Arquivo para a categoria ‘ Lit. Estrangeira ’


Resenha: Sangue na Neve

Quando recebi esse livro essa semana através da parceria do blog com a Novo Conceito imediatamente passei-o na frente da minha longa lista de leituras e resolvi que, sendo um suspense policial, eu precisava lê-lo. Peguei-o para ler ansiando por uma história que me deixasse na ponta da cadeira e me fizesse virar as páginas febrilmente: devo dizer que foi exatamente isso que aconteceu. Apesar de ser primeiro livro de Lisa Gardner que li já estou apaixonada por sua escrita vibrante. Vamos conhecer mais sobre Sangue na Neve?

“A policial Tessa Leoni matou seu marido, Brian Darby, em legítima defesa. A arma do crime está à vista de todos e os hematomas no corpo de Tessa confirmam a ocorrência. A policial também não fez questão de fugir, ou de arrumar qualquer justificativa para explicar aquele corpo estendido no chão da cozinha, portanto, aparentemente, o que a investigadora D.D.Warren tem à sua frente é o desfecho de uma briga doméstica. Um caso simples. No entanto, ao abrir o inquérito, D. D. terá uma surpresa: este não é o primeiro homicídio de Tessa Leoni e — afinal — onde está a filhinha de seis anos da policial? Será que a policial Leoni realmente atirou em seu marido para matá-lo? Uma mãe seria capaz de prejudicar intencionalmente sua filha? D. D. Warren, a experiente detetive que acredita que desvendar um caso é como mergulhar na vida do criminoso, enfrentará mais uma investigação que a levará a uma busca frenética por uma criança desaparecida enquanto tenta encaixar as peças de um mistério familiar que a levará a quebrar os muros do corporativismo policial.” Fonte

Sangue na Neve – em inglês, Love you more, e sim o título é importante – é o quinto volume da série de livros que narram os casos da detetive D. D. Warren. Apesar disso é possível lê-lo tranquilamente sem ter lido nenhum outro livro da série anteriormente, porque eu mesma fiz isso e em nenhum momento houve confusão. Lisa Gardner nos apresenta seus personagens – os antigos e os novos – com maestria e sem descrições cansativas. Ela os apresenta através de atitudes e ações, o que é muito mais dinâmico do que longas descrições maçantes. Aliás, nesse livro, nada é maçante: você devora as páginas como se não houvesse amanhã.

Quem você ama?

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Resenha especial: Harry Potter e a Ordem da Fênix

E mais uma vez temos a resenha de um desses livros mágicos que fizeram (e ainda fazem) a cabeça de crianças, adolescentes e adultos em todo mundo. Estou falando, é claro, da nossa série favorita aqui no Por Essas Páginas (e de muita gente!): Harry Potter. Após várias resenhas emocionantes do nosso especial – e já foram tantas que, assim como a J.K. Rowling desistiu de recapitular seus outros livros em A Ordem da Fênix, eu também vou me abster de recapitulá-las: apenas cliquem no link e leiam-nas! Hoje eu tenho a responsabilidade de falar do quinto volume da série, talvez um dos mais controversos, porém ainda assim muito querido e, certamente, um dos mais aguardados durante toda a nossa jornada ao lado de Harry. Vamos embarcar no Expresso de Hogwarts novamente?

“Diferente da maioria dos estudantes, Harry Potter jamais consegue se divertir nas férias de verão. Este ano, no entanto, tudo está muito pior do que de costume. Os Dursleys, naturalmente, estão tornando sua vida um calvário e, mesmo seus melhores amigos, Rony e Hermione, parecem ter esquecido dele. Harry não aguenta mais. Está começando a achar que precisa fazer alguma coisa - qualquer coisa - para mudar essa situação quando as férias chegam ao fim de maneira muito dramática.

O que o jovem bruxo está prestes a descobrir nesse seu quinto ano em Hogwarts vai virar seu mundo de cabeça para baixo…”

Agora, porque eu comecei a resenha dizendo que A Ordem da Fênix é um volume controverso, porém muito esperado? Vou começar pelo segundo item: apesar de saber que o último livro foi muito aguardado, o quinto volume da série foi o primeiro após um longo tempo de espera. Na realidade, foi o maior tempo de espera entre volumes da série (quase 3 anos), o que gerou uma série de teorias e discussões no fandom, isso sem contar as inúmeras fanfics que pipocaram nessa época, todas recriando o quinto ano de Harry em diante. Eu mesma fiz isso e li várias histórias na mesma linha, mas isso é papo para outro post. O que importa é que tudo isso demonstra o quanto A Ordem da Fênix foi um livro aguardado e todos nós sabemos o que acontece quando se espera demais por alguma coisa: criam-se altas expectativas. Para alguns, elas foram atingidas ou até mesmo superadas. Para outros, não. Devo dizer que ao menos as minhas expectativas foram atingidas superadas e, por tudo isso, Harry Potter e a Ordem da Fênix é um dos meus livros favoritos, apesar de eu sempre terminar de lê-lo/relê-lo com uma grande sensação de vazio na boca do estômago.

