Arquivo para a categoria ‘ Literatura Nacional ’


A Cuca Recomenda: Um amor, um verão, e o milagre da vida

Olá pessoal, e bem-vindos à nova coluna do Por Essas Páginas: A Cuca Recomenda. A Cuca, claro, sou, mas podem me chamar de Karen também. E por que a Cuca? Porque ela é uma personagem tipicamente brasileira, pertencente ao nosso belo e rico folclore (pelo qual sou perdidamente apaixonada) e aqui na nossa coluna, vamos falar sobre Literatura Nacional. Vamos viajar pelas páginas de vários livros brasileiros e, claro, dar uma paradinha aqui e ali para falar da nossa cultura. Prontos?

Para começar, uma resenha de uma autora nacional promissora, que chegou com um livro encantador.

 

“Verão, férias, sol, paixão, festas, lual, amores… Angra dos Reis…! Uma jovem bela e rica passa as férias na casa dos avôs em Angra na Praia de Provetá. Um jovem surfista morador da última aldeia de pescadores da região dá aulas de surf para as crianças. Um encontro, um romance num cenário maravilhoso com banhos de mar, passeios, e belas paisagens. De repente, uma dor de estômago e o jovem está com câncer. Médicos, enfermeiros, hospital especializado, doutores da alegria; todos envolvidos na luta contra essa enfermidade, numa atitude de solidariedade, amor, e, sobretudo, na busca da cura através do diagnóstico precoce. O livro é um romance na adolescência, no qual é abordado a Neoplasia (câncer), protagonizado pelos personagens João Carlos e Maria Paula, que juntos terão a vida marcada para sempre pelas férias daquele verão.” Fonte

 

O primeiro contato que tive com “Um amor, um verão, e o milagre da vida” foi quando a Vânia disse que tinha recebido o livro da nossa parceira, a Editora Baldon, para a resenha do blog e se lembrou de mim para lê-lo. Geralmente me mantenho dentro da minha casinha de livros de terror e suspense, mas sempre abro uma exceção para um romance e um drama aqui e ali de vez em quando, e acredito que devemos sempre ler todo tipo de gênero.

Praia, sol e uma bela lição de amor…




Resenha: Alma de Fogo, Mário Teixeira

Olá, eu sou a Michele. Ou a Caileach. Depende do estado de espírito. Eu leio muito. Sempre li, desde criança. Leitura para mim sempre é sinônimo de prazer. Infelizmente já não tenho o mesmo tempo que outrora tive para desfrutar de páginas e mais páginas. Mas a gente vai tentando.
Eu leio de tudo, de literatura de massa aos clássicos; de infanto-juvenil ao existencialismo. Tenho uma certa preferência pessoal por fantasia, mas isso não me impede de ler outras obras.
Sou professora de literatura infanto juvenil e sempre defendi para meus alunos que um bom professor deve ler o que os alunos leem. É necessário estar por dentro das leituras deles e não simplesmente indicar qualquer obra baseado em uma simples resenha. Leu a resenha? Gostou? Então cria vergonha na cara e vai ler o livro também, né? Afinal, se tu não leu, se tu não sabe do que está falando, como vai argumentar, defender ou criticar determinada obra, não é mesmo? Continue lendo…




Resenha: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado

Olá, eu sou a Lucy! =^.^=
Sou conhecida por gostar de spoilers, mas eu resistirei à tentação de contar qualquer coisa que estrague a leitura aqui. rsrs

Acho interessante informar que os livros que eu provavelmente venha a resenhar não são tão atuais, mas sinceramente, isso não é importante. O importante são as histórias, não? Então vamos a elas.

Acabei de ler a poucas horas “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, de Jorge Amado. Essa fábula foi escrita em 1948, quando o autor morava em Paris com a família, e ele a deu de presente a seu filho, João Jorge. Porém, embora João Jorge conhecesse a fábula, contada pelo pai, ele só encontrou o manuscrito em 1976 e pediu para o artista plástico Carybé ilustrá-la. Ao mostrar a obra datilografada e ilustrada para Jorge Amado, ele decidiu publicá-la nesse mesmo ano.

Primeiramente, eu quero abrir um parêntese e dizer que eu sempre tive curiosidade de ler esse livro por causa de uma parte que foi extraída dele e inserida em um dos livros didáticos do meu primário (atual Ensino Fundamental), provavelmente para uma lição de interpretação de texto, e também porque há algum tempo a estória foi adaptada para o teatro e eu sempre me ressenti por não ter assistido (nem sei se está em cartaz ainda, vou pesquisar rsrs).

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