Arquivo para a categoria ‘ Literatura Estrangeira ’


Resenha: Um Beijo e nada mais

Ficha técnica:

Nome: Um Beijo e nada mais

Autor: Mary Balogh

Tradutor: Lívia de Almeida

Páginas: 288

Editora: Arqueiro

Desde que testemunhou a morte do marido durante as Guerras Napoleônicas, Imogen, lady Barclay, se isolou em Hardford Hall, na Cornualha. O novo dono da propriedade ainda não apareceu para reivindicá-la, e ela torce desesperadamente para que ele nunca venha acabar com sua frágil paz.

Percival Hayes, o novo conde de Hardford, não tem nenhum interesse na região distante da Cornualha, tanto que, desde que recebeu o título, nunca quis conhecer o lugar. Mas em seu aniversário de 30 anos ele está tão entediado que decide impulsivamente fazer uma visita às suas terras.

Ao chegar lá, fica chocado ao descobrir que Hardford não é o monte de ruínas que imaginou. Fica perplexo também ao constatar que a viúva do filho de seu predecessor é a mulher mais linda que já viu.

Em pouco tempo, Imogen desperta em Percy uma paixão que ele jamais pensou ser capaz de sentir. Mas será que ele conseguirá resgatá-la da infelicidade e convencê-la a voltar à vida?

Continue lendo…




Resenha: O Impulso

Ficha técnica:

Título: O Impulso

Autor: Ashley Audrain

Tradutor: Lígia Azevedo

Páginas: 328

Editora: Paralela

Blythe Connor está decidida a ser a mãe perfeita, calorosa e acolhedora que nunca teve. Porém, no começo exaustivo da maternidade, ela descobre que sua filha Violet não se comporta como a maioria das crianças. Ou ela estaria imaginando? Seu marido Fox está certo de que é tudo fruto do cansaço e que essa é apenas uma fase difícil.

Conforme seus medos são ignorados, Blythe começa a duvidar da própria sanidade. Mas quando nasce Sam, o segundo filho do casal, a experiência de Blythe é completamente diferente, e até Violet parece se dar bem com o irmãozinho. Bem no momento em que a vida parecia estar finalmente se ajustando, um grave acidente faz tudo sair dos trilhos, e Blythe é obrigada a confrontar a verdade.

Neste eletrizante romance de estreia, Ashley Audrain escreve com maestria sobre o que os laços de família escondem e os dilemas invisíveis da maternidade, nos convidando a refletir: até onde precisamos ir para questionar aquilo em que acreditamos? (Fonte)

Continue lendo…




Resenha: Pachinko

Ficha técnica:

Nome: Pachinko

Autor: Min Jin Lee

Tradutor: Marina Vargas

Páginas: 528

Editora: Intrínseca

No início dos anos 1900, a adolescente Sunja, filha adorada de um pescador aleijado, apaixona-se perdidamente por um rico forasteiro na costa perto de sua casa, na Coreia. Esse homem promete o mundo a ela, mas, quando descobre que está grávida ― e que seu amado é casado ―, Sunja se recusa a ser comprada. Em vez disso, aceita o pedido de casamento de um homem gentil e doente, um pastor que está de passagem pelo vilarejo, rumo ao Japão. A decisão de abandonar o lar e rejeitar o poderoso pai de seu filho dá início a uma saga dramática que se desdobrará ao longo de gerações por quase cem anos.

Neste romance movido pelas batalhas enfrentadas por imigrantes, os salões de pachinko ― o jogo de caça-níqueis onipresente em todo o Japão ― são o ponto de convergência das preocupações centrais da história: identidade, pátria e pertencimento. Para a população coreana no Japão, discriminada e excluída — como Sunja e seus descendentes —, os salões são o principal meio de conseguir trabalho e tentar acumular algum dinheiro.

Uma grande história de amor, Pachinko é também um tributo aos sacrifícios, à ambição e à lealdade de milhares de estrangeiros desterrados. Das movimentadas ruas dos mercados aos corredores das mais prestigiadas universidades do Japão, passando pelos salões de aposta do submundo do crime, os personagens complexos e passionais deste livro sobrevivem e tentam prosperar, indiferentes ao grande arco da história.

Continue lendo…




Resenha: Trocas Macabras

Ficha técnica:

Título: Trocas Macabras

Autor: Stephen King

Tradutor: Regiane Winarski

Páginas: 656

Editora: Suma

 

Compre agora. Pague depois.
Há uma nova loja na cidade. ARTIGOS INDISPENSÁVEIS, diz a placa. Um nome curioso, que se torna tema de rumores e especulações entre os moradores de Castle Rock.
Para cada cliente que entra na loja, Leland Gaunt tem algo perfeito — um objeto há muito sonhado, desesperadamente desejado. O preço parece sempre razoável, mas vem acompanhado de pedidos estranhos.
O que começa como brincadeiras e pegadinhas inocentes aos poucos sai do controle, transformando a cidade em palco de disputas caóticas e brutais. Mas, quando você encontra um artigo indispensável, como saber se o custo para obtê-lo é alto demais? (Fonte)

Continue lendo…




Resenha: O Timbre

Ficha técnica:

Título: O Timbre

Autor: Neal Shusterman

Tradutor: Guilherme Miranda

Páginas: 560

Editora: Seguinte

Compre aqui

Sinopse:No aguardado desfecho da trilogia Scythe, ditadores, profetas e novas tensões sociais surgem no suposto planeta perfeito. Será que a humanidade será dilacerada justamente por causa da imortalidade que conquistou?

A humanidade alcançou um mundo ideal em que não há fome, doenças, guerras, miséria… nem morte. Mas, mesmo com todo o esforço da inteligência artificial da Nimbo-Cúmulo, parece que alguns problemas humanos, como a corrupção e a sede de poder, também são imortais. Desde que o ceifador Goddard começou a ganhar seguidores da nova ordem, entusiastas do prazer de matar, a Nimbo-Cúmulo decidiu se silenciar, deixando o mundo cada vez mais de volta às mãos dos humanos. Depois de três anos que Citra e Rowan desapareceram e Perdura afundou, parece que não existe mais nada no caminho de Goddard rumo à dominação absoluta da Ceifa ― e do mundo. Mas reverberações das mudanças na Ceifa e da Grande Ressonância ainda estremecem o planeta, e uma pergunta permanece: será que sobrou alguém capaz de detê-lo? A resposta talvez esteja na nova e misteriosa tríade de tonistas: o Tom, o Timbre e a Trovoada.”

O Timbre é o segundo livro da série Scythe, dos ótimos O Ceifador (resenha aqui) e O Timbre (resenha aqui). Portanto, se você não leu os dois primeiros livros, saiba que esta resenha possui spoilers deles. Eu estava esperando há um bom tempo por este livro, uma vez que a série se iniciou – pelo menos aqui no Brasil – lá ainda em 2017 (parece outra vida, não é mesmo?). E quando O Timbre chegou aqui pela Seguinte, no turbulento 2020, eu mal podia esperar para me desconectar da realidade horrorosa e absurda que vivemos para mergulhar nesse universo. Continue lendo…

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...