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Resenha: Deuses Caídos

Ficha técnica:

Nome: Deuses Caídos

Autor: Gabriel Tennyson

Páginas: 300

Editora: Suma

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Sinopse: Um serial killer com poderes paranormais está assassinando evangelistas famosos — e os vídeos de cada um deles sendo torturados ganham cada vez mais público na internet. O assassino se proclama o novo messias, e os pecadores devem temer sua justiça. O que a Sociedade de São Tomé teme, no entanto, é que ele acabe com o trabalho de séculos de manter o sobrenatural bem afastado da consciência da população, embora seres mágicos povoem o submundo da cidade.

Para garantir que o assassino seja capturado e o máximo de discrição mantida, a Sociedade convoca Judas Cipriano — um padre indisciplinado, descendente de são Cipriano e herdeiro de alguns poderes celestiais. Veterano nesse tipo de caso, o padre é enviado para trabalhar como consultor da Polícia Civil e fica responsável por apresentar à jovem inspetora Júlia Abdemi o lado místico da cidade.

Para resolver o caso — e sobreviver —, os dois precisarão de toda ajuda que puderem encontrar… O que inclui se unir a uma súcubo imortal, um dragão chinês traficante de armas mágicas e um gárgula que é a síntese da sociedade carioca.

Comecei a ler Deuses Caídos com muita expectativa. Publicado pela Suma, que tradicionalmente é uma das editoras mais dedicadas ao terror no Brasil, Gabriel Tennyson foi apresentado como “uma voz nova e original do terror nacional”, nas palavras de Raphael Montes (resenhas aqui). Além disso, eu já tinha lido alguns contos independentes do autor, quando ele ainda assinava como Gabriel Réquiem, dos quais gostei bastante. Em Deuses Caídos, o autor traz uma investigação criminal em um imaginário brasileiro, com todos os seres que você possa imaginar, e muito gore.

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Resenha – Ele: Quando Ryan conheceu James

Ficha técnica:

 Nome: Ele: Quando Ryan conheceu James

 Autores: Sarina Bowen e Elle Kennedy

 Tradutor: Lígia Azevedo

 Páginas: 256

 Editora: Paralela

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Sinopse: James Canning nunca descobriu como perdeu seu melhor e mais próximo amigo. Quatro anos atrás, seu tatuado, destemido e impulsivo companheiro desde a infância simplesmente cortou contato. O que aconteceu na última noite daquele acampamento de verão, quando tinham apenas 18 anos, não muda uma verdade simples: Jamie sente saudade de Wes.
O maior arrependimento de Ryan Wesley é ter convencido seu amigo extremamente hétero a participar de uma aposta que testou os limites da amizade deles. Agora, prestes a se enfrentarem nos times de hóquei da faculdade, ele finalmente terá a oportunidade de se desculpar. Mas, só de olhar para o seu antigo crush, Wes percebe que ainda não conseguiu superar sua paixão adolescente.
Jamie esperou bastante tempo pelas respostas sobre o que aconteceu com seu relacionamento com Wes, mas, ao se reencontrarem, surgem ainda mais dúvidas. Uma noite de sexo pode estragar uma amizade? Essa e outras questões sobre si mesmos vão ter que ser respondidas quando Wesley e Jamie se veem como treinadores no mesmo acampamento de hóquei.

Eu já tinha falando em um dos meus Top Ten Tuesday que nesse ano eu queria ler livros LGBT porque eu já li alguns com personagens secundários, mas nunca com um personagem principal. Por isso, quando a Editora Paralela começou a divulgação de “Ele: Quando Ryan conheceu James” (que a partir de agora vou chamá-lo só de “Ele” porque o título é muito grande) eu fiquei muito curiosa e logo o coloquei na minha lista de pedidos.

