Arquivo para a categoria ‘ Literatura Nacional ’


Resenha: Não se humilha, não

Ficha técnica:

Nome: Não se humilha, não

Autor: Isabela Freitas

Páginas: 320

Editora: Intrínseca

Muito antes de decidir desapegar, Isabela passou por poucas e boas. De férias da faculdade de Direito e longe dos amigos Pedro e Amanda, às vezes ela se envolve com alguém para se distrair, mas nenhum ficante faz seu coração bater mais forte. Dessa vez, é só um garoto do curso de inglês.

A única coisa que Isabela e Fábio compartilham são os beijos, e ela sabe que a história deles não tem muito futuro. A agitação da volta às aulas traz Gustavo Ferreira, que entra em sua vida de forma arrebatadora. Lindo e de uma tradicional família de Juiz de Fora (MG), ele a convida a embarcar em sentimentos totalmente novos.

Isabela parecia ter encontrado o garoto dos sonhos… até despertar para uma realidade bem diferente. O que começa como conto de fadas logo muda de figura, e ninguém imagina que por trás das declarações de amor de Gustavo nas redes sociais há uma garota que a cada dia perde mais o brilho, que se vê obrigada a medir cada gesto e já nem se reconhece mais.

Quarto livro da série que já vendeu 1,5 milhão de exemplares no Brasil, Não se humilha, não se passa antes dos acontecimentos narrados em Não se apega, não e vai agradar tanto os fãs da autora quanto os novos leitores. Com seu humor único e seu olhar otimista, Isabela Freitas traça os desafios de se amar diante de tudo que tenta nos aprisionar e explora temas importantes, como relacionamentos abusivos, protagonismo feminino, amor-próprio e amizade.

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Resenha: Enterre seus mortos

Ficha técnica:

Título: Enterre seus mortos

Autor: Ana Paula Maia

Páginas: 136

Editora: Companhia das Letras

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Sinopse: “Edgar Wilson é “um homem simples que executa tarefas”. Trabalha no órgão responsável por recolher animais mortos em estradas e levá-los para um depósito onde são triturados num grande moedor. Seu colega de profissão, Tomás, é um ex-padre excomungado pela Igreja Católica que distribui extrema unção aos moribundos vítimas de acidentes fatais que cruzam seu caminho. A rotina de Edgar Wilson, absurda em sua pacatez, é alterada quando ele se depara com o corpo de uma mulher enforcada dentro da mata. Quando descobre que a polícia não possui recursos para recolhê-lo – o rabecão está quebrado –, o funcionário é incapaz de deixá-lo à mercê dos abutres e decide rebocar o cadáver clandestinamente até o depósito, onde o guarda num velho freezer, à espera de um policial que, quando chega, não pode resolver a situação. Nos próximos dias, o improvisado esquife receberá ainda outro achado de Wilson, o lacônico herói deste desolador romance kafkiano: desta vez o corpo de um homem. Habituados a conviver com a brutalidade, Edgar e Tomás não se abalam diante da morte, mas conhecem a fronteira, pela qual transitam diariamente, entre o bem e o mal, o homem e o animal. Enquanto Tomás se empenha em salvar a alma, Edgar se preocupa com a carcaça daqueles que cruzam seu caminho. Por isso, os dois decidem dar um fim digno àqueles infelizes cadáveres. Em sua tentativa de devolvê-los ao curso da normalidade, palavra fugidia no universo que Ana Paula Maia constrói magistralmente, os dois removedores de animais mortos conhecerão o insalubre destino de seus semelhantes. Com uma linguagem seca, que mimetiza as estradas pelas quais o romance se desenrola, a autora faz brotar questões existenciais de difícil resolução. O resultado é uma inusitada mescla de romance filosófico e faroeste que revela o poderoso projeto literário de Maia.”

Antes de pegar esse livro, já tinha ouvido bastante sobre sua autora, a Ana Paula Maia, lá pelas bandas do Twitter. Ouvido coisas muito boas, vale frisar, e pude confirmar que era tudo verdade lendo Enterre seus mortosseu lançamento mais recente pela nossa parceira, a Companhia das Letras.

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Resenha – Sete pinturas: a lenda do fim do mundo

Ficha técnica:

Título: Sete pinturas: a lenda do fim do mundo

Autor: Landulfo Almeida

Páginas: 408

Editora: Amazon (auto-publicação)