Está na hora de lhe dizer o que deveria ter-lhe dito há cinco anos, Harry. Sente-se, por favor. Vou lhe contar tudo.

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Em outras palavras: 1984

A coluna Em outras palavras de hoje volta com a resenha da Nivia Fernandes. Ela já foi parte da nossa equipe aqui no blog, porém precisou se afastar, mas hoje retorna com uma resenha especial para a nossa coluna de convidados. Aqui o espaço é aberto para quem quiser resenhar seus livros favoritos! Quem estiver interessado deve apenas mandar um e-mail para a gente via contato@poressaspaginas.com. Aproveitem a resenha da Nivia!

Olá, pessoal! Já estive no blog antes, mas devido a ler pouco na faculdade, acabei indo embora. Mas o carinho pelo PEP e as amigas maravilhosas que tenho aqui é eterno, então voltei aqui para fazer uma ronda especial! As resenhas daqui são referências de leitura para mim, sem dúvida alguma. Mas de qualquer forma, vim deleitá-los com um clássico, tratem de assoprar a estante aí que lá vem mofo! Um bem especial que vai deixá-los espirrando de nervoso.

“’1984′ não é apenas mais um livro sobre política, mas uma metáfora do mundo que estamos inexoravelmente construindo. Invasão de privacidade, avanços tecnológicos que propiciam o controle total dos indivíduos, destruição ou manipulação da memória histórica dos povos e guerras para assegurar a paz já fazem parte da realidade. Se essa realidade caminhar para o cenário antevisto em 1984 , o indivíduo não terá qualquer defesa. Aí reside a importância de se ler Orwell, porque seus escritos são capazes de alertar as gerações presentes e futuras do perigo que correm e de mobilizá-las pela humanização do mundo.

Falo de praticamente da adenina do DNA de todo conteúdo distópico que existe… A obra “1984”, de George Orwell. Já fiz resenha sobre “Fahrenheit 451”, do falecido há pouco tempo Ray Bradbury, mas confesso que “1984” é mil vezes mais perturbador. E é fascinante. Se você parar e entender que Orwell (pseudônimo Eric Arthur Blair) escreveu esse livro em 1949… Vai ficar mais assustado ainda.

“Quem controla o passado, controla o futuro; quem controla o presente controla o passado.”

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Resenha: Louca para casar

Eu já li todos os livros da Sophie Kinsella, mas ainda não tinha lido nenhum livro dela como Madeleine Wickham, seu nome verdadeiro. Por experiência com outros autores, eu já sabia que o estilo da escrita poderia ser um pouco diferente. E foi exatamente isso o que aconteceu!

louca para casarSinopse: Milly está a quatro dias de um casamento digno de contos de fada com Simon, um jovem rico por quem é perdidamente apaixonada. É a cerimônia mais aguardada do ano pela alta sociedade, mas um detalhe pode pôr tudo a perder. Dez anos antes, Milly se casou com um amigo americano gay para que ele vivesse na Inglaterra com o parceiro, mas logo ambos perderam o contato e nunca se divorciaram. Tudo permaneceria em segredo se não fosse a chegada de Alexander, o fotógrafo, que por acaso também presenciou a primeira união. Agora ela terá que correr contra o tempo para encontrar o “marido” e obter o divórcio antes que todos descubram que a noiva, na verdade, já é casada.

 

Normalmente, eu não comento sobre as capas dos livros, mas eu tenho que admitir que fiquei totalmente encantada com a capa de Louca para casar. A parte da foto é brilhosa, enquanto a parte rosa é fosca, o que gera um contraste incrível!

Milly está às vésperas de um casamento digno de conto de fadas…

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Resenha: A última carta de amor

“A última carta de amor” não foi o primeiro livro da Jojo Moyes que eu li. Eu conheci a autora com “The Girl You Left Behind” (livro ainda não traduzido aqui no Brasil). Eu gostei muito dele e por isso resolvi conhecer os outros trabalhos da autora…

ultima cartaSinopse: Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento. Com personagens realísticos complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.

A sinopse de “A última carta de amor” resume bem o enredo principal do livro. Duas mulheres, em épocas completamente diferentes, estão vivendo um romance fora do casamento. Ellie está se envolvendo com um homem casado, enquanto Jennifer é casada e está tendo um romance com um outro homem. O destino das duas se cruza quando Ellie encontra uma carta endereçada a Jennifer nos arquivos do jornal onde ela trabalha. Pressionada por sua chefe para escrever uma matéria sobre essas cartas românticas, e também por estar completamente perdida dentro do seu próprio relacionamento, Ellie começa a investigar quem são os dois protagonistas dessa história de amor.

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