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Resenha + Sorteio: O Regresso

Olá gafanhotos (ou ursinhos?), finalmente o PEP está aqui com a resenha do comentadíssimo O Regresso! Infelizmente o urso não levou o oscar, mas você pode se  consolar lendo a nossa resenha. Será que o urso merecia?

O_REGRESSO_1452889207542171SK1452889207BEm 1823, os caçadores da Companhia de Peles Montanhas Rochosas desbravavam as terras inexploradas dos Estados Unidos, enfrentando diariamente o clima implacável, as feras selvagens e a ameaça constante de confronto com os índios, que defendiam suas terras da invasão dos homens brancos.
Em uma das missões da companhia, Hugh Glass, um dos melhores e mais experientes caçadores do grupo, fica frente a frente com um urso-cinzento, é atacado e termina gravemente ferido, claramente sem chances de sobreviver. Os homens que deveriam esperar sua morte e lhe oferecer um funeral apropriado o abandonam, levando consigo as armas e os suprimentos. Entre delírios, Glass os observa fugindo e é tomado por um único desejo: vingança. Uma determinação cega que o torna capaz de atravessar quase cinco mil quilômetros de terras intocadas e selvagens, fugindo de predadores, sobrevivendo à fome e à agonia dos ferimentos mais terríveis, a fim de concluir seu objetivo.
Inspirado em fatos reais e escrito em uma prosa arrebatadora, O Regresso é uma notável história de obsessão, um romance sobre um homem cuja vida foi ao mesmo tempo salva e condenada pela sede de vingança. Fonte: Skoob.

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Resenha: Uma vida no escuro

Quando li a sinopse desse livro pela primeira vez, achei que se tratava de ficção, e das mais fantasiosas. Como assim uma pessoa não consegue viver na luz, nenhuma luz? Infelizmente, estava muito enganada. A história de Anna Lyndsey é real. Uma vida no escuro é uma das auto-biografias mais interessantes, angustiantes e belas que já li. Daquelas histórias que fazem com que você valorize cada pequena bênção em sua vida.

Uma_Vida_Escuro“Com uma carreira consolidada e um apartamento recém-comprado em Londres, parecia que a única preocupação de Anna Lyndsey seria a manutenção de seu padrão de vida. No entanto, o que começou como um desconforto diante da tela do computador revelou-se uma grave sensibilidade a qualquer fonte de luz. Em pouco tempo, trabalhar tornou-se inviável, e mesmo atividades corriqueiras passaram a causar dores lancinantes. Conforme os sintomas foram se agravando, ela precisou abrir mão da casa, da independência e de qualquer possibilidade de planos futuros.
Diante do relato de Anna sobre seus dias na escuridão, é impossível para o leitor não se perguntar o que de fato é fundamental. Se quase todas as opções fossem retiradas, das mais corriqueiras às mais preciosas, o que faria a vida continuar valendo a pena? Em uma situação em que as luzes e telas que deveriam significar segurança e comodidade são um perigo iminente, não seria de se admirar que Anna entrasse em depressão ou até mesmo cometesse suicídio.
No entanto, ela nos revela uma existência com mais nuances do que se poderia esperar de alguém mergulhado no mais profundo breu. Entre audiolivros, jogos de palavras e formas inusitadas de banir os raios de luz, Anna descobre meios de afastar os pensamentos deprimentes e perseverar mesmo com a incerteza de sua condição. Com seu contato com o mundo externo restrito à família, ao marido e às raras visitas, ela aprende a valorizar cada segundo de remissão da sua sensibilidade, admirando a natureza, a rotina e até as tarefas domésticas de uma perspectiva completamente nova.” Fonte

Chorar me traz alívio.




Resenha: Uma história de solidão

O quanto você sabe sobre a vida dos padres? Já parou para pensar neles, não como o ser inatingível que fica em cima de um púlpito, mas como uma pessoa? E quando você pensa em um, qual a primeira ideia que lhe vem à cabeça?

