Arquivo para a categoria ‘ Literatura Nacional ’


A Cuca Recomenda: As Batidas Perdidas do Coração

Fiquei muito em dúvida se pedia ou não esse livro na nossa parceria com a Editora Verus. Por um lado, é um livro de uma autora nacional que é promessa do gênero e foi recomendadíssimo pelo blog Psychobooks. Por outro lado… é um romance, ou sendo bem mais específica, um New Adult. Acho ótima a entrada de autores brasileiros nesse gênero que já é sucesso, mas é um tipo de leitura que sai um pouco da minha zona de conforto e que, até o momento, nas minhas leituras prévias, não me convenceu. No entanto, fui teimosa, a curiosidade venceu, e eu resolvi ler o livro. Como a própria autora o descreve, acredito que a melhor palavra para As Batidas Perdidas do Coração seja mesmo intenso.

“Viviane acaba de perder o pai. Com a mãe em depressão, ela se vê obrigada a assumir o controle da casa com o irmão mais novo. Rafael teve o pai assassinado há alguns anos e agora viu quatro pessoas de sua família, incluindo a única irmã, morrerem em um acidente de carro. Viviane pertence a uma classe social que ele despreza. Rafael é tudo o que ela sempre ouviu que deveria evitar. Eles são opostos, porém dividem a mesma dor. Jamais se aproximariam se a morte não os colocasse frente a frente, e agora, por mais que saibam que são completamente errados um para o outro, não conseguem evitar uma intensa conexão, que poderá salvá-los ou condená-los para sempre. As Batidas Perdidas do Coração é uma história sobre perdas e como cada um lida com elas. É o encontro atormentado entre a dor e o amor. Com uma narrativa sexy, envolvente e repleta de música, este livro traz a última tentativa de duas pessoas arruinadas que, juntas, buscam desesperadamente se encontrar.” Fonte

O tempo é capaz de desfocar as nossas dores e nos distrair com a vida que segue, mas a dor nunca some por completo. Nós a colocamos em um arquivo do coração e evitamos mexer nela.




Resenha: Maratona Brasuca

Olá caros leitores, tudo bem? Estou aqui dessa vez para fazer um resumão da semana brasuca, a qual, infelizmente, não teve um saldo positivo e nenhum livro digno de merecer resenha individual. Então desculpem, mas vou afogar vocês em nada menos que três resenhas de um gole só.

“Então vamos descer essa pinga amarga.




Maratona Brasuca #1 – Resultado do Sorteio do Superkit

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Quem tá doido para saber quem foi o grande vencedor da Maratona Brasuca?! Esse sortudo vai levar pra casa 7, repito, 7 livros, gente! Então corre e descubra se foi você!

A Maratona Brasuca é uma iniciativa dos blogs Livros de Fantasia, Por Essas Páginas, Dragonmount Books, Sobre Mim e Meu Mundo, Desarranjo Cerebral e Os Romances de Dona Caroline.

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Resenha: Brincos de Ouro e Sentimentos Pingentes

BRINCOS_DE_OURO_E_SENTIMENTOS_PINGENTESSinopse: “beijo tem gosto, tato, tontura e lembrança.” Este é um dos versos que a narradora dessa história, Manuela, escreve enquanto vai descobrindo os prazeres e frustrações do seu “primeiro amor”. A história é um vai-e-vem poético que avança e volta no tempo, que vai do presente para o passado, que conta o início de uma paixão quando a heroína tem 11 anos e agora que ela tem 16 e sabe que um amor de verdade não tem hora nem dia marcados, é uma vivência que nunca tem fim. Ele se chama Pedro Cláudio, é oito anos mais velho do que ela, segue a carreira de músico e tem medo de amar uma garota que mostra para ele que o amor não tem idade e só sabe seguir a cronologia do coração. Brincos de ouro e sentimentos pingentes é um livro que revela com delicadeza e ao mesmo tempo sem falso pudor que o final mais feliz de uma história de amor é deixar naturalmente o amor acontecer. Afinal de contas, para Manuela “é na dor” que ela parece confessar com o próprio corpo nos seus poemas que tornam essa história de amor mais amorosa ainda. Fonte

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A Cuca Recomenda: Todo dia é dois de novembro

“Brasil. Dias atuais. Um vírus de origem desconhecida se alastrou, fugindo do controle das autoridades. Aqueles que antes estavam mortos agora caminham sobre a terra. Aqueles que ainda estão vivos lutam para não serem devorados e se metamorfosearem em monstros. Dois contos, duas histórias; não sobre mortos-vivos, mas sobre sobrevivência. O que você faria se todo o dia fosse o dia dos mortos?” Fonte

Todo dia é dois de novembro foi o último livro que li na Maratona Brasuca. Ele me atraiu primeiro pela capa, que achei muito bem feita, visto que é um livro independente, segundo por serem zumbis (eu nem gosto desses caras né?) e terceiro porque um dos autores é o Samuel Cardeal (citei-o nesse Top Ten Tuesday), e eu já estava há um tempinho querendo ler algo dele. Mas e aí, será que A Cuca Recomenda?

Todo dia é dia dos mortos.

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