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Lançamentos da Novo Conceito: A Casa do Céu

Quando soube desse lançamento da Novo Conceito fiquei com muita vontade de lê-lo. Gostei da capa – simples, mas bonita – e gostei da premissa do livro. Sempre me interesso por essas histórias reais, de sofrimento e superação. É assim que é a vida, não é? Que tal conhecer um pouquinho mais sobre A Casa do Céu, lançamento de novembro da editora?

“Quando criança, Amanda escapava de um lar violento folheando as páginas da revista National Geographic e imaginando-se em lugares exóticos.

Aos dezenove anos, trabalhando como garçonete, ela começou a economizar o dinheiro das gorjetas para viajar pelo mundo.

Na tentativa de compreendê-lo e dar sentido à vida, viajou como mochileira pela América Latina, Laos, Bangladesh e Índia. Encorajada por suas experiências, acabou indo também ao Sudão, Síria e Paquistão. Em países castigados pela guerra, como o Afeganistão e o Iraque, ela iniciou uma carreira como repórter de televisão. Até que, em agosto de 2008, viajou para a Somália — “o país mais perigoso do mundo”. No quarto dia, ela foi sequestrada por um grupo de homens mascarados em uma estrada de terra.

Mantida em cativeiro por 460 dias, Amanda converteu-se ao islamismo como tática de sobrevivência, recebeu “lições sobre como ser uma boa esposa” e se arriscou em uma fuga audaciosa. Ocupando uma série de casas abandonadas no meio do deserto, ela sobreviveu através de suas lembranças — cada um dos detalhes do mundo em que vivia antes do cativeiro —, arquitetando estratégias, criando forças e esperança. Nos momentos de maior desespero, ela visitava uma casa no céu, muito acima da mulher aprisionada com correntes, no escuro e que sofria com as torturas que lhe eram impostas.

De maneira vívida e cheia de suspense, escrito como um excepcional romance, A Casa do Céu é a história íntima e dramática de uma jovem intrépida e de sua busca por compaixão em meio a uma adversidade inimaginável. Fonte

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A Cuca Recomenda: Expectativas Excalibur

Temos aqui fãs de fantasia medieval e histórias arturianas?

Pois para quem é fã, curioso ou apenas gosta de boa literatura, a Cuca vem hoje com uma grande indicação. A Editora Draco está anunciando ótimos lançamentos (sério, gente, fiquem de olho no blog da editora e também no Facebook, tem muita coisa legal aparecendo!), entre eles Excalibur – histórias de reis, magos e távolas redondas, uma coletânea de contos – sempre com uma seleção rigorosa, marca registrada da editora – com o tema de histórias do universo arturiano. Confesso que sou daquelas que li (e amei) apenas As Brumas de Avalon, mas estou curiosíssima por essa antologia. ‘Bora lá saber mais?

“Todos já ouvimos falar do Rei Artur. Desde as crônicas medievais até a literatura contemporânea, passando por meios como o cinema, teatro, quadrinhos e games, muito foi contado sobre ele, seus cavaleiros e o mago Merlin, reinventando o universo mágico cujo centro é a corte do reino de Camelot.

A coletânea Excalibur – histórias de reis, magos e távolas redondasabraça esse imaginário, reunindo histórias inspiradas por versões das novelas de cavalaria e releituras contemporâneas, mas sem ignorar a sua origem na mitologia celta. O resultado é a diversidade de estilos, cenários e gêneros que vão da fantasia heroica ao dieselpunk, sempre unidos à atmosfera de magia e aventura que imortalizaram o Rei Artur.

Na liderança dessa missão pelo Santo Graal está Ana Lúcia Merege, que divide a Távola Redonda com um conto ao lado dos destemidos Roberto de Sousa Causo, Liège Báccaro Toledo, Luiz Felipe Vasques e Daniel Bezerra, André S. Silva, Pedro Viana, A. Z. Cordenonsi, Ana Cristina Rodrigues, Marcelo Abreu, Melissa de Sá, Octavio Aragão e Cirilo S. Lemos.

Batalhas, encantamentos, amores, intrigas e traições – tudo isso e muito mais se revela a cada página de Excalibur, uma homenagem à fantasia medieval e aos heróis que nunca morrem.” Fonte

Uma homenagem à fantasia medieval e aos heróis que nunca morrem




Resenha: Filhos do Jacarandá

Fui recentemente convidada a ler Filhos do Jacarandá, lançamento da Globo Livros. Quando soube que era um livro recomendado por Khaled Hosseini, logo fiquei empolgada. E rapidamente percebi porque ele gostou tanto do livro de Sahar Delijani: sensível, tocante e, ao mesmo tempo, cruel, Filhos do Jacarandá mostra a dura realidade social e política do Irã, nas vozes de personagens que sofreram essa repressão, pais aprisionados ou mortos e filhos órfãos de pais enterrados vivos nas prisões. Em uma narrativa belíssima, a autora ilumina esse período sombrio da história do país e emociona com seus personagens únicos.