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Sinopse: Em um passado distante, estranhas pinturas rupestres são encontradas em uma caverna oculta no coração da Amazônia. Considerado sagrado pelos índios, o local está associado a uma lenda ancestral e a uma descoberta fantástica.
Ao longo dos anos o segredo é mantido por uma única família e confere a ela grande poder e fortuna. Nos dias atuais, apenas dois homens, Raphael Roman Dummas e Marcos Cleanfield, têm completo conhecimento sobre a verdadeira natureza da descoberta e ambos têm interpretações diferentes sobre a lenda e suas ramificações.
A morte, sem explicação científica, de milhares de pássaros e uma tentativa de assassinato alteram o equilíbrio pacífico de forças sustentado até então por Raphael e Marcos.
Dois amigos, Daniel e Érica, criados em um orfanato como irmãos, sem perceber são catapultados ao epicentro do conflito e se verão cada vez mais embrenhados em uma rede de intrigas e espionagem.
Uma mulher misteriosa, dotada de habilidades incomuns, um inimigo desconhecido, atentados, estranhos eventos naturais, paixões e morte farão com que alianças sejam criadas e destruídas. Dilemas éticos e morais, e a dificuldade de definir onde está a verdade permeiam a história e cada decisão de seus personagens.
Na floresta amazônica, durante um confronto repleto de ação, uma revelação aterradora transformará a luta entre Raphael e Marcos em uma batalha pela salvação da humanidade.

Sete pinturas: a lenda do fim do mundo, livro do autor brasileiro Landulfo Almeida, não tem uma estrutura de enredo muito comum, então essa resenha vai ser um pouco diferente do que eu normalmente faço. Ele é quase como se fosse um grande quebra-cabeças: fatos e personagens soltos vão sendo apresentados desde o início, sem muitas explicações e por isso o leitor pode se perguntar “Mas como isso tudo vai se encaixar?”. Demora um pouco, mas todos os fios vão sendo unidos um por um. Então é um pouco difícil fazer uma sinopse que resuma o livro, e por isso eu vou apresentar os primeiros acontecimentos do livro e as minhas opiniões sobre o enredo como um todo.

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Resenha: Carcereiros

Ficha técnica:

Título: Carcereiros

Autor: Drauzio Varella

Páginas: 232

Editora: Companhia das Letras

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Sinopse: “Em Estação Carandiru Drauzio Varella focou seu corajoso relato na população carcerária de um dos presídios mais violentos do Brasil. Mas os vinte e três anos atuando em presídios brasileiros como médico voluntário também o aproximaram do outro lado da moeda: as centenas de agentes penitenciários que, trabalhando sob condições rigorosas e muitas vezes colocando a vida em risco, administram essa população. Foi com um grupo desses agentes que Drauzio passou a se reunir depois das longas jornadas de trabalho, em um botequim de frente para o Carandiru. E essa convivência pôs o autor em contato com os relatos narrados em Carcereiros, segundo volume da trilogia iniciada por Estação Carandiru – o terceiro livro, Prisioneiras, terá como ponto de partida o trabalho do médico na Penitenciária Feminina da Capital. Acompanhamos, assim, uma rebelião pelos olhos de quem tenta contê-la. Entramos em contato com o cotidiano dos carcereiros e as situações desconcertantes impostas pelo ofício, que eles resolvem com jogo de cintura e, não raramente, com humor. O que emerge é um retrato franco de um mundo totalmente desconhecido para quem está de fora.”

Drauzio Varella merece o título de “melhor pessoa” e isso não é um meme. Em um mar de insanidade, ele é o homem mais sensato desse Brasil, tão insano ultimamente. Vê-lo falar em seu canal do Youtube me traz paz (além de informação, é claro). Já ler seus livros me traz reflexão – sobre a sociedade brasileira tão doente, sobre a nossa triste desigualdade social, sobre a vida nas periferias e sobre a vida dentro das cadeiras, principalmente. É curioso, mas estou lendo sua série sobre as prisões brasileiras de trás pra frente – comecei com o indispensável Prisioneiras (resenha) e agora li Carcereiros, tão bom quanto, mas essa ordem maluca não compromete a leitura, fiquem tranquilos (para quem é rebelde como eu ~risos~). Esse último, uma obra com histórias de agentes penitenciários, é mais uma obra rica em histórias de homens anônimos que arriscam suas vidas diariamente e conhecem o que há de mais terrível na humanidade.

~ Dica: acompanhe nosso Instagram e fique por dentro das resenhas e indicações em primeira mão! ~

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Resenha: Confissões de uma Terapeuta

Confissões de uma TerapeutaFicha técnica:

Nome: Confissões de uma terapeuta

Autor: Renata Lustosa

Páginas: 306

Editora: Lura Editorial

Melissa Belinque é uma garota planejada. Muito planejada. Apaixonada por seu melhor amigo e formada em Psicologia, ela é uma terapeuta especializada em relacionamentos, mas que nunca esteve em um.

O que fazer quando, numa reviravolta do destino, Melissa descobre que uma de suas pacientes está apaixonada pelo mesmo homem que ela?

Ela terá que correr atrás do prejuízo e impedir que o grande amor de sua vida e seus planos para o futuro sejam mandados para as cucuias.

Um chick lit divertido sobre uma protagonista com problemas de ansiedade, um pouquinho acima do peso, lutando contra as armadilhas da própria mente. Fonte

Olá! Hoje eu quero contar pra vocês o que achei dessa leitura. Não é novidade que eu adoro chick-lits – até demais! rs E tive a oportunidade de ler essa belezinha já tem um tempinho, então agora vamos ao que interessa!

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