Arquivo para a categoria ‘ Literatura Estrangeira ’


Resenha: Como Encantar um Canalha

Como Encantar Um CanalhaFicha técnica:

Nome: Como encantar um Canalha

Autor: Suzanne Enoch

Tradutor: Thalita Uba

Páginas: 320

Editora: Harlequin

Evelyn, uma jovem obstinada, promete se vingar de um dos canalhas mais infames de Londres. Mas, quando o cafajeste vira o jogo, quem vai realmente aprender uma lição sobre do que o amor é capaz?

Nas ruas, ele é chamado ironicamente de “Santo”, mas o marquês de St. Aubyn merece sua reputação como o maior canalha de Londres. Evie sabe que deve evitá-lo, mas ela quer ajudar as crianças do orfanato, e ele preside o conselho dos administradores. Quando Santo nega seu pedido para ser voluntária no Coração da Esperança, ela decide que o homem precisa aprender uma lição. Ela só precisa descobrir como resistir aos encantos daquele mulherengo.

Para Santo, a ideia de ceder a uma mulher como Evie é impensável. Ele não quer se tornar outro projeto de caridade em suas mãos, mas a moça se recusa a desistir. Que outra opção ele tem a não ser seduzir a dama? Porém, ele não esperava ser seduzido pelo doce coração da mulher. A tentação de passar longas noites nos braços dela poderia provocar o impossível? Será que o mais conhecido cafajeste de Londres poderia mudar? Fonte

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Resenha: Máquinas como eu

Máquinas como EuFicha técnica:

Nome: Máquinas como eu

Autor: Ian McEwan

Tradutor: Jorio Dauster

Páginas: 328

Editora: Companhia das Letras

Londres, 1982. A Grã-Bretanha perdeu a Guerra das Malvinas. A primeira-ministra Margareth Thatcher tem seu poder desestabilizado ao ser desafiada pelo esquerdista Tony Benn. O matemático Alan Turing vive sua homossexualidade plenamente e suas contribuições para o avanço da tecnologia permitiram não só a disseminação da internet e dos smartphones como a criação dos primeiros humanos sintéticos, com aparência e inteligência altamente fidedignas. É nesse mundo que Charlie, Miranda e Adão — o robô que divide a vida com o casal — devem encontrar saída para seus sonhos e ambições, seus dramas morais e amorosos. O novo romance de Ian McEwan desafia nosso entendimento sobre humanos e não humanos e trata do perigo de criar coisas que estão além de nosso controle. Fonte

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Resenha: Um caminho para a liberdade

Nós fomos presenteados pelo livro do Intrínsecos, mas só agora conseguimos colocar a resenha no ar. Segue a capa que virá na livraria!

Um Caminho Para a LiberdadeFicha técnica:

Nome: Um caminho para a liberdade

Autor: Jojo Moyes

Tradutoras: Ana Rodrigues, Catharina Pinheiro, Julia Sobral Campos e Maria Carmelita Dias

Páginas: 368

Editora: Intrínseca

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Sinopse:

Os sonhos de Alice Wright se transformam numa estranha realidade quando ela descobre que se casar e partir rumo aos Estados Unidos não significa exatamente o que imaginava. Não demora para a inglesa perceber que a liberdade que teria ao se afastar da família e ir morar com o marido se torna, na realidade, uma prisão – grande parte por conta de um sogro incapaz de perceber as mulheres como seres pensantes e autônomos. Um caminho para a liberdade tem como cenário o Kentucky rural pós-Depressão, mas o drama vivido por Alice e outras quatro mulheres, inconformadas com o lugar de submissão que lhes é imposto, é um problema dos dias de hoje.

Na história, a reação de Alice vem sob a forma de um projeto de biblioteca itinerante a cavalo, liderado por Margery, mulher abominável e rebelde do ponto de vista daqueles que defendem “a moral e os bons costumes”, mas que logo se mostra uma amiga fiel e inspiradora.

