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Resenha: Léxico

Quando vi o lançamento de Léxico, logo me interessei. Não sabia o que esperar da história, mas logo me pareceu um daqueles filmes de ação que você só consegue perceber os elos lá pela primeira hora de filme. Vou tentar explicar para vocês.

LEXICOSinopse: Uma organização treina jovens talentosos para controlar a mente e o comportamento das pessoas usando combinações específicas de palavras. Os iniciados deixam suas verdadeiras identidades para trás e passam a usar nomes de poetas.
Identificada como um prodígio na arte da persuasão, Emily Ruff, que ganha a vida com truques de cartas nas ruas de São Francisco, é enviada para o treinamento em uma escola da organização e começa a aprender a técnica letal. Quando os líderes da instituição descobrem que ela está se envolvendo com outro aluno, Emily recebe uma missão aterrorizante.
Wil Parke, carpinteiro, sofre de amnésia. Um dia ele já soube o significado da palavrárida, um artefato com o poder de colocar o planeta em risco. No entanto, não lembra mais. Wil é sequestrado por dois agentes brutais, que acabaram de matar sua namorada, desesperados para impedir que um membro da organização, de codinome Virginia Woolf, cause uma grande destruição.
Em seu novo livro, Max Barry constrói uma trama sombria na qual as palavras são como armas e os tipos mais vis usam como pseudônimos grandes nomes da literatura.
“Um dos melhores livros que li em muitos anos. Obra-prima.”Hugh Howey, autor da trilogia Silo
“Uma combinação de excelentes personagens, trama criativa usando aspectos linguísticos e uma história aterrorizante.”The Guardian. Fonte

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Resenha: Eu odeio te amar

Eu odeio te amar“Débora estava prestes a viver o dia mais feliz de sua vida. Tudo estava pronto para o casamento perfeito com Felipe, o noivo mais lindo e fofo que alguém poderia ter. O apartamento estava arrumado, e todos os detalhes da lua de mel na Grécia, acertados. Até um novo emprego na redação de uma revista feminina a esperava na volta da viagem. Seria o começo de uma nova etapa de uma vida com a qual ela sempre sonhou. Na véspera da cerimônia, o noivo precisou ficar até mais tarde no escritório para resolver as últimas pendências, e ela resolveu fazer uma surpresa e aparecer sem avisar. Mas quem foi surpreendida foi ela: pegou Felipe em flagrante com a irmã do sócio, na situação mais comprometedora possível. O que fazer? Armar um escândalo e terminar tudo? Esquecer o que viu, casar e ser feliz para sempre? O que fazer quando se sente, ao mesmo tempo, um amor profundo e um ódio avassalador? Para Débora, a resposta é: criar um plano maluco para sair dessa situação e dar a volta por cima!”

Com todo o meu amor por chick-lits, é claro que eu me interessei por “Eu odeio te amar”, de Liliane Prata. Ele tinha tudo para ser aquele livro divertido, que faz o leitor dar várias risadas durante as aventuras da protagonista… Mas, infelizmente, não foi isso o que aconteceu.

Eu odeio te amar é narrado por Débora, que na véspera da cerimônia do seu casamento se depara com uma situação nada agradável. Ela fez uma surpresa para o seu noivo no escritório e acaba o flagrando em uma posição muito comprometedora com Luma, a irmã do sócio. Débora sai sem que ninguém percebesse e então começa a pensar no que fazer. Débora decide continuar com o casamento e na hora do famoso “sim”… Ela iria chocar todo mundo e dizer “não”. Porém, na hora do casamento, Débora muda completamente os planos e decide que ela vai casar sim, mas nada de “felizes para sempre” para eles. Ela pretende traí-lo com alguém… E assim fazê-lo sofrer da mesma forma que ela.

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Resenha: O Manuscrito

Falou em thriller eu já quero ler! Por isso, quando vi O Manuscrito na lista de lançamentos da Editora Arqueiro sabia que precisava lê-lo. A sinopse, a capa, a chamada do livro, tudo é tão urgente. E, assim que o livro chegou, comecei a lê-lo com a mesma urgência. No entanto, apesar de consistente e bem escrito, o suspense não foi tão empolgante quanto pensei. Um tanto previsível e bastante descritivo, O Manuscrito poderia ter sido ótimo, mas foi apenas bom.

O Manuscrito_16mm.indd“Não existe no mundo uma única pessoa que possa comprovar tudo o que está nestas páginas. Mas há uma pessoa que pode chegar perto disso. Há outras pessoas que poderiam, se devidamente motivadas, confirmar certos fatos. Talvez este livro seja a motivação para essas testemunhas, um impulso para revelarem suas verdades, para comprovarem esta história. Mas o autor não é uma dessas possíveis testemunhas. Porque, se o que você está lendo for um livro concluído, impresso, encadernado e distribuído para o mundo, é quase certo que eu já esteja morto.” Fonte

Pouco antes do amanhecer, Isabel Reed lê a última folha.




Resenha: Pequenos Deuses

PEQUENOS_DEUSESPequenos Deuses – “Só porque você consegue explicar não significa que não seja um milagre.”

Religião é um assunto controverso em Discworld. Todo mundo tem sua própria opinião e até seus próprios deuses, que podem ser de todas as formas e tamanhos. Nesse ambiente tão competitivo, as divindades precisam marcar presença. E a melhor maneira de fazer isso certamente não é assumindo a forma de uma tartaruga. Nessas situações, você precisa, e rápido, de um assistente. De preferência alguém que não faça muitas perguntas…

“Esta sátira sobre a religião institucionalizada e corrompida sugere, com um humor ágil e intrigante, que o poder dos deuses talvez seja proporcional à crença de seus seguidores.” – The Independent

“A inventividade espetacular de Terry Pratchett faz da série Discworld um prazer incessante na ficção moderna.” – Mail on Sunday Fonte

A Bertrand enviou esse exemplar para nós e eu resolvi me arriscar na leitura. Curiosamente eu tenho os livros anteriores da série Discworld, mas nunca li. Como após determinado número é possível ler fora de ordem, eu resolvi ler justamente esse que não tinha. Foi meu primeiro contato com a série e também com a escrita de Terry Pratchett.

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Resenha: Despedaçada

Ano passado, na Bienal, recebemos da Farol Literário o último volume da série Reiniciados. Eu fiquei super empolgada, porque definitivamente adorei a série – apesar de ter desacelerado um pouco no segundo livro. Mas eu tinha outras prioridades na época e deixei para depois. E vocês já devem ter reparado que às vezes eu demoro MUITO para postar a resenha de um livro lido – salvo raras exceções. Bem, aqui estamos, finalmente.

DESPEDACADASinopse: Kyla foi Reiniciada: sua memória foi apagada pelo Opressivo governo dos Lordeiros. Mas, quando lembranças proibidas de um passado violento começam a aparecer, surgem também dúvidas: ela pode confiar naqueles que passou a amar, como Ben? As autoridades querem a morte de Kyla. Com a ajuda de amigos no DEA, ela vai a fundo, sondando seu passado e fugindo. A verdade que ela busca desesperadamente, no entanto, é mais surpreendente do que ela poderia imaginar. Ao final do terceiro volume desta aclamada série, os mais profundos e imprevisíveis segredos serão revelados. Fonte

Essa resenha contém SPOILERS dos livros anteriores – dessa vez eu não me segurei, mas estão bem assinalados e ficará a seu critério lê-los ou não (recomendo não ler os spoilers mais para o final da resenha, pois são mais comprometedores).

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