Arquivo para a categoria ‘ Mistério e Crime ’


Resenha: Columbine

Em 20 de Abril de 1999, dois adolescentes no último ano do Ensino Médio entraram na sua escola e começaram a atirar em colegas e professores, matando um total de 13 pessoas e ferindo mais de 20 antes de tirarem as próprias vidas. A tragédia que chocou a pequena cidade de Littleton, Colorado, foi transformada em um circo pela mídia e pelas igrejas locais, causando intermináveis debates sobre aquisição de armas, medicamentos para depressão, e pais que não criam seus filhos com valores morais. Mas a pergunta que assombrou os estudantes, seus pais e todos que acompanharam o caso nunca foi propriamente respondida: Por quê? Juntando elementos da investigação, relatos de profissionais ligados ao caso, entrevistas com diversas pessoas envolvidas, e os diários e vídeos dos assassinos, Dave Cullen formou um esboço de Eric Harris e Dylan Klebold, que nos ajuda a entender melhor seus motivos e, quem sabe, prevenir que mais tragédias desse tipo aconteçam.

Eric dreamed big but settled for reality




Resenha: O Hipnotista

“O massacre de uma família nos arredores de Estocolmo abala a polícia sueca. Os homicídios chamam a atenção do detetive Joona Linna, que exige investigar os assassinatos. O criminoso ainda está foragido, e há somente uma testemunha: o filho de 15 anos, que sobreviveu ao ataque. Quem cometeu os crimes o queria morto: ele recebeu mais de cem facadas e está em estado de choque. Desesperado por informações, Linna só vê uma saída: hipnose. Ele convence o Dr. Erik Maria Bark – especialista em pacientes psicologicamente traumatizados – a hipnotizar o garoto, na esperança de descobrir o assassino através das memórias da vítima. É o tipo de trabalho que Bark jurara nunca mais fazer: eticamente questionável e psicologicamente danoso. Quando ele quebra a promessa e hipnotiza o garoto, uma longa e aterrorizante sequência de acontecimentos tem início.” Fonte

“O Hipnotista”, de Lars Kepler (pseudônimo utilizado pelo casal de escritores suecos Alexandra e Alexander Ahndoril), já estava esperando na minha estante há um bom tempo para ser lido. O gênero policial/suspense está entre os meus favoritos, então as minhas expectativas eram grandes a respeito desse título. Como sempre, caí na armadilha de criar grandes expectativas em alguma coisa.

Quando você pensa que uma coisa é uma coisa… ela é outra completamente diferente.




Resenha: Nudez Mortal

Eu vivo falando dessa autora aqui no blog: já fiz um Meu autor de cabeceira com ela e sempre a menciono nos Top Ten Tuesday. Mas eu ainda não fiz a resenha de nenhum livro dela! Para corrigir esse “erro”, hoje irei falar sobre a série da Nora Roberts que eu mais amo: a Série Mortal. Para ser mais correta, eu deveria falar que os livros são de autoria de J.D.Robb. Mas esse é só um pseudônimo, então está tudo certo!

Antes de falar de Nudez Mortal, irei comentar um pouco sobre a série como um todo. Isso porque quando eu falo sobre ela, sempre me fazem diversas perguntas. Então vamos lá:

Mas essa série é infinita! Quantos livros já foram lançados mesmo? Quando ela termina? Como eu vou ler isso tudo?




Resenha: Dexter – A mão esquerda de Deus

“Dexter Morgan é um educado lobo vestido em pele de ovelha. Ele é atraente e charmoso, mas algo em seu passado fez com que se transformasse numa pessoa diferente. Dexter é um serial killer. Na verdade, é um assassino incomum que extermina apenas aqueles que merecem. Ao mesmo tempo, trabalha como perito da polícia de Miami… Em Dexter, a Mão Esquerda de Deus, o livro que deu origem à aclamada série de TV, o adorável matador depara-se com um concorrente de estilo semelhante ao seu, encanta-se e incomoda-se com ele, prevê seus passos… A escrita requintada de Jeff Lindsay nos faz mergulhar na mente de um dos personagens mais ambíguos da história da literatura de suspense. Nunca o macabro foi tratado com tanto refinamento e leveza. Dexter Morgan é uma obra-prima.” Fonte.

Esse é um dos livros que eu mais queria ler já há um bom tempo (desde que eu comecei a ver a série de televisão, para ser mais exata; aliás, perdoem-me, mas vou acabar falando um pouco da série aqui nessa resenha, além de falar do livro). Eu queria tanto ler esse livro, que um dia passei na livraria, naquelas vezes que entro lá só para fazer uma horinha, olhei para o título e não resisti: comprei. E olha que eu não sou de fazer isso, quem tem esse costume é nossa querida Lucy. Mas enfim, não aguentei: entrei, comprei, saí e logo comecei a ler. E devorei o livro todinho em poucos dias.

Confronte seu passageiro sombrio…




Resenha: Os homens que não amavam as mulheres

Sinopse: Primeiro volume de trilogia cult de mistério que se tornou fenômeno mundial de vendas, Os homens que não amavam as mulheres traz uma dupla irresistível de protagonistas-detetives: o jornalista Mikael Blomkvist e a genial e perturbada hacker Lisbeth Salander. Juntos eles desvelam uma trama verdadeiramente escabrosa envolvendo a elite sueca (…). Fonte

Quem me conhece sabe que eu sou uma spoiler-queen. Leio spoilers dos livros, leio o parágrafo final do livro e geralmente não atrapalha a minha leitura. Deste livro, porém, eu me segurei. Não sei bem por que, acho que foi porque me disseram que o começo era embromação e só depois de umas 200 páginas é que eu conseguiria ler com mais entusiasmo. Talvez tenha sido esse fator que me fez deixar essa trilogia parada na minha estante por mais de dois anos. Ganhei o primeiro livro em 2010 de aniversário e depois comprei logo os outros dois, já que contraditoriamente me indicaram que era uma leitura ótima e os deixei lá parados.

Como ano passado a minha meta de leitura foi um completo fiasco, esse ano eu decidi priorizar os livros da minha estante (expliquei aqui e aqui), principalmente os de série e, aproveitando a deixa da estreia do filme americano, resolvi começar a leitura com a trilogia Millennium.

“A vingança é um motivo poderoso.” (Lisbeth Salander)

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