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Resenha: A Última Festa

E aí pessoal, como estão todos vocês? Têm conseguido ler bastante?
Eu achei que ia conseguir ler horrores, mas não tem sido bem assim.
Mas, nestes momentos loucos que estamos vivendo, um momento pra respirar é sempre bom, né!
E nós, leitores, sabemos que podemos viajar para outros lugares, e por que não outros mundos e universos, nas páginas de um livro né!
Então #ficaemcasa e #boasleituras!

 

Ficha técnica:

Nome: A Última Festa

Autor: Lucy Foley

Tradutor: Marina Vargas

Páginas: 304

Editora: Intrínseca

Todo ano, nove amigos comemoram o réveillon juntos. Desta vez, apenas oito vão voltar para a casa depois da festa.

Programado para acontecer em um cenário idílico, o réveillon que Miranda, Katie e os outros amigos que conheceram na faculdade passarão juntos este ano promete refeições deliciosas regadas a champanhe, música, jogos e conversas descontraídas.

No entanto, as tensões começam já na viagem de trem — o grupo não tem mais nada em comum além de um passado de convivência, feridas jamais cicatrizadas e segredos potencialmente destrutivos.

E então, em meio à grande festa da última noite do ano, o fio que os mantém unidos enfim arrebenta. No dia seguinte, alguém está morto e uma forte nevasca impede a vinda do resgate. Ninguém pode entrar. Ninguém pode sair. Nem o assassino.

Contada em flashbacks a partir das perspectivas dos vários personagens, a história deste malfadado encontro é um daqueles mistérios de assassinato cheio de tensão e de ritmo perfeito. Com uma trama assustadora e brilhantemente construída, A Última Festa planta no leitor a semente da dúvida: será que velhos amigos são sempre os melhores amigos?

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Resenha: Enterre seus mortos

Ficha técnica:

Título: Enterre seus mortos

Autor: Ana Paula Maia

Páginas: 136

Editora: Companhia das Letras

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Sinopse: “Edgar Wilson é “um homem simples que executa tarefas”. Trabalha no órgão responsável por recolher animais mortos em estradas e levá-los para um depósito onde são triturados num grande moedor. Seu colega de profissão, Tomás, é um ex-padre excomungado pela Igreja Católica que distribui extrema unção aos moribundos vítimas de acidentes fatais que cruzam seu caminho. A rotina de Edgar Wilson, absurda em sua pacatez, é alterada quando ele se depara com o corpo de uma mulher enforcada dentro da mata. Quando descobre que a polícia não possui recursos para recolhê-lo – o rabecão está quebrado –, o funcionário é incapaz de deixá-lo à mercê dos abutres e decide rebocar o cadáver clandestinamente até o depósito, onde o guarda num velho freezer, à espera de um policial que, quando chega, não pode resolver a situação. Nos próximos dias, o improvisado esquife receberá ainda outro achado de Wilson, o lacônico herói deste desolador romance kafkiano: desta vez o corpo de um homem. Habituados a conviver com a brutalidade, Edgar e Tomás não se abalam diante da morte, mas conhecem a fronteira, pela qual transitam diariamente, entre o bem e o mal, o homem e o animal. Enquanto Tomás se empenha em salvar a alma, Edgar se preocupa com a carcaça daqueles que cruzam seu caminho. Por isso, os dois decidem dar um fim digno àqueles infelizes cadáveres. Em sua tentativa de devolvê-los ao curso da normalidade, palavra fugidia no universo que Ana Paula Maia constrói magistralmente, os dois removedores de animais mortos conhecerão o insalubre destino de seus semelhantes. Com uma linguagem seca, que mimetiza as estradas pelas quais o romance se desenrola, a autora faz brotar questões existenciais de difícil resolução. O resultado é uma inusitada mescla de romance filosófico e faroeste que revela o poderoso projeto literário de Maia.”

Antes de pegar esse livro, já tinha ouvido bastante sobre sua autora, a Ana Paula Maia, lá pelas bandas do Twitter. Ouvido coisas muito boas, vale frisar, e pude confirmar que era tudo verdade lendo Enterre seus mortosseu lançamento mais recente pela nossa parceira, a Companhia das Letras.

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Resenha: Ascensão

Ficha técnica:

Título: Ascensão

Autor: Stephen King

Tradução: Regiane Winarski

Páginas: 124

Editora: Suma

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Sinopse: “Scott Carey tem muito em que pensar ― o projeto enorme que pegou no trabalho; o casal lésbico que mora na casa ao lado e o cachorro delas, que insiste em fazer as necessidades no seu quintal; e a súbita e inexplicável perda de peso das últimas semanas. Apesar de não querer ser estudado e examinado, Scott decide compartilhar a questão com seu velho amigo, o dr. Bob Ellis. Afinal, apesar dos números decrescentes na balança, sua aparência continua a mesma ― além disso, seu peso não varia quando está nu ou usando roupas pesadas, quando está de mãos vazias ou carrega algo no colo. Não importa o que ele faça ou coma, Scott está cada vez mais leve ― embora não mais magro ―, e conforme seu peso se aproxima de zero, ele sabe que logo nada vai prendê-lo ao chão. Scott não quer se preocupar com o que vem pela frente; ele ainda tem tempo para resolver todas as suas questões antes do Dia Zero, e por que não começar pelas mais difíceis? Por exemplo, encarando o preconceito que suas vizinhas têm sofrido da comunidade ― e dele ― e fazendo o possível para ajudar. Amizades improváveis, a maratona anual da cidade e a misteriosa condição de Scott são a fórmula para grandes transformações. Incrivelmente alegre e profundamente triste, Ascensão é um verdadeiro antídoto para nossa cultura intolerante.”

