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Queridinho do Mês: Bast

Olá pessoal! Nossa coluna mensal “Queridinho do Mês” saiu de férias por um tempo, mas está de volta hoje, e me pegou de surpresa! Já há algum tempo eu planejo falar de um certo vampiro (não, ele não brilha) aqui no Queridinho e eu cheguei a começar o post. Então em meio à minha releitura de O Nome do Vento, pensei que Kvothe seria um queridinho mais apropriado e minha mente se perdeu em meio à tudo que eu gostaria de falar sobre ele. Entretanto, ao chegar no final de O Nome do Vento eu percebi que meu queridinho esse mês não poderia ser ninguém mais ninguém menos do que Bast, o aluno de Kvothe!!

Fanart por ~thexserpentine

Nós somos apresentados à Bast logo no começo de O Nome do Vento, o primeiro volume de A Crônica do Matador do Rei. Bast é bonito. Ele é descrito como moreno, olhos azuis e dono de um sorriso astuto. Bast é seguro de si, engraçado e mulherengo. Ou seja, a receita certa para eu me apaixonar, já que ele me lembrou muito o que eu imagino que um jovem Sirius Black fosse. Mas não foi nada disso que fez com que eu prestasse mais atenção em Bast. O que realmente fez com que eu me apaixonasse pelo assistente de Kvothe foi sua lealdade. Além do mais, quem mais poderia chamar Kvothe de Reshi de forma tão adorável?

Pela maneira como a série é apresentada – com Kvothe fingindo ser o dono de uma hospedaria – nós sabemos onde ele está agora, que não faz mais “mágica” e que se sente culpado por coisas terríveis que aconteceram nos últimos anos. Nós também sabemos que Bast é seu aluno/assistente e que sabe a verdade sobre quem ele é, mas não descobrimos ainda onde e como Bast e Kvothe se conheceram, nem os motivos que levaram Kvothe a confiar tão plenamente em Bast.

You do not know the first note of the music that moves me




Resenha: O Nome do Vento

“Contada na voz do próprio Kvothe, essa é a história do jovem e talentoso rapaz que ao crescer torna-se o mais notório mago que o mundo já viu. A narrativa íntima de sua infância com uma trupe de artistas viajantes, seus anos passados como órfão em uma cidade movida pelo crime, sua ousadia descarada e bem sucedida de ingressar em uma escola de magia legendária, e sua vida como fugitivo após o assassinato de um rei formam uma história sobre crescimento incomparável na literatura recente. Uma história de ação escrita pelas mãos de um poeta, O Nome do Vento é uma obra-prima que transportará os leitores para dentro do corpo e da mente de um mago.” Fonte

Eu vinha ouvindo falar de O Nome do Vento há algum tempo já, fosse em blogs, nas recomendações do GoodReads ou apenas entre amigos. Algumas vezes cheguei a procurá-lo na livraria, quando nenhum outro livro me chamava a atenção, mas ao encontrar apenas o paperback – cuja letra é minúscula – sempre o deixei de lado. E então que em Abril chegou um pacote da Sabrina aqui em casa: meu presente de aniversário!

Lembre-se de que as histórias verdadeiras raramente seguem em linha reta

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