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Resenha: A Assombração da Casa da Colina

Ficha técnica:

 Nome: A Assombração da Casa da Colina

 Autor: Shirley Jackson

 Tradutor: Débora Landsberg

 Páginas: 240

 Editora: Suma

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Sinopse: Considerada uma das melhores histórias de terror do século XX, a A Assombração da Casa da Colina promete calafrios aos seus leitores. Vista por mestres como Stephen King e Neil Gaiman como a rainha do terror, Shirley Jackson entrega um livro perturbador sobre a relação entre a loucura e o sobrenatural.

Sozinha no mundo, Eleanor fica encantada ao receber uma carta do dr. Montague convidando-a para passar um tempo na Casa da Colina, um local conhecido por suas manifestações fantasmagóricas. O mesmo convite é feito a Theodora, uma alma artística e “sensitiva”, e a Luke, o herdeiro da mansão.

Mas o que começa como uma exploração bem-humorada de um mito inocente se transforma em uma viagem para os piores pesadelos de seus moradores. Com o tempo, fica cada vez mais claro que a vida, e a sanidade, de todos está em risco. (Fonte)

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Resenha: Uma Casa no Fundo de Um Lago

Ficha técnica:

Nome: Uma Casa no Fundo de Um Lago

Autor: Josh Mallerman

Tradutor: Fabiana Colasanti

Páginas: 160

Editora: Intrínseca

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Sinopse: James e Amélia têm dezessete anos. Em comum, além da idade, têm o fato de estarem um a fim do outro e de serem tomados pelo nervosismo quando James chama Amélia para sair. Mas tudo parece perfeito para um primeiro encontro: um passeio de canoa pelos lagos, levando um cooler cheio de sanduíches e cervejas.À medida que se aprofundam na exploração, os dois chegam a um lago escondido e encontram algo impressionante debaixo d’água. Um lugar perigosamente mágico: uma casa de dois andares com tudo que tem direito — móveis, um jardim, uma piscina e uma porta da frente, que está aberta.Enquanto, fascinados, vasculham o imóvel e tentam passar uma boa impressão para o outro, cresce o medo. Será que um local misterioso como aquele esconde alguém — ou algo — vivo? Uma coisa é certa: depois de mergulhar nos mistérios da casa no fundo do lago, a vida deles jamais voltará a ser a mesma.

Josh Malerman foi um autor que me conquistou em seu livro de estreia, o brilhante Caixa de Pássaros (resenha aqui). Porém, em seu livro segundo livro, Piano Vermelho (resenha aqui), ele não conseguiu entregar uma obra tão incrível quanto a primeira, trazendo uma narrativa confusa, personagens pouco carismáticos e um final apressado e um pouco decepcionante. Agora, com Uma Casa no Fundo de Um Lagoo autor infelizmente traz um livro ainda mais fraco, com uma trama boba, um romance monótono, personagens rasos e um mistério que não empolga.

Uma regra: nada de como ou por quê.




Resenha: Interferências

Ficha técnica:

 Nome: Interferências

 Autor: Connie Willis

 Tradutor: Viviane Diniz Lopes

 Páginas: 464

 Editora: Suma

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Sinopse: Em um futuro não muito distante, um simples procedimento cirúrgico é capaz de aumentar a empatia entre os casais, e ele está cada vez mais na moda. Por isso, Briddey Flannigan fica contente quando seu namorado, Trent, sugere que eles façam a cirurgia antes de se casarem — a ideia é que eles desfrutem de uma conexão emocional ainda maior, e que o relacionamento fique mais completo. Bem, essa é a ideia. Mas as coisas acabam não acontecendo como o planejado: Briddey acaba se conectando com outra pessoa, totalmente inesperada.
Conforme a situação vai saindo do controle, Briddey percebe que nem sempre muita informação é o melhor, e que o amor — e a comunicação — é bem mais complicado do que ela esperava.”

Ah Interferências… Existem livros que eu sento para fazer a resenha e fico pensando no que vou escrever. Esse caso é completamente o oposto, porque essa foi uma leitura bastante peculiar. Esse era um enredo que tinha TUDO para ser aquele livro 5 estrelas – porém, infelizmente, não foi.

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