Com uma narrativa sensível e brilhante, John Boyne aborda um tema pouco debatido, em mais uma obra tocante. Quando a Companhia das Letras publica mais uma obra desse meu autor de cabeceira, eu corro para ler no mesmo minuto. Vamos à resenha.

história_solidão“Odran Yates era um garoto tímido nascido na Irlanda dos anos 1950. O país tinha uma longa tradição católica, e as leis da Igreja moldavam a sociedade com rigor claustrofóbico. Filho de um pai alcoólatra, que morreu com a certeza de que era um grande ator, e de uma mãe que abandonara a carreira de aeromoça para cuidar da família, Odran abraçou o caminho eclesiástico como único destino possível.
Primogênito de um lar disfuncional, que se tornou sufocante após uma tragédia familiar, Odran obedece à mãe e vai estudar em um seminário, onde conhece Tom Cardle, de quem se torna amigo. Ao contrário de Odran, tímido, inocente e reservado, Tom era irritadiço e rebelde. Não fossem os maus-tratos constantes do pai, ele nunca teria nem sequer passado em frente a uma igreja. Já Odran concluiria mais tarde que o sacerdócio era realmente adequado à sua personalidade.
Da ingenuidade dos primeiros anos de colégio à descoberta dos segredos mais bem guardados da Igreja, o padre Odran Yates descreve uma Irlanda repleta de contradições e ódio por trás de um projeto social baseado nos bons costumes. Vive a decadência de seu ofício, que, diante de tantas denúncias de abuso sexual, passa a ser visto com desconfiança.
Mais do que lidar com a vida sofrida daqueles que ama e as implicações políticas de seu trabalho, o padre Yates tenta fazer um acerto de contas com a própria consciência, depois de ter sido convencido de que era inocente demais para entender o que ocorria ao seu redor.” Fonte

A coisa toda era um campo minado. Ninguém consegue sair de casa sem ofender alguém.




Resenha: A Protegida

Vocês já devem saber que sou mega fã de Lisa Keyplas, desde que li Os Hathaways, uma série de romance de época. Pois é, quando fiquei sabendo que essa série de romance contemporâneo seria publicada pela Gutenberg, eu ainda fiquei um pouco com o pé atrás, porque sabia que não seria a mesma coisa. E estava certa – mas adianto que valeu a pena mesmo assim.

A_PROTEGIDAUma escolha pode conduzi-la à felicidade… Ou partir irremediavelmente seu coração.

Liberty Jones é uma garota determinada, mas em sua vida pobre e difícil não há espaço para que ela consiga vislumbrar seus sonhos sendo realizados. Seu único consolo é a amizade e o amor que nutre por Hardy Cates, um jovem que possui ambições grandiosas demais para ficarem enterradas na pequena cidade de Welcome. Apesar da atração irresistível que pulsa entre os dois, tudo o que Hardy não precisa é de alguém para atrapalhar seus planos de sucesso, e ele a abandona no momento mais difícil de sua vida: quando a mãe de Liberty morre tragicamente em um acidente; deixando um bebê para ela criar. Mas a vida traz grandes surpresas e Liberty se vê sob a tutela de um magnata bilionário, que irá oferecer muito mais do que proteção à irmã e a ela, mas também revelará uma forte ligação com o passado obscuro da família de Liberty. O que Liberty não espera é ter de lidar com Gage Travis, o filho mais velho do magnata; o rapaz não aprova a presença dela em sua casa e fará de tudo para afastá-la de sua família… Gage apenas esquece de também mantê-la longe de seu coração.  Fonte

“Às vezes a vida tem um senso de humor cruel, entregando-lhe aquilo que você sempre quis no pior momento possível…”




Resultado: Promoção O Rouxinol

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Quem será que ganhou O rouxinol, de Kristin Hannah, da Editora Arqueiro? Vamos lá conhecer o vencedor ou vencedora desse prêmio?

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