Arquivo para a categoria ‘ Literatura Estrangeira ’


Resenha: Eu, Você e a Garota que vai Morrer

EUN_VOCE_E_A_GAROTA_QUE_VAI_MORRERLivro que deu origem ao filme vencedor do Festival Sundance 2015, nas categorias Público e Crítica, com estreia marcada para 12 de junho nos EUA, Eu, você e a garota que vai morrer é uma mistura perfeita entre drama e humor e um retrato preciso da adolescência em face do amadurecimento. Na trama, Greg tem apenas um amigo, Earl, com quem passa o tempo livre jogando videogame e (re)criando versões bastante pessoais de clássicos do cinema, até a sua mãe decidir que ele deve se aproximar de Raquel, colega de turma que sofre de leucemia. Contrariando todas as expectativas, os três se tornam amigos e vivem experiências ao mesmo tempo tocantes e hilárias, narradas com incrível talento e sensibilidade. Crossover com enorme potencial no segmento young adult, o romance é perfeito para fãs de livros e filmes como A culpa é das estrelas e As vantagens de ser invisível. Fonte

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Resenha: Novembro de 63

NOVEMBRO_DE_63_1380329210BA vida pode mudar num instante, e dar uma guinada extraordinária. É o que acontece com Jake Epping, um professor de inglês de uma cidade do Maine. Enquanto corrigia as redações dos seus alunos do supletivo, Jake se depara com um texto brutal e fascinante, escrito pelo faxineiro Harry Dunning. Cinquenta anos atrás, Harry sobreviveu à noite em que seu pai massacrou toda a família com uma marreta. Jake fica em choque… mas um segredo ainda mais bizarro surge quando Al, dono da lanchonete da cidade, recruta Jake para assumir a missão que se tornou sua obsessão: deter o assassinato de John Kennedy. Al mostra a Jake como isso pode ser possível: entrando por um portal na despensa da lanchonete, assim chegando ao ano de 1958, o tempo de Eisenhower e Elvis, carrões vermelhos, meias soquete e fumaça de cigarro.

Após interferir no massacre da família Dunning, Jake inicia uma nova vida na calorosa cidadezinha de Jodie, no Texas. Mas todas as curvas dessa estrada levam ao solitário e problemático Lee Harvey Oswald. O curso da história está prestes a ser desviado… com consequências imprevisíveis.

Em Novembro de 63, livro inédito de Stephen King, a viagem no tempo nunca foi tão plausível… e aterrorizante.

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Resenha: Uma vida no escuro

Quando li a sinopse desse livro pela primeira vez, achei que se tratava de ficção, e das mais fantasiosas. Como assim uma pessoa não consegue viver na luz, nenhuma luz? Infelizmente, estava muito enganada. A história de Anna Lyndsey é real. Uma vida no escuro é uma das auto-biografias mais interessantes, angustiantes e belas que já li. Daquelas histórias que fazem com que você valorize cada pequena bênção em sua vida.

Uma_Vida_Escuro“Com uma carreira consolidada e um apartamento recém-comprado em Londres, parecia que a única preocupação de Anna Lyndsey seria a manutenção de seu padrão de vida. No entanto, o que começou como um desconforto diante da tela do computador revelou-se uma grave sensibilidade a qualquer fonte de luz. Em pouco tempo, trabalhar tornou-se inviável, e mesmo atividades corriqueiras passaram a causar dores lancinantes. Conforme os sintomas foram se agravando, ela precisou abrir mão da casa, da independência e de qualquer possibilidade de planos futuros.
Diante do relato de Anna sobre seus dias na escuridão, é impossível para o leitor não se perguntar o que de fato é fundamental. Se quase todas as opções fossem retiradas, das mais corriqueiras às mais preciosas, o que faria a vida continuar valendo a pena? Em uma situação em que as luzes e telas que deveriam significar segurança e comodidade são um perigo iminente, não seria de se admirar que Anna entrasse em depressão ou até mesmo cometesse suicídio.
No entanto, ela nos revela uma existência com mais nuances do que se poderia esperar de alguém mergulhado no mais profundo breu. Entre audiolivros, jogos de palavras e formas inusitadas de banir os raios de luz, Anna descobre meios de afastar os pensamentos deprimentes e perseverar mesmo com a incerteza de sua condição. Com seu contato com o mundo externo restrito à família, ao marido e às raras visitas, ela aprende a valorizar cada segundo de remissão da sua sensibilidade, admirando a natureza, a rotina e até as tarefas domésticas de uma perspectiva completamente nova.” Fonte

Chorar me traz alívio.




Outras páginas: Battle Royale (Mangá)

Distopia, jovens duelando, muito sangue, intriga, traições, alianças e claro, gente morrendo. Parece familiar? Eu sei oque você pensou, mas não, não estou falando de Jogos Vorazes e sim de Battle Royale (BR). Um dos precursores da idéia “jovens se matando”, será que Battle Royale realmente está com essa bola toda? Confira comigo no replay.

“No futuro, classes de escolas fundamentais são escolhidas aleatoriamente para competir em uma jogo chamado Battle Royale. As regras: apenas um estudante deve sobreviver após três dias em uma ilha ou então todos morrerão. Armas são distribuídas e cada estudante é enviado para o campo sozinhos e despreparados para o terror que os aguarda. Os alunos se viram uns contra os outros em uma batalha por sobrevivência, alianças são feitas e quebradas, e antigos amigos tornam-se inimigos enquanto a contagem regressiva continua. No meio de traições e contagem crescente de corpos, dois colegas confessam seu amor um pelo outro e juram sobreviver esse jogo mortal juntos.” – Fonte: Traduzido de Tokyopop

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Resenha: Era uma vez no Outono

Nossa, será que gosto de romances de época, ainda mais da Lisa Kleypas? É claro que sim!!! E estava roendo as unhas de tanto esperar pelo lançamento do segundo livro da série As Quatro Estações do Amor (ou The Wallflowers, como preferirem rs). Principalmente porque esse segundo livro trata de uma das mais indomáveis Flores Secas do grupo, Lillian!

ERA_UMA_VEZ_NO_OUTONOA jovem e obstinada Lillian Bowman sai dos Estados Unidos em busca de um marido da aristocracia londrina. Contudo nenhum homem parece capaz de fazê-la perder a cabeça. Exceto, talvez, Marcus Marsden, o arrogante lorde Westcliff, que ela despreza mais do que a qualquer outra pessoa.

Marcus é o típico britânico reservado e controlado. Mas algo na audaciosa Lillian faz com que ele saia de si. Os dois simplesmente não conseguem parar de brigar.

Então, numa tarde de outono, um encontro inesperado faz Lillian perceber que, sob a fachada de austeridade, há o homem apaixonado com que sempre sonhou. Mas será que um conde vai desafiar as convenções sociais a ponto de propor casamento a uma moça tão inapropriada? Fonte

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