Mais um livro do Stephen King, você se pergunta? Sim, mais um. O ano mal começou e provavelmente ele já escreveu mais dois romances e cinco contos. Mas, dessa vez, não é um livro gigante (ufa!), mas sim uma novela, que incrivelmente você pode ler numa sentada. Foi o que eu fiz – quando estava de férias, peguei o livro em uma manhã e terminei tranquilamente no início da tarde. E foi uma delícia!

Ascensão é uma pequena história que se passa em Castle Rock, Maine (sim, mais uma vez nessa cidade já famosa das obras do King). Um homem começa a perder peso inexplicavelmente, apesar de não estar perdendo massa muscular; o estranho fenômeno, porém, é apenas pano de fundo para o verdadeiro cerne da obra: a intolerância e o preconceito em uma pequena cidade conservadora e republicana dos Estados Unidos. (Mas bem que poderia ser aqui, não é, mesmo?)

~ Dica: acompanhe nosso Instagram e fique por dentro das resenhas e indicações em primeira mão! ~

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Resenha: A Tumba do Tirano

Ficha Técnica:

Nome: A Tumba do Tirano

Autor: Rick Riordan

Tradução: Regiane Winarski

Páginas: 368

Editora: Intrínseca

Os tempos estão difíceis para ex-deidades que quase destruíram a humanidade, foram expulsas do Olimpo, perderam os poderes divinos e, de quebra, conquistaram a antipatia de imperadores sanguinários. Apolo, o deus mais glorioso e belo que já existiu, agora é Lester Papadopoulos, um adolescente desajeitado de 16 anos que, para reconquistar seu lugar, precisa libertar cinco oráculos que estão na mais completa escuridão.

Não é de hoje que Apolo tem passado por poucas e boas em sua temporada terrena. Nos três livros já publicados da série As provações de Apolo, vimos o ex-deus enfrentar terríveis inimigos: um psicopata piromaníaco, um crush das antigas com sede de vingança e até um dos imperadores mais temidos da Antiguidade. Como se isso já não fosse o bastante, ele só pôde contar com sua inteligência e sagacidade humanas (bem reduzidas, como é de se esperar), já que seus poderes foram extintos por tempo indeterminado. A sorte é que nessa jornada ele teve a ajuda de amigos valiosos, como Percy Jackson, Leo Valdez e Meg McCaffrey.

Em A tumba do tirano, sua mais nova aventura, Apolo precisa correr até o Acampamento Júpiter, lar dos semideuses romanos, para ajudá-los a se defenderem da fúria do Triunvirato de imperadores, que fará de tudo para destruí-los. É hora de unir forças com Hazel, Reyna, Frank, Tyson, Ella e muitos outros nessa batalha que promete ser a mais difícil e dramática de suas vidas. Infelizmente, a chance de eles saírem vivos reside na tumba de um dos tiranos romanos mais odiados e ardilosos da história, conhecido pela soberba e pela crueldade. Se alguém achou que seria fácil voltar ao Olimpo, achou errado, é claro. Fonte

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Resenha – Sete pinturas: a lenda do fim do mundo

Ficha técnica:

Título: Sete pinturas: a lenda do fim do mundo

Autor: Landulfo Almeida

Páginas: 408

Editora: Amazon (auto-publicação)

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Sinopse: Em um passado distante, estranhas pinturas rupestres são encontradas em uma caverna oculta no coração da Amazônia. Considerado sagrado pelos índios, o local está associado a uma lenda ancestral e a uma descoberta fantástica.
Ao longo dos anos o segredo é mantido por uma única família e confere a ela grande poder e fortuna. Nos dias atuais, apenas dois homens, Raphael Roman Dummas e Marcos Cleanfield, têm completo conhecimento sobre a verdadeira natureza da descoberta e ambos têm interpretações diferentes sobre a lenda e suas ramificações.
A morte, sem explicação científica, de milhares de pássaros e uma tentativa de assassinato alteram o equilíbrio pacífico de forças sustentado até então por Raphael e Marcos.
Dois amigos, Daniel e Érica, criados em um orfanato como irmãos, sem perceber são catapultados ao epicentro do conflito e se verão cada vez mais embrenhados em uma rede de intrigas e espionagem.
Uma mulher misteriosa, dotada de habilidades incomuns, um inimigo desconhecido, atentados, estranhos eventos naturais, paixões e morte farão com que alianças sejam criadas e destruídas. Dilemas éticos e morais, e a dificuldade de definir onde está a verdade permeiam a história e cada decisão de seus personagens.
Na floresta amazônica, durante um confronto repleto de ação, uma revelação aterradora transformará a luta entre Raphael e Marcos em uma batalha pela salvação da humanidade.

Sete pinturas: a lenda do fim do mundo, livro do autor brasileiro Landulfo Almeida, não tem uma estrutura de enredo muito comum, então essa resenha vai ser um pouco diferente do que eu normalmente faço. Ele é quase como se fosse um grande quebra-cabeças: fatos e personagens soltos vão sendo apresentados desde o início, sem muitas explicações e por isso o leitor pode se perguntar “Mas como isso tudo vai se encaixar?”. Demora um pouco, mas todos os fios vão sendo unidos um por um. Então é um pouco difícil fazer uma sinopse que resuma o livro, e por isso eu vou apresentar os primeiros acontecimentos do livro e as minhas opiniões sobre o enredo como um todo.

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