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Resenha: Meu

MEUSinopse: Agora, com a distância e a escuridão entre eles, a única coisa que resta para Brooke é lutar pelo amor do homem que ela chama de “meu”. Na série best-seller REAL, o irrefreável lutador bad boy Remington Tate finalmente encontrou a maior razão pela qual lutar em sua vida, Brooke Dumas. Contratada para mantê-lo em perfeitas condições físicas, a jovem fisioterapeuta conseguiu desencadear um desejo primitivo tão vital em Remington quanto o ar que ele respira… “Remy” simplesmente já não pode viver sem ela. Brooke jamais imaginou que iria se apaixonar tão perdidamente por um homem, e mais, nunca sonhou que ele seria nada menos que a fonte de desejo de toda mulher. Quando tudo parecia caminhar para uma felicidade genuína, Brooke acaba sendo arrancada para longe dos arredores do ringue. Uma perigosa ameaça está à espreita, pronta para derrotar o “Arrebentador” e arrasar tudo em seu caminho no momento em que eles mais precisam um do outro. Mas será que uma última revelação surpreendente conseguirá mudar para sempre o destino desse intenso amor? Fonte

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A Cuca Recomenda: Flashback – Duas vidas em rota de colisão

Antes de ler esse romance tinha lido dois contos do autor Samuel Cardeal; um deles, presente no pequeno e-book de contos Todo Dia é Dois de Novembro, me surpreendeu positivamente e me fez ter vontade de procurar outros textos de sua autoria. Foi então que me deparei com seu mais recente lançamento (o autor tem três livros publicados, dois de maneira independente) pela Editora Cata-vento: a obra de ficção científica Flashback – Duas vidas em rota de colisão. Comecei o livro com uma certa expectativa, mas confesso que me decepcionei; com uma escrita imatura e personagens pouco envolventes, o livro não convenceu.

“Mark 357 é um cidadão comum, mora sozinho em um apartamento confortável e tem um bom emprego no governo. No futuro onde vive, as interações sociais são quase nulas, e sua personalidade se encaixa bem nesses parâmetros. No entanto, Mark tem sofrido com pesadelos terríveis que lhe atormentam todas as noites.
Sem conseguir mais dormir, Mark procura ajuda profissional. É então que ele descobre que aqueles pesadelos que o fazem não querer mais dormir não são apenas pesadelos, são lembranças; lembranças de uma outra vida.
Com a ajuda de Vomis, um psiquiatra excêntrico envolvido em pesquisas sobre viagem no tempo, Mark volta ao passado para consertar as coisas, salvar a si mesmo e acabar com seus pesadelos. Mas essa missão pode ser muito mais difícil do que ele imagina, e a viagem entre os tempos pode não ter volta.
O que esconde o passado de Mark?
E como ele poderá salvar a si mesmo em uma outra existência?” Fonte

Durante os sonhos, você não está limitado a apenas reviver o passado. Você pode mudá-lo!




Resenha: Mundo Novo

Mundo Novo“Neste mundo novo, só restaram os adolescentes e a sobrevivência da humanidade está em suas mãos.
Imagine uma Nova York em que animais selvagens vivem soltos no Central Park, a Grand Central Station virou um enorme mercado e há gangues inimigas por toda a parte. É nesse cenário que vivem Jeff e Donna, dois jovens sobreviventes da propagação de um vírus que dizimou toda a humanidade, menos os adolescentes.
Forçados a deixar para trás a segurança de sua tribo para encontrar pistas que possam trazer respostas sobre o que aconteceu, Jeff, Donna e mais três amigos terão de desbravar um mundo totalmente novo. Enquanto isso, Jeff tenta criar coragem para se declarar para Donna, e a garota luta para entender seus próprios sentimentos – afinal, conforme os dias passam, a adolescência vai ficando para trás e a Doença está cada vez mais próxima.”

Vou começar essa resenha sendo bastante sincera: eu fiquei com uma dúvida muito grande se eu lia Mundo Novo ou não. A sinopse dele me chamou muito atenção, porém… Ele tinha todos os requisitos para ser uma grande decepção. Então eu pensei… Pensei uma outra vez… Pensei novamente… E depois de algumas mensagens da Lucy, resolvi arriscar. E que bom que isso aconteceu – porque Mundo Novo foi uma leitura deliciosa e exatamente o que eu precisava nesse momento.

