Arquivo para a categoria ‘ Resenhas ’


Resenha: Termine Este Livro

Quando a Intrínseca anunciou o lançamento de Termine Este Livro, da autora Keri Smith, logo quis “ler” – digo isso porque, a exemplo do outro livro da autora publicado pela editora, Destrua Esse DiárioTermine Este Livro também é uma obra diferente, que sai do convencional e procura estimular o leitor a ser criativo e, às vezes, louco. Minhas expectativas estavam bem altas, já que tenho Destrua Esse Diário e gosto bastante dele, apesar de ainda não tê-lo completado. E, pelo título, eu esperava escrever um livro. Foi o que aconteceu? Sim e não. Isso é uma questão de referencial.

“Um livro de conteúdo profundamente misterioso foi abandonado em um parque. As páginas, soltas, foram embaralhadas pelo vento, e a capa, quase ilegível, exibia as palavras Manual de instruções. Keri Smith, autora de Destrua este diário, oferece ao leitor um novo desafio — decifrar o que há por trás dessa história e completar o conteúdo desconhecido da obra. E é claro que Smith não deixaria o leitor desamparado: a fim de realizar a missão, ele passará por um treinamento intensivo nas artes da espionagem e aprenderá a desvendar códigos secretos, reconhecer padrões ocultos no ambiente e usar a criatividade para dar a objetos comuns utilidades extraordinárias.” Fonte

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Outras Páginas: Dexter HQ

Fiquei muito feliz quando a Editora Planeta anunciou que lançando a HQ de Dexter aqui no Brasil. Já li os dois primeiros livros da série (resenhas aqui) e acompanhei todas as temporadas da série televisiva e, apesar dos deslizes das últimas temporadas, é uma história que sempre me interessa. Criada para os fãs, a HQ segue a mesma linha dos livros, mas veio também com uma pitada ligeiramente amarga da série televisiva.

Obs.: é possível que haja alguns spoilers da série ou dos livros nessa resenha.

“Dexter, o psicopata dos psicopatas, depois de fazer grande sucesso nos livros e na TV, agora invade as páginas dos quadrinhos. Nessa história completa, o devotado personagem deve lidar com um fantasma de seu passado: Steve Gonzalez, um valentão que perseguiu Dexter na época da escola. Porém, ele hoje é um  lantropo, considerado a Madre Teresa de Miami por causa de sua Fundação Esperança, que reabilita viciados. Após um inocente reencontro em uma festa, Dexter acredita que nunca mais o verá. No entanto, uma série de assassinatos coloca os dois em rota de colisão.” Fonte

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Resenha: a cor do leite

Forte e sensível, belo e visceral, feminista e humano. Esses são apenas alguns dos muitos adjetivos de a cor do leite (sim, em minúsculas), de Nell Leyshon e da Editora Bertrand Brasil. Quando recebi esse livro como uma cortesia da nossa parceria com o Grupo Editorial Record, apesar de ter considerado a capa belíssima (aveludada, deliciosa de tocar) e a sinopse instigante, acabei deixando-o para depois, devido às leituras de parceria. Grande erro: a cor do leite é um livro para ser lido imediatamente, com urgência, e acabou se tornando um dos meus favoritos na estante.

“em 1831, uma menina de 15 anos decide escrever a própria história. mary tem a língua afiada, cabelos da cor do leite, tão brancos quanto sua pele, e leva uma vida dura, trabalhando com suas três irmãs na fazenda da família. seu pai é um homem severo, que se importa apenas com o lucro das plantações. contudo, quando é enviada, contra a sua vontade, ao presbitério para cuidar da esposa do pastor, mary comprovará que a vida podia ainda ser pior. sem o direito de tomar as decisões sobre sua vida, mary tem urgência em narrar a verdade sobre sua história, mas o tempo é escasso e tudo que lhe importa é que o leitor saiba os motivos de suas atitudes. a cor do leite apresenta a narrativa desesperada de uma menina ingênua e desesperançosa, mas extremamente perspicaz e prática. escrito em primeira pessoa e todo em letras minúsculas, o texto possui estrutura típica de quem ainda não tem o pleno controle da linguagem. a jovem narradora intercala a história com suas opiniões, considerados por alguns críticos os trechos mais angustiantes da obra.” Fonte

eu não sabia. sabia que tinha sonhos mas não sabia quais.




Resenha: O Capítulo do Julian

Não é segredo pra ninguém que Extraordinário foi escolhido como o melhor livro lido em 2013 por mim. Auggie é o meu queridinho e não tem como eu não sorrir quando ele é mencionado. Quando a Intrínseca informou que o capítulo de Julian seria lançado, eu logo me animei. Primeiro, porque era o universo de Auggie; segundo porque eu queria entender um pouco o Julian, que podemos considerar como um dos “vilões”, se não o “grande vilão” de Extraordinário.

O_CAPITULO_DO_JULIANSinopse: O capítulo que você queria ler em Extraordinário Mais de 1 milhão de leitores já se encantaram com Extraordinário e a bela história de Auggie Pullman – um garotinho de feições incomuns que tem pela frente uma difícil missão: convencer as pessoas de que, apesar da aparência, é uma criança igual a qualquer outra. Agora todos terão a chance de saber o que se passa na cabeça do personagem mais controverso do romance: Julian, o menino que lidera a cruzada de bullying contra Auggie. Por que Julian trata Auggie tão mal? Será que ele pode ser perdoado? Em O capítulo do Julian R. J. Palacio faz uma comovente incursão no mundo de uma criança que tem o coração muito maior do que seus atos de bullying e crueldade podem fazer mostrar, mas precisa de ajuda para enxergar isso. Fonte

As coisas que acontecem conosco, mesmo as ruins, muitas vezes podem nos ensinar um pouco sobre nós mesmos




Resenha: A Casa das Orquídeas

A_CASA_DAS_ORQUIDEAS_1364863659PQuando criança, a pianista Júlia Forrester passava seu tempo na estufa da propriedade de Wharton Park, onde flores exóticas cultivadas pelo seu avô nasciam e morriam com as estações. Agora, recuperando-se de uma tragédia na família, ela busca mais uma vez o conforto de Wharton Park, recém-herdada por Kit Crawford, um homem carismático que também tem uma história triste. No entanto, quando um antigo diário é encontrado durante uma reforma, os dois procuram a avó de Júlia para descobrirem a verdade sobre o romance que destruiu o futuro de Wharton Park… E, assim, Júlia é levada de volta no tempo, para o mundo de Olívia e Harry Crawford, um jovem casal separado cruelmente pela Segunda Guerra Mundial, cujo frágil casamento estava destinado a afetar a felicidade de muitas gerações, inclusive da de Júlia.

 

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