Queridinho do mês: August Pullman
Sabe aquele personagem que parece mega frágil mas tem um carisma de dar inveja? Que quando você menos espera, acaba se apaixonando por ele?

Sabe aquele personagem que parece mega frágil mas tem um carisma de dar inveja? Que quando você menos espera, acaba se apaixonando por ele?

Para encerrar com chave de ouro as homenagens à obra Orgulho e Preconceito, aproveito para nomear a Elizabeth como minha queridinha do mês de fevereiro.
Quando penso em Elizabeth Bennet, a vejo como a melhor heroína de Jane Austen (mas Elinor, de Razão e Sensibilidade é uma concorrente à altura). Acredito que o que a faz ser uma das heroínas favoritas entre os fãs de Jane Austen é sua personalidade forte, seu pensamento livre e o fato de não se intimidar em dar sua opinião, mesmo que seja contrária à da maioria.
Isso – e os seus belos olhos – foi o que chamou a atenção de Mr. Darcy.

Eu tenho muitos personagens queridinhos, é verdade. Mas esse mês, quando eu sentei na frente do computador, eu não sabia sobre quem escrever! Entrei no blog, analisei os personagens que já participaram da coluna e então pensei… COMO EU ME ESQUECI DELE? Uma série que eu amo tanto, que eu sempre faço resenhas aqui no PEP, que eu fico contando os dias para o novo livro…
Como eu fui me esquecer do Cabeça de Alga, mais conhecido como Percy Jackson?
Então, peguem o cupcake azul mais próximo e vamos conversar um pouco sobre o meu semideus favorito!
Atenção: Esse texto contém spoilers para a série Percy Jackson e os Olimpianos. O parágrafo contendo spoilers do livro “O Herói Perdido” está devidamente sinalizado.
To save a friend, you would sacrifice the world…

Olá pessoal! Nossa coluna mensal “Queridinho do Mês” saiu de férias por um tempo, mas está de volta hoje, e me pegou de surpresa! Já há algum tempo eu planejo falar de um certo vampiro (não, ele não brilha) aqui no Queridinho e eu cheguei a começar o post. Então em meio à minha releitura de O Nome do Vento, pensei que Kvothe seria um queridinho mais apropriado e minha mente se perdeu em meio à tudo que eu gostaria de falar sobre ele. Entretanto, ao chegar no final de O Nome do Vento eu percebi que meu queridinho esse mês não poderia ser ninguém mais ninguém menos do que Bast, o aluno de Kvothe!!
Nós somos apresentados à Bast logo no começo de O Nome do Vento, o primeiro volume de A Crônica do Matador do Rei. Bast é bonito. Ele é descrito como moreno, olhos azuis e dono de um sorriso astuto. Bast é seguro de si, engraçado e mulherengo. Ou seja, a receita certa para eu me apaixonar, já que ele me lembrou muito o que eu imagino que um jovem Sirius Black fosse. Mas não foi nada disso que fez com que eu prestasse mais atenção em Bast. O que realmente fez com que eu me apaixonasse pelo assistente de Kvothe foi sua lealdade. Além do mais, quem mais poderia chamar Kvothe de Reshi de forma tão adorável?
Pela maneira como a série é apresentada – com Kvothe fingindo ser o dono de uma hospedaria – nós sabemos onde ele está agora, que não faz mais “mágica” e que se sente culpado por coisas terríveis que aconteceram nos últimos anos. Nós também sabemos que Bast é seu aluno/assistente e que sabe a verdade sobre quem ele é, mas não descobrimos ainda onde e como Bast e Kvothe se conheceram, nem os motivos que levaram Kvothe a confiar tão plenamente em Bast.
You do not know the first note of the music that moves me


Fanart por 4leafcolour.
A vida nem sempre é como nós esperamos ou planejamos. Por exemplo, eu planejava fazer meu queridinho desse mês falando do meu amado idolatrado assassino em série preferido de todos os tempos, mas a vida não quis assim. Ela quis que eu viesse aqui esse mês, com um aperto (sério) no coração, lágrimas nos olhos (totalmente desidratada ultimamente) e um sorriso nos lábios (meio triste, meio feliz) para falar do meu mais novo queridinho literário, o metaforicamente perfeito Augustus Waters, do livro “A Culpa é das Estrelas”, de John Green (em inglês, The Fault in Our Stars).
Obs.: esse post vai estar cheio de spoilers. Não leia se não leu o livro. Minha sugestão é que você corra até a livraria mais próxima e compre-o. Foi o que eu fiz. E olha que eu não sou de impulsos. Compre. Esse. Livro. Agora.
Eu te amo no presente do indicativo.
