Arquivo para a categoria ‘ Literatura Estrangeira ’


Controvérsia: National Book Award

O National Book Award é um prêmio oferecido pela National Book Foundation nos Estados Unidos desde 1950, que honra os livros considerados melhores na literatura norte-americana a cada ano, em diversas categorias. Esse ano, cinco finalistas foram escolhidos – como de costume – para todas as categorias.

Dentre os livros indicados na categoria Young People’s Literature estava Shine, de Lauren Myracle (sem tradução no Brasil), que lida com problemas enfrentados pela juventude gay. Após receber um telefonema dizendo que Shine estava na lista, Myracle foi então informada que a indicação de seu livro havia sido feita erroneamente, mas continuaria indicado devido à méritos próprios. Hoje, no entanto, a autora revogou sua indicação, dizendo que “sexta-feira a National Book Foundation (NBF) pediu para que eu retirasse minha indicação para preservar a integridade do prêmio e o trabalho dos jurados, e eu concordei.”

Myracle pediu que a NBF fizesse uma doação à Matthew Shepard Foundation, e a NBF concordou em doar $5,000. Um grande número de autores e leitores – incluindo John Green, Stephanie Perkins, Rick Riordan e Maureen Johnson – demonstraram sua indignação através do twitter. “Se hoje não nos mostrou mais nada, nos mostrou o absurdo que há por trás das grandes listas e prêmios. Um pouco do brilho se perdeu,” escreveu Maureen Johnson. Stephanie Perkins comprou várias cópias de Shine para doar à bibliotecas.

Para mim, o grande problema não é Shine ter ficado de fora, mas sim a falta de respeito com que a autora foi tratada. Embora o dinheiro doado à Matthew Shepard Foundation seja um ponto positivo (palmas para Myracle), ele não muda o fato de que ao tentar “preservar a integridade do prêmio”, a NBF a comprometeu ainda mais, fazendo com que uma pessoa inocente assumisse a responsabilidade pelos erros da Fundação.

Parabéns à Lauren Myracle pela superioridade com a qual lidou com a situação, parabéns e boa sorte aos demais autores indicados, e que a NBF – e outras instituições designadas a premiar obras de qualidade – tirem dessa marmelada toda que assumir os próprios erros é sempre a melhor maneira de se lidar com o público – e consequentemente, “preservar a integridade”. Enquanto isso, me dêem licença porque preciso ir até a livraria adquirir minha cópia de Shine, que reconhecido pela NBF ou não, tem cara de ser um livro e tanto!




Resenha: Spell Hunter

Dentro do grande Carvalho existe um reino de fadas, cheio de segredos ao invés de mágica. Há muito tempo as fadas perderam sua magia misteriosamente. Roubadas de seus poderes, elas se tornaram egoístas e enfadonhas. Agora os seus números estão diminuindo e a sobrevivência de sua espécie está em jogo.

Apenas uma jovem fada – Knife – está determinada a descobrir o que aconteceu com a magia de seu povo e a tentar recuperá-la. Ao contrário de suas irmãs, Knife é forte e independente. Ela não tem medo de nada – dos corvos perversos, da rigorosa Fada Rainha, nem mesmo dos humanos fascinantes que moram ali perto. Mas quando Knife desobedece a Fada Rainha e torna-se amiga de um humano chamado Paul, sua jornada se torna mais perigosa do que ela imagina. Será que Knife pode confiar que Paul irá ajudá-la ou ela trouxe as fadas ainda mais perto de sua destruição?   Fonte

Esqueça tudo que você acha que sabe sobre Fadas…




Resenha: Querido John

“Nicholas Sparks, autor número 1 de best-sellers, traz agora uma história inesquecível de um jovem que tem que tomar a decisão mais difícil de sua vida, em nome de seu grande amor. Querido John, dizia a carta que partiu um coração e transformou duas vidas para sempre. Quando John Tyree conhece Savannah Lynn Curtis, descobre estar pronto para recomeçar sua vida. Com um futuro sem grandes perspectivas, ele, um jovem rebelde, decide alistar-se no exército, após concluir o ensino médio. Durante sua licença, conhece a garota de seus sonhos, Savannah. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah prometa esperá-lo concluir seus deveres militares. Porém ninguém previa o que estava para acontecer, os atentados de 11 de setembro mudariam suas vidas e do mundo todo. E assim como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu país e seu amor por Savannah. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, ele descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar.” Fonte

