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Em outras palavras: Capitães da Areia

Hoje na coluna Em outras palavras temos a resenha da querida Nivia, que já participou da nossa equipe, mas agora bloga lá no GeekVox (visitem!), mas de vez em quando volta para cá. Ela adora falar de clássicos e, falando neles, a resenha de hoje é de Capitães da Areia, de Jorge Amado! Já tivemos aqui no blog a resenha da Lucy para esse livro, mas uma segunda opinião sempre é bem-vinda!

Volto para o Por Essas Páginas com mais uma resenha apaixonada. Dessa vez, sobre um livro brasileiro de Jorge Amado, baiano sensível que nos deixou com um monte de obras vindas do coração… Ganhei esse livro de um dos meus melhores amigos, e foi um presente lindo que quero compartilhar com vocês.

“Publicado em 1937, pouco depois de implantado o Estado Novo, este livro teve a primeira edição apreendida e exemplares queimados em praça pública de Salvador por autoridades da ditadura. Em 1940, marcou época na vida literária brasileira, com nova edição, e a partir daí, sucederam-se as edições nacionais e em idiomas estrangeiros. A obra teve também adaptações para o rádio, teatro e cinema. Documento sobre a vida dos meninos abandonados nas ruas de Salvador, Jorge Amado a descreve em páginas carregadas de beleza, dramaticidade e lirismo.” Fonte

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Resenha: Capitães da Areia

Olá! Quem é viva sempre aparece!
Hoje a resenha faz parte do Especial Nacional do blog Who’s Thanny, idealizado pela Flora e Byzinha, para divulgação de livros nacionais. Aproveito também para lançar a resenha em comemoração ao centenário de Jorge Amado (que não consegui fazer na época – my bad).

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Resenha: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado

Olá, eu sou a Lucy! =^.^=
Sou conhecida por gostar de spoilers, mas eu resistirei à tentação de contar qualquer coisa que estrague a leitura aqui. rsrs

Acho interessante informar que os livros que eu provavelmente venha a resenhar não são tão atuais, mas sinceramente, isso não é importante. O importante são as histórias, não? Então vamos a elas.

Acabei de ler a poucas horas “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, de Jorge Amado. Essa fábula foi escrita em 1948, quando o autor morava em Paris com a família, e ele a deu de presente a seu filho, João Jorge. Porém, embora João Jorge conhecesse a fábula, contada pelo pai, ele só encontrou o manuscrito em 1976 e pediu para o artista plástico Carybé ilustrá-la. Ao mostrar a obra datilografada e ilustrada para Jorge Amado, ele decidiu publicá-la nesse mesmo ano.

Primeiramente, eu quero abrir um parêntese e dizer que eu sempre tive curiosidade de ler esse livro por causa de uma parte que foi extraída dele e inserida em um dos livros didáticos do meu primário (atual Ensino Fundamental), provavelmente para uma lição de interpretação de texto, e também porque há algum tempo a estória foi adaptada para o teatro e eu sempre me ressenti por não ter assistido (nem sei se está em cartaz ainda, vou pesquisar rsrs).

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