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Resenha: A Corrida de Escorpião

Eu achei que no blog tivesse a resenha desse livro, mas não achei. Como eu li há pouco tempo, resolvi deixar as minhas impressões.

A Corrida de EscorpiãoNa pequena ilha de Thisby, poucos cavaleiros são bravos o suficiente para competir na corrida de escorpião que acontece a cada novembro. Pela primeira vez uma mulher, a jovem Puck Connolly, vai competir. Ela tem dois irmãos e ficou órfã depois que os pais foram devorados pelos cavalos assassinos. Por isso, ela está determinada não só a competir como ganhar a corrida. Para isso, Puck terá que enfrentar outro jovem corajoso e encantador. Sean Kendrick também perdeu o pai, atropelado pelas sanguinárias criaturas.

Apesar de terríveis, os cavalos do mar são uma grande atração turística. O turismo é a principal fonte de renda dos habitantes de Thisby. A ilha é um lugar fascinante e, ao mesmo tempo que atrai, também amedronta. A descrição que Maggie faz dos desfiladeiros do local é carregada de poesia. Com a narrativa alternando entre o ponto de vista de Sean e de Puck, a autora criou uma trama envolvente, classificada por críticos do New York Times e do Los Angeles Times como inovadora.

Em A corrida de escorpião, Maggie Stiefvater nos leva até o limite, em que o amor e a vida encontram seus maiores obstáculos e apenas os fortes de coração podem sobreviver. Uma leitura inesquecível.

A obra teve os direitos vendidos para o cinema e recebeu críticas excelentes, sendo eleito um dos melhores livros de 2011 pelos seguintes veículos especializados: New York Times, Publishers Weekly, School Library Journal, The Horn Book e Kirkus Reviews, além de ganhar o prêmio Michael L. Printz, concedido anualmente pela Associação Americana de Bibliotecas ao melhor livro juvenil. Fonte

Hoje é o primeiro dia de novembro, portanto alguém vai morrer.




Resenha: O Rei Corvo

O Rei CorvoO aguardado volume final da Saga dos Corvos, uma conclusão espetacular à história mítica e sombria criada por Maggie Stiefvater. Nada que está vivo é seguro. Nada que está morto é confiável. Há anos Gansey iniciou uma jornada para encontrar um rei perdido. Um a um, ele atraiu seus amigos para essa missão: Ronan, que rouba coisas de sonhos; Adam, cuja vida já não é sua; Noah, cuja vida não é mais vida; e Blue, que ama Gansey… e tem certeza de que está destinada a matá-lo. O fim já começou. Sonhos e pesadelos estão convergindo. Amor e perda são coisas inseparáveis. E a busca pelo rei se recusa a ser fixada em um caminho. A busca pelo rei adormecido vai chegar ao fim em Henrietta — mas não sem perdas, desejos, revelações e uma verdade brutal. Com O rei Corvo, Stiefvater conclui uma verdadeira obra-prima. Fonte

Essa resenha pode ou não conter spoilers dos livros anteriores. Nunca se sabe meu humor.

Ele era um rei.




Resenha: Lírio Azul, Azul Lírio

Quem acompanha a série, sabe que esse é o terceiro e penúltimo volume d’A Saga dos Corvos. Para quem não conhece, mas quer conhecer, eu sugiro que leia as resenhas anteriores, pelo menos para se inteirar melhor.

Para quem não sabe, Bue Sargent é uma jovem que vem de uma família de médiuns, e sabe que quando beijar seu verdadeiro amor, ele morrerá. Ela conhece quatro garotos da Academia Aglionby, uma escola só para rapazes e filhos de pessoas influentes. Gansey, Adam, Ronan e Noah estão à procura de um rei galês, Glendower, que concederá um desejo a quem o despertar (e tem muito mais disso, mas leiam os livros para saber).

Lírio Azul, Azul LírioA complexa teia de intrigas, magia e ação torna-se ainda mais enigmática no terceiro volume da série.

Blue Sargent encontrou coisas. Pela primeira vez na vida, ela tem amigos em quem pode confiar e um grupo ao qual pertencer.
Os garotos corvos a acolheram como se ela fosse um deles. Os infortúnios deles tornaram-se dela e vice-versa. O problema de coisas encontradas, porém, é a facilidade com que podem se perder. Amigos podem trair. Mães podem desaparecer. Visões podem iludir. Certezas podem se desfazer.

