Arquivo para a categoria ‘ Justin Cronin ’


NDC no Por Essas Páginas: Cidade dos Espelhos

Cidade dos Espelhos é a tão esperada conclusão da trilogia A Passagem que fãs amantes de Justin Cronin, como eu, aguardavam ansiosamente.

cidADE“Num futuro em que todas as regras foram mudadas, é hora de cada um encontrar o próprio destino. Ano 100 D.V.: após a destruição dos Doze e de seus Muitos, nenhum viral foi visto nos últimos três anos. As fortalezas que protegiam os últimos humanos dos infectados começam a parecer desnecessárias. Na República do Texas, as vigílias constantes já não encontram inimigos e o controle de natalidade se mostra um contrassenso quando há todo um continente vazio à espera de ser repovoado.
Com novas demandas do povo surgindo a cada dia, o presidente Peter Jaxon decide levar adiante a ideia de abrir os portões da cidade fortificada e dar início à reconstrução do que um dia foi um país de milhões de habitantes.
Mas a atmosfera de calmaria é apenas parte de um plano maligno. Fanning, o Zero, aquele que deu início ao caos, esteve pacientemente aguardando em sua eternidade pelo momento em que as vítimas finais baixariam a guarda. Seu exército está pronto e, em suas fileiras, as armas são garras e presas e a motivação é a sede de sangue.” Fonte

E não poderia ser melhor!




Narrativas no Por essas Páginas: Os Doze

Eu amo distopias e não escondo isso de ninguém. Tudo que contenha um apocalipse ou um mundo fora do que vivemos hoje me atraí, me julguem! O que eu mais adoro, são livros que abordam essa temática focando no psicológico dos personagens, e, para mim, a trilogia A Passagem cobre todas as minhas exigências muito bem.

osdoze
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Resenha: A Passagem

“Primeiro, o imprevisível: a quebra de segurança em uma instalação secreta do governo norte-americano põe à solta um grupo de condenados à morte usados em um experimento militar. Infectados com um vírus modificado em laboratório que lhes dá incrível força, extraordinária capacidade de regeneração e hipersensibilidade à luz, tiveram os últimos traços de humanidade substituídos por um comportamento animalesco e uma insaciável sede de sangue. Depois, o inimaginável: ao escurecer, o caos e a carnificina se instalam, e o nascer do dia seguinte revela um país – talvez um planeta – que nunca mais será o mesmo. A cada noite, a população humana se reduz e cresce o número de pessoas contaminadas pelo vírus assustador. Tudo o que resta aos poucos sobreviventes é uma longa luta em uma paisagem marcada pelo medo da escuridão, da morte e de algo ainda pior. Enquanto a humanidade se torna presa do predador criado por ela mesma, o agente Brad Wolgast, do FBI, tenta proteger Amy, uma órfã de 6 anos e a única criança usada no malfadado experimento que deu início ao apocalipse. Mas, para Amy, esse é apenas o começo de uma longa jornada – através de décadas e milhares de quilômetros – até o lugar e o tempo em que deverá pôr fim ao que jamais deveria ter começado. A passagem é um suspense implacável, uma alegoria da luta humana diante de uma catástrofe sem precedentes. Da destruição da sociedade que conhecemos aos esforços de reconstruí-la na nova ordem que se instaura, do confronto entre o bem e o mal ao questionamento interno de cada personagem, pessoas comuns são levadas a feitos extraordinários, enfrentando seus maiores medos em um mundo que recende a morte.” Fonte

O primeiro ponto positivo que preciso falar sobre esse livro é muito simples: ele é sobre vampiros. Vampiros de verdade. OK, eles tem algumas alterações da lenda original e eles geram um apocalipse (o que é muito legal!), mas eles definitivamente não são frescos e bonitinhos, pelo contrário, são bárbaros, famintos e destroem tudo o que encontram pela frente.

Vampiros de verdade!!!

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