Arquivo para a categoria ‘ Literatura Estrangeira ’


Resenha: Bittersweet

Antigamente Hudson sabia exatamente como seu futuro seria. Até que uma traição mudou sua vida e despedaçou seus sonhos. Agora ela é uma garota que não acredita em segundas chances, uma garota que passa longe dos holofotes fazendo bolos no restaurante de sua mãe e obcecada com o rumo que sua vida poderia ter levado. Então quando as coisas começam a melhorar e ela tem outra chance de realizar seus sonhos, Hudson fica igualmente esperançosa e assustada. É claro que esse é justamente o momento que um garoto adorável e bonito entra em sua vida – e ela não sabe qual é a dele. Ela tem muita coisa com o que lidar e tendo sido machucada anteriormente, arriscar tudo não é tão fácil assim. É hora de Hudson se perguntar o que ela realmente quer, e o quanto ela está disposta a sacrificar por isso. Porque em um lugar onde oportunidades são raras, ela sabe que essa chance pode muito bem ser a última.

  Would sorry have made any difference? Does it ever?




Resenha: Julieta Imortal, Stacey Jay

Sinopse: Julieta Capuleto não tirou a própria vida. Ela foi assassinada pela pessoa em quem mais confiava, seu marido, Romeu Montecchio, que fez o sacrifício para assegurar sua imortalidade. Mas Romeu não imaginou que Julieta também teria vida eterna e se tornaria uma agente dos Embaixadores da Luz. Por setecentos anos, Julieta lutou para preservar o amor e as vidas de inocentes, enquanto Romeu tinha por fim destruir o coração humano. Mas agora que Julieta encontrou seu amor proibido, Romeu fará de tudo que estiver ao seu alcance para destruir a felicidade dela. Fonte

Eis aí um livro que gostei e não gostei. Pelo menos não tive vontade de jogá-lo na parede, mas achei algumas partes bem dramáticas – ao extremo, devo dizer. Aliás, esse livro me fez ter vontade de escrever uma fan-fic sobre o Romeu, porque achei a personagem dele muito mais interessante que a Julieta e o final aberto a “N” possibilidades, mas aí descobri que o livro tem continuação, então passou. Vamos ver como a Stacey vai fazer com o Romeu primeiro. hehehe

Conselho de amiga: Gostando ou não de Shakespeare, leia o livro de mente aberta. Vou explicar com a resenha.

Continue lendo…




Resenha: Os homens que não amavam as mulheres

Sinopse: Primeiro volume de trilogia cult de mistério que se tornou fenômeno mundial de vendas, Os homens que não amavam as mulheres traz uma dupla irresistível de protagonistas-detetives: o jornalista Mikael Blomkvist e a genial e perturbada hacker Lisbeth Salander. Juntos eles desvelam uma trama verdadeiramente escabrosa envolvendo a elite sueca (…). Fonte

Quem me conhece sabe que eu sou uma spoiler-queen. Leio spoilers dos livros, leio o parágrafo final do livro e geralmente não atrapalha a minha leitura. Deste livro, porém, eu me segurei. Não sei bem por que, acho que foi porque me disseram que o começo era embromação e só depois de umas 200 páginas é que eu conseguiria ler com mais entusiasmo. Talvez tenha sido esse fator que me fez deixar essa trilogia parada na minha estante por mais de dois anos. Ganhei o primeiro livro em 2010 de aniversário e depois comprei logo os outros dois, já que contraditoriamente me indicaram que era uma leitura ótima e os deixei lá parados.

Como ano passado a minha meta de leitura foi um completo fiasco, esse ano eu decidi priorizar os livros da minha estante (expliquei aqui e aqui), principalmente os de série e, aproveitando a deixa da estreia do filme americano, resolvi começar a leitura com a trilogia Millennium.

“A vingança é um motivo poderoso.” (Lisbeth Salander)




Meu autor de cabeceira: F. Scott Fitzgerald

 

“A generation grown up to find all gods dead, all wars fought, all faiths in man shaken.”

 

Minha história com Francis Scott Fitzgerald vem de longa data, assim como com toda a chamada “Geração Perdida”.

Eu vivi minha adolescência nos anos noventa, numa época em que a internet não era algo comum na maioria das casas. As pessoas começaram a ter internet  em casa na segunda metade  dos anos 90. TV a cabo também era algo raríssimo. E a TV aberta sempre foi uma porcaria. Resumo da ópera: eu lia muito.

E todo mundo chega um dia aos complicados 13 anos, onde você ainda não é adulto, mas quer ser adulto. Você pensa que é adulto. E quer agir como tal. Foi nessa idade que eu encontrei a Geração Perdida.

 

Sometimes it is harder to deprive oneself of a pain than of a pleasure




TTT: Top Ten Books I’d Save If My Home Was On Fire

 

E eis o capcioso momento onde o TTT da semana te põe em dilemas morais e/ou existenciais, onde tu entra numa crise homérica, imaginando a situação ilustrativa como realidade e descobre que isso é exatamente o teu maior medo. Sem contar que, na hora do incêndio, na pressa, escolher somente dez livros…

Lembrando que o  Top Ten Tuesday é uma iniciativa do blog The Broke and the Bookish

NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...