Arquivo para a categoria ‘ John Green ’


Resenha: Paper Towns

“Quentin Jacobsen passou sua vida inteira amando platônicamente a aventureira Margo Roth Spiegelman. Então quando ela abre uma janela e volta à sua vida – vestida de ninja e  o convocando para uma engenhosa campanha de vingança – ele a segue.

Depois que a noitada acaba e um novo dia começa, Q chega à escola para descobrir que Margo, sempre um enigma, é agora um mistério. Mas Q logo descobre que ela deixou pistas – e elas são para ele. Percorrendo um caminho desconectado, quanto mais perto ele chega, menos Q vê da garota que ele pensou que conhecesse.

O vencedor do prêmio Printz John Green retorna com a inteligência e honestidade emocional que são sua marca registrada e que inspiraram uma nova geração de leitores.” Fonte

“What a treacherous thing to believe that a person is more than a person.”




Meu Autor de Cabeceira: John Green

Howdy people! Peço desculpas pelo “desaparecimento” do Autor de Cabeceira durante as últimas semanas: uma infinidade de imprevistos influenciaram o curto abandono da nossa coluna semanal, imprevistos que também reduziram a quantidade de livros lidos durante esse período e consequentemente, a quantidade de resenhas. Voltando à nossa programação normal no entanto, trago hoje pra vocês um autor contemporâneo que entrou na minha lista de autores preferidos não como garoa, mas sim como um furacão: John Green!

John Green nasceu em Agosto de 1977, na cidade de Indianapólis, Estados Unidos. Ele se formou no ano 2000 em Inglês e Estudos Religiosos. No início de sua carreira, Green escrevia críticas de livros para periódicos como a Booklist Magazine e para o New York Times. Seu primeiro livro, Quem É Você, Alasca? (Looking for Alaska) – resenha aqui – foi publicado em 2005, e em 2006 ganhou o prêmio Michael L. Printz, que é um prêmio da ALA (American Library Association) por “excelência em literatura para jovens adultos.”

Em 2007, John e seu irmão Hank criaram o Brotherhood 2.0, um projeto no qual eles não poderiam se comunicar via texto durante um ano. Os vídeos entre os dois fizeram tanto sucesso que após o término do projeto original (que teve a duração de um ano), John e Hank criaram o website Nerdfighters e continuam postando vídeos toda semana sobre os assuntos mais diversos. Se vocês nunca pararam para ver os vídeos dos “vlogbrothers” como eles são conhecidos, comece com os vídeos de Thoughts from Places: meu preferido é o de Los Angeles após o tsunami + terremoto no Japão.

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Resenha: O Teorema Katherine

Confesso que resolver ler An Abundance of Katherines (no Brasil, O Teorema Katherine) entre um livro e outro de uma série de ficção científica não foi uma boa ideia. Resolver lê-lo logo após ter terminado outro livro de John Green também não agradou muito, e talvez por isso eu tenha me sentido um pouco decepcionada com Katherines no começo. Mas – como era de se esperar – isso não durou muito tempo, e quando engrenei na leitura, foi difícil parar.

Colin é uma criança prodígio que tem medo de ter atingido seu ápice no Ensino Médio. Ele também tem suas manias: sabem como algumas pessoas só bebem Coca-Cola ou só usam roupas pretas? Pois é, Colin só namora Katherines. Ele nunca planejou isso, simplesmente foi acontecendo. E depois de um tempo, namorar Katherines acabou virando uma obsessão.

Books are the ultimate Dumpees: put them down and they’ll wait for you forever




Resenha: Will Grayson, Will Grayson

Depois de me deliciar com Quem é Você, Alasca? (leia a resenha aqui), essa semana resolvi ler meu segundo livro do maravilhoso John Green. Will Grayson, Will Grayson foi escrito por Green e David Levithan e lançado em Abril de 2010 nos Estados Unidos.

Em uma noite fria, no lugar mais improvável de Chicago, dois adolescentes – ambos chamados Will Grayson – estão prestes a se encontrar. À medida que seus mundos se chocam e se entrelaçam, os Will Graysons vêem suas vidas indo em direções novas e inesperadas, levando à encontros românticos e à produção épica do musical adolescente mais fabuloso do mundo. [Fonte]

Após terminar de ler Will Grayson, Will Grayson eu não sabia se ria, chorava ou se subia na mesa e começava a cantar alguma música de Wicked ou Grease. Porque foi assim que me senti durante toda a leitura desse livro. Os Will Graysons dessa história não têm muita coisa em comum: eles dividem o nome e a tentativa de saber quem eles realmente são, e não é isso que ser adolescente significa? Tentar descobrir-se, entender o mundo, entender a si mesmo?

Being friends, that’s just something you are.




Resenha: Quem é Você, Alasca?

Após ter terminado o melhor livro que li até agora nesse ano, tento me lembrar do motivo pelo qual comprei Quem é Você, Alasca? (título original e muito mais interessante Looking for Alaska) e não consigo me decidir. Ele estava na lista de livros recomendados de acordo com minhas compras passadas, e sua capa, ah sua capa me chamou a atenção. Uma vela. A fumaça. E então eu li a sinopse e soube que precisaria ler, precisaria saber o que era antes, o que viria depois e o que aconteceu para mudar tudo.

Se pessoas fossem chuva, eu seria uma garoa e ela um furacão

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