Arquivo para a categoria ‘ Literatura Estrangeira ’


Resenha: O Nome do Vento

“Contada na voz do próprio Kvothe, essa é a história do jovem e talentoso rapaz que ao crescer torna-se o mais notório mago que o mundo já viu. A narrativa íntima de sua infância com uma trupe de artistas viajantes, seus anos passados como órfão em uma cidade movida pelo crime, sua ousadia descarada e bem sucedida de ingressar em uma escola de magia legendária, e sua vida como fugitivo após o assassinato de um rei formam uma história sobre crescimento incomparável na literatura recente. Uma história de ação escrita pelas mãos de um poeta, O Nome do Vento é uma obra-prima que transportará os leitores para dentro do corpo e da mente de um mago.” Fonte

Eu vinha ouvindo falar de O Nome do Vento há algum tempo já, fosse em blogs, nas recomendações do GoodReads ou apenas entre amigos. Algumas vezes cheguei a procurá-lo na livraria, quando nenhum outro livro me chamava a atenção, mas ao encontrar apenas o paperback – cuja letra é minúscula – sempre o deixei de lado. E então que em Abril chegou um pacote da Sabrina aqui em casa: meu presente de aniversário!

Lembre-se de que as histórias verdadeiras raramente seguem em linha reta




Resenha: Fiquei Com o Seu Número

Para hoje, eu já tinha uma resenha praticamente pronta… Mas, ao terminar de ler Fiquei Com o Seu Número (I’ve got your number), da Sophie Kinsella, eu não consegui resistir: PRECISO falar desse livro.  Ele me pegou tão de surpresa (como eu irei explicar), que eu nunca iria imaginar que ele se tornaria um dos meus livros favoritos dessa autora!

Poppy Wyatt não poderia estar mais feliz: seu casamento com Magnus Tavish estava próximo e tudo ia muito bem. Até que ela acabou perdendo o seu anel de noivado… Para piorar a situação, o anel era uma herança de família! Na confusão, Poppy ainda teve o seu celular roubado (e ela deu o seu número para todas as pessoas do hotel na esperança que alguém encontrasse o anel!). Enquanto desesperadamente andava pelo local, Poppy encontrou um celular jogado dentro de uma lixeira.  Como diz o ditado, “Achado não é roubado”, e ela pegou o celular e deu o número dele para todas as pessoas do hotel e para os seus contatos particulares. Mas o dono do aparelho, Sam Roxton, não concorda com esse ditado, e quer o aparelho de volta…

=O) ^_^ XXX




Resenha: Columbine

Em 20 de Abril de 1999, dois adolescentes no último ano do Ensino Médio entraram na sua escola e começaram a atirar em colegas e professores, matando um total de 13 pessoas e ferindo mais de 20 antes de tirarem as próprias vidas. A tragédia que chocou a pequena cidade de Littleton, Colorado, foi transformada em um circo pela mídia e pelas igrejas locais, causando intermináveis debates sobre aquisição de armas, medicamentos para depressão, e pais que não criam seus filhos com valores morais. Mas a pergunta que assombrou os estudantes, seus pais e todos que acompanharam o caso nunca foi propriamente respondida: Por quê? Juntando elementos da investigação, relatos de profissionais ligados ao caso, entrevistas com diversas pessoas envolvidas, e os diários e vídeos dos assassinos, Dave Cullen formou um esboço de Eric Harris e Dylan Klebold, que nos ajuda a entender melhor seus motivos e, quem sabe, prevenir que mais tragédias desse tipo aconteçam.

Eric dreamed big but settled for reality




Resenha: O Hipnotista

“O massacre de uma família nos arredores de Estocolmo abala a polícia sueca. Os homicídios chamam a atenção do detetive Joona Linna, que exige investigar os assassinatos. O criminoso ainda está foragido, e há somente uma testemunha: o filho de 15 anos, que sobreviveu ao ataque. Quem cometeu os crimes o queria morto: ele recebeu mais de cem facadas e está em estado de choque. Desesperado por informações, Linna só vê uma saída: hipnose. Ele convence o Dr. Erik Maria Bark – especialista em pacientes psicologicamente traumatizados – a hipnotizar o garoto, na esperança de descobrir o assassino através das memórias da vítima. É o tipo de trabalho que Bark jurara nunca mais fazer: eticamente questionável e psicologicamente danoso. Quando ele quebra a promessa e hipnotiza o garoto, uma longa e aterrorizante sequência de acontecimentos tem início.” Fonte

“O Hipnotista”, de Lars Kepler (pseudônimo utilizado pelo casal de escritores suecos Alexandra e Alexander Ahndoril), já estava esperando na minha estante há um bom tempo para ser lido. O gênero policial/suspense está entre os meus favoritos, então as minhas expectativas eram grandes a respeito desse título. Como sempre, caí na armadilha de criar grandes expectativas em alguma coisa.

Quando você pensa que uma coisa é uma coisa… ela é outra completamente diferente.




Lançamentos de junho da Martin Claret

Oi, pessoal! Olha só os lançamentos que a Martin Claret oferece nesse mês de junho!

 

Kama Sutra nº 167

Vatsyayana – Coleção A obra-prima de cada autor

Escrito para a nobreza da Índia por Vatsyayana, estudante celibatário que viveu em Pataliputra, o Kama Sutra faz parte da literatura religiosa hindu. Apesar do caráter erótico e com foco no prazer, seus ensinamentos pregam, em primeiro lugar, a elevação espiritual do homem.

Kama significa amor, prazer e satisfação. O termo é um dos pilares da religião hindu, em conjunto com o Dharma e o Artha (o mérito religioso e a aquisição de riquezas, respectivamente).

A obra foi composta nos séculos I e II da nossa era e proclama a arte indiana do amor. O mundo ocidental conheceu o Kama Sutra por meio da clássica tradução de Sir Richard Francis Burton e Foster Arbuthnot.

Atemporal, Kama Sutra é o maior clássico indiano sobre a arte do amor.

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