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Resenha: Destino, Ally Condie

Sinopse: Cassia tem absoluta confiança nas escolhas da Sociedade. Ter o destino definido pelo sistema é um preço pequeno a se pagar por uma vida tranquila e saudável, um emprego seguro e a certeza da escolha do companheiro perfeito para se formar uma família. Ela acaba de completar 17 anos e seu grande dia chegou: o Banquete do Par, o jantar oficial no qual será anunciado o nome de seu companheiro. Quando surge numa tela o rosto de seu amigo mais querido, Xander – bonito, inteligente, atencioso, íntimo dela há tantos anos -, tudo parece bom demais para ser verdade.Quando a tela se apaga, volta a se acender por um instante, revelando um outro rosto, e se apaga de novo, o mundo de certezas absolutas que ela conhecia parece se desfazer debaixo de seus pés. Agora, Cassia vê a Sociedade com novos olhos e é tomada por um inédito desejo de escolher. Escolher entre Xander e o sensível Ky, entre a segurança e o risco, entre a perfeição e a paixão. Entre a ordem estabelecida e a promessa de um novo mundo.

Eu acabei lendo o livro Destino, que foi escrito por Ally Condie, de uma forma bastante inusitada. Eu já havia procurado sobre esse livro na internet, porém as opiniões eram as mais diferentes possíveis. Por isso, acabei desistindo dele.

Alguns meses atrás, o tema do Clube do Livro Saraiva do Rio de Janeiro foi “Sociedades Distópicas”. E é claro que Destino foi um dos livros comentados. Eu acabei me interessando MUITO pela história e eu simplesmente precisava dele. Adivinha só? Eu ganhei o livro no sorteio! E o melhor de tudo:  ele não me decepcionou!

A Sociedade escolhe tudo. Inclusive o seu Par perfeito…




Resenha: Extremamente Alto & Incrivelmente Perto

“Nunca é possível reconhecer o último momento de felicidade que antecede uma tragédia. Seja ela o ataque às torres do World Trade Center, seja o cruel bombardeio aliado sobre Dresden, que arrasou a cidade e a população civil da histórica cidade alemã na Segunda Guerra Mundial. Portanto, dificilmente há tempo de verbalizar o amor que se sente pelas pessoas próximas que, por um golpe do destino, tornam-se distantes. Esta constatação e os dois acontecimentos históricos guiam ‘Extremamente alto & incrivelmente perto’. O principal narrador do livro, Oskar, é um menino extremamente inteligente de 9 anos de idade, sofre com a morte do pai, uma das vítimas do ataque ao World Trade Center, que estava no local da tragédia por um mero acaso – uma reunião no Windows of the World, o restaurante no último andar de uma das torres. A dor de Oskar não vem só da perda, mas do fato de julgar ser o único a ouvir as últimas palavras emitidas pelo pai, deixadas numa secretária eletrônica.” Fonte

Há exatamente dez anos as duas torres do World Trade Center em Nova York deixaram de existir devido à um ataque terrorista que chocou o mundo. Diversas pessoas pularam dos prédios em chamas, num ato de desespero, ou talvez voando em direção ao destino que – em um momento de sabedoria – eles julgavam ser inevitável. 2,977 pessoas perderam suas vidas nos ataques de 11 de Setembro de 2001 e todos foram atingidos, seja por um sentimento de insegurança que assolou o mundo, seja pelas novas regras de segurança em prédios e aeroportos que foram adotadas logo em seguida. Mas ninguém foi tão atingido como as pessoas que tiveram suas vidas mudadas para sempre pela perda de familiares ou amigos e é sobre isso que Jonathan Safran Foer escreve em Extremamente Alto e Incrivelmente Perto.

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