Arquivo para a categoria ‘ Meu Autor de Cabeceira ’


Meu Autor de Cabeceira: Mario Prata

Cheguei um pouquinho mais tarde no blog, então vários autores que eu amo já tinham estado na cabeceira de outras companheiras blogueiras do Por Essas Páginas: Stephen King – meu mestre e primeira opção -, Agatha Christie – um amor antigo, e até mesmo Rick Riordan. J.K. Rowling não vale, senão todas nós íamos sair aqui no tapa para falar dela. Então pensei: sobre quem vou falar?

E foi aí que ele veio na minha cabeça logo de cara. Mario Prata. Ele, que está na lista de autores que me inspiram, talvez mais porque ele, pessoalmente, já me incentivou a fazer o que amo. E querem coisa mais inspiradora e maravilhosa do que encontrar um autor, alguém que você-quer-ser-quando-crescer frente a frente? Calma, eu vou contar sobre isso também. Mas antes vou falar um pouquinho desse orgulho nacional. Acho que, depois de todos esses motivos, nada mais merecido do que falar de um dos mais versáteis e talentosos autores brasileiros dessa geração.

Como eu disse antes, ele é um dos autores mais versáteis que já tive a oportunidade de ler. Já fez de tudo. Teatro, cinema, literatura, televisão. E também já passou por vários gêneros: desde crônicas (e como eu adoro ler suas crônicas!) até mesmo infanto-juvenil. Tem aquele delicioso bom humor, mas também já fez drama, porque já fez novela e tantos outros trabalhos. É daqueles autores que você olha seu imenso currículo e pensa: uau, eu vou passar a vida inteira lendo e assistindo obras dele, porque tem tanta coisa. Que maravilha!

Escreva tudo… menos bula!




Meu autor de cabeceira: F. Scott Fitzgerald

 

“A generation grown up to find all gods dead, all wars fought, all faiths in man shaken.”

 

Minha história com Francis Scott Fitzgerald vem de longa data, assim como com toda a chamada “Geração Perdida”.

Eu vivi minha adolescência nos anos noventa, numa época em que a internet não era algo comum na maioria das casas. As pessoas começaram a ter internet  em casa na segunda metade  dos anos 90. TV a cabo também era algo raríssimo. E a TV aberta sempre foi uma porcaria. Resumo da ópera: eu lia muito.

E todo mundo chega um dia aos complicados 13 anos, onde você ainda não é adulto, mas quer ser adulto. Você pensa que é adulto. E quer agir como tal. Foi nessa idade que eu encontrei a Geração Perdida.

 

Sometimes it is harder to deprive oneself of a pain than of a pleasure




Meu Autor de Cabeceira: Stephanie Perkins

2011 foi um ano bastante produtivo para mim no quesito leitura, e uma das coisas mais especiais pra mim foi poder descobrir o trabalho de novos autores e adicioná-los à minha coleção de “autores para ficar sempre de olho.” E depois de John Green, Stephanie Perkins certamente foi a minha descoberta de 2011.

Stephanie Perkins nasceu na Carolina do Sul, já morou no Arizona, em San Francisco e em Atlanta, e atualmente mora na Carolina do Norte, com seu marido, melhor amigo e wizard rocker Jarrod. Seu primeiro livro – Anna e o Beijo Francês – foi lançado em 2010 pela Dutton Books, e conta a história de Anna Oliphant, que vai estudar seu último ano do Ensino Médio em Paris a contragosto, e acaba se apaixonando pela cidade-luz e pelo encantador americano-britânico-parisiense Étienne St. Clair.

“Boys turns girls into such idiots.”




Meu autor de cabeceira – Neil Gaiman

Antes de mais nada, eu deveria ter postado em uma sexta-feira, mas não consegui. rsrs Então, com dois dias de atraso, quero falar com vocês sobre (tchanan!) Neil Gaiman.

Neil Richard Gaiman nasceu em 10 de novembro de 1960, na cidade de Portchester, no sul da Inglaterra. É considerado um dos maiores roteiristas de quadrinhos dos últimos 20 anos e atualmente mora em Minneapolis, nos Estados Unidos com sua ex-mulher, Mary McGrath, e três filhos: Holly, Michael e Maddy Gaiman.

Foi jornalista e crítico literário. Após ter se tornado amigo do famoso roteirista Alan Moore (ambos antes da fama), Gaiman começou a escrever quadrinhos. Escreveu duas histórias com seu colaborador e amigo Dave McKean: Violent Cases, publicado pela editora inglesa Titan Books, no meio da década de 1980 e Signal to Noise. Mais tarde, firmou um contrato com a DC Comics que resultou na minissérie Orquídea Negra. A mini-série foi um sucesso de público e crítica e gerou um convite para escrever uma revista mensal, revitalizando outro personagem antigo da “Era de Ouro” (período compreendido entre as décadas de 1940 e 1950), ninguém menos que Sandman.

Continue lendo…




Meu autor de cabeceira: Marian Keyes

Marian Keyes. Só com isso já veio o nome de algumas comidas à cabeça? Sushi, Melancia… Se pensou isso, pensou certo! Estou falando da escritora irlandesa que já ganhou prêmios de literatura em sua terra natal e teve seus quinze romance traduzidos para 33 (isso mesmo, 33!) idiomas diferentes. A autora best-seller nasceu no dia 10 de Setembro de 1963 em Limerick, cresceu em Monkstown e obteve um diploma em Direito pela Dublin University. Infeliz com a profissão, mudou-se para Londres onde foi garçonete e também trabalhou em alguns escritórios. Continue lendo…