“Em 1983, uma menina chamada Neda nasce dentro de uma prisão em Teerã, capital do Irã. Sua mãe é uma prisioneira política que só consegue cuidar da filha recém-nascida por alguns meses antes que ela seja levada, à força, para longe de seu convívio. Neda é uma personagem fictícia de Filhos do Jacarandá, primeiro romance escrito por Sahar Delijani, mas sua história se mescla com a da própria autora, que passou seus primeiros 45 dias de vida na penitenciária de Evin, na capital iraniana.

“Filhos do jacarandá” não chega a ser uma biografia, mas é inspirado em experiências reais dos pais e familiares de Delijani depois que o país passou de monarquia a república, com a revolução de 1979 – que derrubou o xá Reza Pahlevi e instituiu o comando do aiatolá Khomeini. Seu tio foi executado e seus pais, contrários a ambos os regimes, foram encarcerados. Para a autora, o romance “é uma tentativa de manter viva a memória de meu tio e de todos aqueles que foram mortos naquele verão sangrento, para além de colocar um pouco de luz nesse momento negro da história iraniana. É também uma narrativa de violência, prisão e morte, que permaneceu inédita por muito tempo”.

Filhos do jacarandá conta a história de três gerações de homens e mulheres inspirados pelo amor e pelo idealismo, que perseguem sonhos de justiça e liberdade. É um tributo às crianças da revolução, segundo a autora. “Muitas pessoas acabaram sendo aprisionadas pelo novo regime, e os filhos do título são os filhos delas – crianças que nasceram no período pós-revolução e foram educadas por seus avós, tios e tias, já que seus pais estavam na cadeia”. É um livro que trata de repressão política, mas que também revela como fortes laços familiares não são desfeitos nem nas piores circunstâncias.” Fonte

Era onde ela se escondia, por trás de arames farpados de silenciosas lembranças destruídas.




Divulgação: Pré-venda Perdidos na Tradução + Promoções

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A Editora Belas Letras voltou com mais um super lançamento. Quem nunca ficou chateado/irritado/horrorizado com algumas traduções de títulos de filmes? Eu, por exemplo, não entendo porque aqui no Brasil alguns filmes são traduzidos com complementos… Exemplo: Alien, o 8º Passageiro ou Sin City – A Cidade do Pecado. Argh! Não podia ser só “Alien”? E pior quando colocam aquela formulinha “Nome do filme” + “Uma aventura” + insira aqui o local ou “muito louca”. Aí vira título de Seção da Tarde. Para falar de tudo isso veio o livro Perdidos na Tradução.

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A Cuca Recomenda: Dragões, lançamento da Editora Draco

Dragões é um dos mais recentes lançamentos da Editora Draco e também é a edição comemorativa do Ano do Dragão e do aniversário de 3 anos da editora. Essa coletânea especial reúne diversos contos de vários autores brasileiros, que passaram por uma seleção rigorosa, escrevendo sobre essas criaturas mitológicas que tanto povoam nosso imaginário e a fantasia literária.

Os dragões guardam tesouros, são deuses dos céus e da terra, senhores dos elementos, criaturas ancestrais que raptam meninas nobres por puro capricho ou simplesmente lagartos gigantes que voam e cospem fogo. Mas ninguém pode negar que esses seres mitológicos são sinônimos da fantasia e da imaginação onde quer que apareçam.

Nas 16 histórias deste livro você encontrará dragões domésticos que atrapalham a vida alheia, homens-dragões guerreiros com poderes antigos, dragões humanoides que lutam kung fu, ou dragões disfarçados que se revelam quando menos se espera.

A coletânea é editada por Erick Santos Cardoso e Marco Rigobelli, com contos de Albarus Andreos, Alec Silva, Ana Carolina Pereira, Ana Cristina Rodrigues, André Soares Silva, Antonio Luiz M. C. Costa, Bruno Oliveira Couto, Cirilo S. Lemos, Elsen Pontual Sales Filho, Eduardo Barcelona Alves, Flávio Medeiros Jr., Karen Alvares, Kássia Monteiro e Pablo Amaral Rebello. Aproveite este voo e aventure-se no Ano do Dragão.

Os autores Leandro Leme, Josué de Oliveira, Vitor Frazão, Carina Portugal, Nilton Braga e Nuno Almeida complementam o time nas versões em e-book da antologia e nos Contos do Dragão.

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