Em Lírio azul, azul lírio, o leitor vai descobrir para onde Blue, Gansey, Adam, Ronan e Noah serão levados em sua jornada para encontrar o lendário rei galês Glendower. Fonte

Esta resenha pode conter spoilers dos livros anteriores de A Saga dos Corvos. Mas eu me atento a nunca colocar nada que prejudique a leitura de alguém.

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Resenha: Ladrões de Sonhos

Quando eu recebi Ladrões de Sonhos (e demorou um pouquinho para acontecer), eu logo queria começar a leitura. Cheguei a levá-lo comigo para as minhas férias, mas aí acabei interrompendo a leitura principalmente porque… no fim do dia eu não aguentava segurar o livro de tão cansada… Mas aí eu voltei e consegui encerrar a leitura e vamos agora à resenha:

LADROES_DE_SONHOSSinopse: Ladrões de sonhos, o segundo volume da Saga dos Corvos, traz de volta a imaginação selvagem e as reviravoltas eletrizantes que somente uma autora original como Maggie Stiefvater é capaz de criar. Ao lado de Blue, os garotos corvos — o privilegiado Gansey, o torturado Adam, o espectral Noah e o sombrio e perigoso Ronan — continuam sua busca pelo lendário rei galês Glendower. Mas suas explorações enfrentam um duro contratempo conforme segredos, sonhos e pesadelos começam a enfraquecer a linha ley — um canal invisível de energia que conecta lugares sagrados e que pode levá-los até o rei. Será por isso que a floresta mística de Cabeswater sumiu inexplicavelmente? Quem é o misterioso Homem Cinzento e por que ele está procurando o Greywaren, uma relíquia que permite tirar objetos de sonhos? E o que isso tem a ver com o indecifrável Ronan? Conforme Blue e os garotos corvos procuram respostas a essas e outras questões, o perigo que os envolve se torna cada vez mais real, e será preciso apostar todas as fichas nessa aventura enigmática. Fonte

Essa resenha pode conter spoilers de Os Garotos Corvos, mas eu geralmente aviso antes de soltar alguma bomba, então pode ler sem culpa.

Ronan Lynch vivia com toda sorte de segredos




Resenha: Os Garotos Corvos

Assim que a Vânia postou a resenha de The Raven Boys, eu coloquei esse livro na minha lista de leitura. Quando a Verus disponibilizou para resenha, eu não hesitei em pedir esse livro. Infelizmente ele demorou mais do que o esperado e quando ele chegou, eu estava com outras leituras pendentes. Agora que consegui lê-lo, trago a minha opinião sobre ele.

Eu não ia colocar, mas ele faz parte do Desafio Realmente Desafiante elaborado pela Clícia do blog Silêncio que eu to lendo. Item 5. Com um animal na capa..

OS_GAROTOS_CORVOSSinopse: Todo ano, na véspera do Dia de São Marcos,­ Blue Sargent vai com sua mãe clarividente até uma igreja abandonada para ver os espíritos daqueles que vão morrer em breve. Blue nunca consegue vê-los — até este ano, quando um garoto emerge da escuridão e fala diretamente com ela.

Seu nome é Gansey, e ela logo descobre que ele é um estudante rico da Academia Aglionby, a escola particular da cidade. Mas Blue se impôs uma regra: ficar longe dos garotos da Aglionby. Conhecidos como garotos corvos, eles só podem significar encrenca.

Gansey tem tudo — dinheiro, boa aparência, amigos leais —, mas deseja muito mais. Ele está em uma missão com outros três garotos corvos: Adam, o aluno pobre que se ressente de toda a riqueza ao seu redor; Ronan, a alma perturbada que varia da raiva ao desespero; e Noah, o observador taciturno, que percebe muitas coisas, mas fala pouco.

 Desde que se entende por gente, as médiuns da família dizem a Blue que, se ela beijar seu verdadeiro amor, ele morrerá. Mas ela não acredita no amor, por isso nunca pensou que isso seria um problema. Agora, conforme sua vida se torna cada vez mais ligada ao estranho mundo dos garotos corvos, ela não tem mais tanta certeza. (…)  Fonte

Existem apenas duas razões para uma não vidente ver um espírito na véspera do dia de São Marcos, Blue. Ou você é o verdadeiro amor dele, ou você o matou.

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