Ao levar entretenimento e informação aos lares mais remotos, Alice e suas companheiras logo entendem que quem mais se beneficia com esse esforço são elas mesmas. O preconceito, o racismo e o obscurantismo persistente se mostram frágeis quando confrontados com o poder do conhecimento. Mas como resistir à pressão daqueles que lutam pela manutenção dos velhos costumes e preferem permanecer nas sombras? É o que esse grupo de mulheres vai descobrir, em uma história por vezes romântica, por vezes engraçada, mas que também é a obra mais política de Jojo Moyes, como ela própria afirma em entrevista à revista intrínsecos. A mais recente obra de Moyes é, a um só tempo, tanto uma ode à literatura quanto uma viagem de autoconhecimento que emancipa aqueles que a escolhem. (Fonte)

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Resenha: Teto para dois

Ficha técnica

Título: Teto para dois

Autora: Beth O’Leary

Tradutora: Carolina Selvatici

Páginas: 400

Editora: Intrínseca

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Sinopse: Três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar. Contrariando os amigos, ela topa um acordo bastante inusitado.

Leon está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional para arranjar dinheiro rápido: sublocar seu apartamento, onde fica apenas no período da manhã e da tarde nos dias úteis, já que passa os finais de semana com a namorada e trabalha como enfermeiro no turno da noite. Só que tem um detalhe importante: o lugar tem apenas uma cama.

Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Leon e Tiffy fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as trivialidades do dia a dia por Post-its espalhados pela casa. Mas será que essa solução aparentemente perfeita resiste a um ex-namorado obsessivo, uma namorada ciumenta, um irmão encrencado, dois empregos exigentes e alguns amigos superprotetores?

Teto para dois tem toda aquela sinopse de um bom romance afinal… Como assim dividir uma cama sem nunca terem se conhecido? Foi nessa situação inusitada que Leon e Tiffy se encontraram. Leon estava com problemas financeiros e como ele é enfermeiro, resolve sublocar o apartamento no período da noite e nos finais de semana. Já Tiffy se separou do seu ex-namorado e resolve sair do apartamento dele só que ela também não tem muito dinheiro disponível para um aluguel. Parece uma união perfeita, se não fosse um detalhe: o lugar tem apenas uma cama e a namorada de Leon é muito ciumenta e faz com que o acordo seja fechado, porém sem os dois se encontrarem “ao vivo”…

~ Dica: acompanhe nosso Instagram e fique por dentro das resenhas e indicações em primeira mão! ~

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Resenha: Mulheres na Luta

Ficha técnica:

Título: Mulheres na Luta – 150 anos em busca de liberdade, igualdade e sororidade

Autoras: Marta Breen e Jenny Jordahl

Posfácio “Brasileiras na Luta”: Bárbara Castro

Tradutora: Kristin Lie Garrubo

Páginas: 128

Editora: Seguinte

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Sinopse: “Há 150 anos, a vida das mulheres era muito diferente: elas não podiam tomar decisões sobre seu corpo, votar ou ganhar o próprio dinheiro. Quando nasciam, os pais estavam no comando; depois, os maridos. O cenário só começou a mudar quando elas passaram a se organizar e a lutar por liberdade e igualdade. Neste livro, Marta Breen e Jenny Jordahl destacam batalhas históricas das mulheres — pelo direito à educação, pela participação na política, pelo uso de contraceptivos, por igualdade no mercado de trabalho, entre várias outras —, relacionando-as a diversos movimentos sociais. O resultado é um rico panorama da luta feminista, que mostra o avanço que já foi feito — e tudo o que ainda precisamos conquistar.”

Quando vi a edição de Mulheres na Luta – 150 anos em busca de liberdade, igualdade e sororidade na livraria, é claro que o título e o tema me chamaram atenção, mas preciso ser franca: foi o capricho que me fez querer pedir essa HQ para nossa parceira, a Editora Seguinte. A edição capa dura é cheirosa (muito!), com ilustrações lindíssimas e miolo todo colorido. Se vale a pena? E muito! Cada página é um aprendizado sobre as mulheres que construíram nossa história (e muitas vezes foram sumariamente apagadas dela) e, além disso, é uma obra para se ter na estante e abraçar (e cheirar!).

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