Em Mundo Novo, o planeta Terra está bem diferente do que nós conhecemos. Um homem havia dado entrada em um hospital se queixando de dores no peito. Dentro de um dia o hospital inteiro foi varrido pela doença. O vírus não deixou nenhuma chance: ninguém conseguia contê-lo e rapidamente ele foi se espalhando pelo mundo todo. A internet e todos os meios de comunicação começaram a sair do ar, um a um, e a histeria começou a tomar conta da população. Mas essa doença tinha uma característica peculiar: ela só atacava adultos e crianças pequenas. Depois de um mês, em Nova York, só tinham restado os adolescentes. Para tentar sobreviver, os jovens dividiram-se em tribos, cada um com uma filosofia diferente. Mas todos eles sabem do seu fim certo: aos 18 anos, por causa do vírus, todos eles irão morrer.

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Resenha: A Balada de Adam Henry

A_BALADA_DE_ADAM_HENRY__1413925994BPoucos autores de língua inglesa são mais importantes na atualidade do que Ian McEwan. Em quarenta anos de carreira, ele compôs marcos da literatura contemporânea, como Amor sem fim (1997), Amsterdam (1998) e Reparação (2001).
Seus livros são conhecidos pela precisão da prosa, pela atmosfera de suspense e estranhamento e também pelas viradas surpreendentes da trama, que puxam o tapete do leitor ao final do livro.
Nos últimos anos, o traço decisivo de sua literatura tem sido a defesa da racionalidade científica contra os fundamentalismos religiosos. É esse o embate que está no cerne de A balada de Adam Henry.
A personagem central é Fiona Maye, uma juíza do Tribunal Superior especialista em Direito da Família. Ela é conhecida pela “imparcialidade divina e inteligência diabólica”, na definição de um colega de magistratura. Mas seu sucesso profissional esconde fracassos na vida privada. Prestes a completar sessenta anos, ela ainda se arrepende de não ter tido filhos e vê seu casamento desmoronar.
Assim que seu marido faz as malas e sai de casa, Fiona tem de lidar com o caso de um garoto de dezessete anos chamado Adam Henry. Ele sofre de leucemia e depende de uma transfusão de sangue para sobreviver. Seus familiares, contudo, são Testemunhas de Jeová e resistem ao procedimento.
O dilema não se resume à decisão judicial. Como nos demais casos que julga, Fiona argumenta com brilho em favor do racionalismo e repele os arroubos do fervor religioso. Mas Adam se insinua de modo inesperado na vida da juíza. Revela-se um garoto culto e sensível e lhe dedica um poema incisivo: “A balada de Adam Henry”.
Os sentimentos despertados pelo garoto a surpreendem e incomodam. A crise doméstica e o envolvimento emocional com Adam – que oscila entre a maternidade reprimida e o desejo sexual – desarrumam sua trajetória de vida exemplar, trilhada com disciplina espartana desde a infância. Fonte

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Resenha: As sombras de Longbourn

as sombras“Admiradora de Jane Austen, a romancista Jo Baker perguntava-se quem seriam aquelas presenças pontuais e quase inumanas que serviam à mesa ou entregavam um recado para os personagens de Orgulho e preconceito, um dos romances mais recontados em versões literárias desde a sua publicação, há duzentos anos. Por trás de cada descrição da toalete das irmãs Bennet havia certamente o trabalho de uma criada, e cada refeição servida implicava uma cozinheira, um mordomo para servi-la. Qual seria a história não contada desses personagens? “As Sombras de Longbourn” é o romance dessas figuras invisíveis. Sob o comando da governanta e cozinheira sra. Hill, trabalham Sarah e Polly, duas jovens trazidas de um orfanato quando ainda eram crianças para trabalhar na casa. O mordomo idoso, sr. Hill, serve à mesa e divide a administração da casa com a sra. Hill. Os quatro formam um pequeno exército de empregados que labuta dezoito horas por dia para que a família Bennet goze do máximo conforto possível. A chegada de James Smith, um jovem lacaio recém-contratado, irá movimentar o andar de baixo da casa, revelando antigas tensões entre empregados e patrões.”

Eu devo começar essa resenha sendo bem sincera: o único livro da Jane Austen que eu li até hoje foi Orgulho e Preconceito. Sim, esse é um erro enorme meu. Eu, que adoro romances, já deveria ter lido pelo menos as obras mais famosas dela. Comecei a ler Emma porque eu assiti Emma Approved (e claro que assisti The Lizzie Bennet Diaries também!) mas não consegui terminar até hoje. Eu gostei muito de Orgulho e Preconceito, mas a linguagem que ela usa não é tão fácil assim… Mas eu acho essa época relatada é muito interessante, e por isso que eu fiquei curiosa em ler As sombras de Longbourn. Nós sempre prestamos atenção nos protagonistas, mas e todas as pessoas que trabalhavam naquela época? Por trás de cada irmã Bennet havia certamente uma criada que a ajudava nas suas rotinas diárias, a cada refeição, um mordomo, sem contar as pessoas responsáveis pela locomoção da família… Essas pessoas que são quase “fantasmas” mas elas também, com certeza, tem a sua história para contar.

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