Arquivo para a categoria ‘ Literatura Estrangeira ’


Resenha: Paper Towns

“Quentin Jacobsen passou sua vida inteira amando platônicamente a aventureira Margo Roth Spiegelman. Então quando ela abre uma janela e volta à sua vida – vestida de ninja e  o convocando para uma engenhosa campanha de vingança – ele a segue.

Depois que a noitada acaba e um novo dia começa, Q chega à escola para descobrir que Margo, sempre um enigma, é agora um mistério. Mas Q logo descobre que ela deixou pistas – e elas são para ele. Percorrendo um caminho desconectado, quanto mais perto ele chega, menos Q vê da garota que ele pensou que conhecesse.

O vencedor do prêmio Printz John Green retorna com a inteligência e honestidade emocional que são sua marca registrada e que inspiraram uma nova geração de leitores.” Fonte

“What a treacherous thing to believe that a person is more than a person.”




Resenha: O Circo da Noite

“O circo chega sem aviso. Nenhum anúncio o precede. Ele simplesmente está lá, quando ontem não estava. Dentro das lonas listradas em preto e branco está uma experiência única cheia de maravilhas de tirar o fôlego. Ele se chama Le Cirque des Rêves, e abre apenas durante a noite.
Mas nos bastidores, há uma ardente competição – um duelo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco, que foram treinados desde a infância expressamente para esse objetivo por seus instrutores inconstantes. Sem que eles saibam, esse é um jogo do qual apenas um pode sair vivo, e o circo nada mais é do que o palco para uma excepcional batalha de imaginação e determinação. Sem conseguir evitar, Celia e Marco se apaixonam perdidamente – um amor profundo e mágico que faz as luzes tremerem e a sala esquentar quando suas mãos simplesmente se encostam.
Amor verdadeiro à parte, o jogo deve continuar, e os destinos de todos envolvidos, desde os extraordinários circenses até o público, estão em jogo, suspensos tão precariamente quanto os ousados acrobatas.
Escrito em uma prosa rica e sedutora, esse livro mágico é um banquete para os sentidos e para o coração.”




Resenha: Belas Maldições

Já que 2012 está chegando, nada como o fim do mundo para animar as coisas!

Calma! Não estou falando de profecias maias ou coisa do gênero, apenas das belas (que, nesse caso, querem dizer precisas) e precisas profecias de Agnes Nutter, Bruxa, que podem ser encontradas no magnífico Belas Maldições, de Terry Pratchett e Neil Gaiman.

Continue lendo…




Resenha: Dash & Lily’s Book of Dares

Imagine: Você está na sua livraria preferida, na prateleira dedicado ao seu autor preferido  (ninguém mais ninguém menos que F. Scott Fitzgerald) quando se depara com um caderninho vermelho olhando pra você, pedindo para ser aberto. É isso que acontece com Dash, que cede aos impulsos de sua curiosidade, abre o caderno e encontra o seguinte:

“Eu deixei algumas pistas para você.
Se você as quiser, vire a página.
Se não, coloque o caderno de volta na prateleira, por favor.”

Dash obviamente aceita o desafio, e assim começa sua correspondência com Lily. A história se passa na cidade de Nova York às vésperas do Natal – época idolatrada por Lily e detestada por Dash. Seus desafios os levam à diversos cantos da Big Apple, onde a cada nova leitura do caderno eles sentem que se conhecem – e se entendem – cada vez mais.

“You bookish little pervert”




Resenha: Night Road, Kristin Hannah

Quem acompanha o blog já há algum tempo sabe que a maioria dos livros que eu leio são Young Adult. Entretanto, tem horas que eu preciso de um bom romance, daqueles pra gente ler enquanto relaxa na banheira tomando uma taça de vinho tinto. É nessas horas que eu recorro à Kristin Hannah, a autora do estado de Washington que escreve primordialmente sobre relacionamentos entre mães e filhas. Seu livro mais recente – Night Road – foi lançado em Março desse ano e ontem à noite eu finalmente comecei (e terminei) a história de duas família lutando para superar uma tragédia.

Logo no começo do livro nós sabemos que algo ruim acontece no verão de 2004. O prólogo se passa em 2010 e nos mostra uma personagem – sem citar nomes, mas logo podemos adivinhar de quem se trata – parada na Night Road, o lugar onde “a chuva se transformou em cinzas.” Fica claro que alguém perdeu a vida ali, e o livro pode muito bem ser dividido entre “antes do acidente” e “depois do acidente,” o que inevitavelmente me faz lembrar de Quem é Você, Alasca? (resenha aqui) com todo seu simbolismo sobre os momentos que definem o resto de nossas vidas. Mas enquanto John Green explora o lado romântico e incompreensível da perda de um primeiro amor, Kristin Hannah nos mostra a perda  no ponto de vista de um amor mais profundo, um amor supostamente incondicional: o amor de uma mãe.

We are gonna be Harry and Hermione. Friends Forever.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...