas coisas ao mesmo tempo por aqui, então só consegui colocar no ar o meme da Mari (falta o da Jeh! :D) e o Top Ten Tuesday.

Enfim, recebi esse livro da Martin Claret, nossa parceira aqui do blog e finalmente poderei falar sobre ele.

Sinospse:  ‘Abadia de Northanger’ conta a história da adorável Catherine Morland, jovem fascinada por romances góticos e possuidora de vívida imaginação. Em meio aos passeios e bailes da sofisticada sociedade de Bath (onde se depara com coqueteria, insinceridade, vaidades e intrigas) e à estada na Abadia de Northanger (onde se depara com os perigos de se deixar arrebatar pela imaginação), esta ingênua e íntegra heroína encontra o amor, bem como passa a conhecer melhor a natureza humana. (Fonte)

 De fato este é o livro mais divertido de Jane Austen. Aliás, este foi o primeiro livro de sua autoria entregue para publicação, mas só publicado treze anos depois, postumamente. No início do livro, há uma nota da autora falando sobre isso. Sinceramente, concordo com Miss Austen… Como um livreiro compra um livro que não tem intenção de publicar? Bem estranho, mas enfim…

A história na verdade é uma sátira aos romances góticos que eram muito famosos na época (pelo menos na época em que Austen o escreveu, segundo ela. rs) . Sinceramente não conheço nenhuma das obras citadas do livro, destacando “Os mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe.

O que eu gostei muito desse livro foi o modo como Jane Austen o narrou. Parecia que era uma conversa informal com amigas, em um chá. Esse tipo de narrativa já me deixa mais à vontade na leitura e geralmente isso acontece quando a narrativa é em primeira pessoa, mas mesmo sendo em terceira pessoa, a história me cativou logo de cara.

Ninguém que tivesse visto Catherine Morland quando criança teria imaginado que ela nascera para ser heroína.




Meu Autor de Cabeceira: Jane Austen

Olá pessoal!

Na coluna “Meu Autor de Cabeceira” dessa semana vou falar de uma de minhas escritoras preferidas: Jane Austen. Ao longo de seus 41 anos de vida, Austen escreveu seis romances conhecidos e aclamados mundialmente (Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito, Mansfield Park, Emma, A Abadia de Northanger e Persuasão); dois trabalhos menores (Lady Susan e Juvenilia); e dois romances inacabados (The Watsons e Sandition).

Metade do mundo não consegue compreender os prazeres na outra metade