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Resenha: Conan, O Bárbaro

“Pela primeira vez, o público brasileiro terá a oportunidade de apreciar o único romance escrito por Robert E. Howard, criador do personagem Conan, o bárbaro. Neste livro, também são publicados três contos inéditos: “Além do Rio Negro”, “As negras noites de Zamboula” e “Os profetas do Círculo Negro”. O leitor se deliciará com narrativas épicas, repletas de reviravoltas e de personagens complexos, guerreiros, batalhas espetaculares, piratas, monstros saídos dos golfos da noite, belas mulheres e feiticeiros, que irão hipnotizá-lo do início ao fim do livro. Conheça as histórias que inspiraram gerações de leitores, escritores e roteiristas, e que também serviram de base para o filme Conan, o bárbaro. Leitura obrigatória para apreciadores de literatura fantástica e do gênero espada & feitiçaria.” Fonte

Conan, O Bárbaro foi o primeiro livro de parceria que recebemos da Editora Generale e posso dizer que foi um ótimo começo. Para quem aprecia literatura fantástica, estilo Tolkien (aliás, o autor Robert E. Howard foi um grande influenciador tanto de Tolkien, quanto de George R. R. Martin, de As Crônicas de Gelo e Fogo), o livro é um prato cheio. Esqueçam por alguns instantes os filmes de Arnold  Schwarzenegger e mergulhem no mundo fantástico de Howard e seu personagem mais famoso: Conan.

Um mundo de guerreiros e feiticeiros




Resenha: The Raven Boys

O primeiro contato que tive com The Raven Boys foi quando Maggie Stiefvater anunciou em seu twitter a data de publicação de seu primeiro livro com “bad boys“. Agora, apesar de eu sempre me encantar com mocinhos bonzinhos e bem escritos, eu tenho uma queda por um bad boy como qualquer outra garota, e se ele for escrito por Ms. Stiefvater então, é fato que será um bom personagem! Por isso que quando The Raven Boys foi lançado essa semana, eu não perdi tempo e corri até a livraria mais próxima para adquirir minha cópia. Embora eu soubesse mais ou menos do que se tratava o livro, confesso que ele me surpreendeu logo nas primeiras páginas. Isso porque eu sou uma das pessoas mais assustadas que conheço: não assisto a filmes de terror, raramente leio livros sobre o assunto, e não consigo dormir se meu quarto estiver completamente escuro. E The Raven Boys já começa com o pé direito no sobrenatural!

Todo dia 24 de Abril (Véspera do Dia de São Marcos), Blue Sargent visita as ruínas de uma igreja na pequena cidade de Henrietta com sua mãe – que é uma vidente. Blue não tem a visão de sua mãe, mas ela é uma fonte de energia: sua presença aprimora o dom de quem está à sua volta. É por isso que quando sua tia Neeve – uma clarividente com um programa de TV matinal e quatro livros publicados – chega à Henrietta e demonstra interesse em ver os mortos, Blue a acompanha pensando que será apenas mais uma noite de 24 de Abril comum, onde ela se sentará sem ver nada nem ninguém enquanto outra pessoa anota em um caderninho os nomes das pessoas que morrerão nos próximos 12 meses. Mas é claro que algo fora do comum acontece, e pela primeira vez em sua vida Blue vê um espírito: um rapaz, mais ou menos da sua idade, que atende pelo nome de Gansey. Intrigada por sua visão e assustada pela certeza do destino do jovem rapaz, Blue questiona sua tia sobre a razão de ter visto um dos mortos. A resposta é simples: “Há apenas duas razões para alguém que não é vidente ver um espírito na Véspera do Dia de São Marcos, Blue. Ou você é seu amor verdadeiro, ou você o matou“.

That’s all there is.




Resenha: Emma (Jane Austen)

Jane Austen certa vez disse que Emma seria “uma heroína que ninguém além de mim mesma irá gostar muito“. Mesmo tendo Miss Austen como uma de minhas heroínas, é completamente impossível concordar com esse seu pensamento. Emma foi a penúltima das obras completas de Jane Austen que li, e imediatamente tornou-se meu favorito (sim, superando até mesmo Orgulho & Preconceito).

Emma Woodhouse mora em Highbury com seu pai, e ao contrário das outras heroínas de Austen, é rica e uma das primeiras em consequência na vizinhança. Sua irmã mais velha – Isabella – casou-se com John Knightley. George Knightley – ou Mr. Knightley, como todos se referem a ele durante a história – mora em Donwell Abbey e é um amigo íntimo dos Woodhouses e tão ou mais rico que eles. Highbury é uma cidade pequena, onde pouca coisa acontece e portanto, as notícias espalham-se rapidamente. E é em um evento importante que nossa história começa: o casamento de Miss Taylor – governanta de Emma – com Mr. Weston. Agora, nossa Emma acha que consegue ler as pessoas e entende de seus assuntos do coração mais do que elas próprias, e por isso julga que a união entre Mr. Weston e a nova Mrs. Weston não teria ocorrido sem sua interferência e considera essa a maior realização dos seus vinte anos de vida. Sabendo que por conta de seu hobby casamenteiro ela não teria mais sua amiga inseparável a seu dispor, Emma decide “adotar” Harriet Smith como sua amiga particular. Harriet é a filha bastarda de “ninguém sabe quem”, e mora na escola de Highbury. Ela é uma garota simples, humilde e não muito esperta, mas que sabe que não vai se casar com ninguém importante devido às suas circunstâncias familiares. No verão anterior, Harriet atraiu a atenção de Robert Martin, fazendeiro e irmão de duas de suas amigas do colégio; mas Emma tem outros planos para sua amiga particular, planos que envolvem Mr. Elton, o vigário de Highbury. O que Emma não consegue enxergar é que o interesse de Mr. Elton foi capturado por seu desejo de ascender socialmente e que seus planos não envolvem Harriet Smith.

One half of the world cannot understand the pleasures of the other.




A Cuca Recomenda: Sete de Paus

Feliz Dia da Independência do Brasil!

Em homenagem a esse dia, estamos participando de um especial que fala tudo sobre nossa cultura: livros, filmes, músicas, séries, enfim, tudo o que há de melhor em território brasileiro! É claro que eu, a Cuca, não poderia ficar fora dessa! Conhecemos o Especial Nacional através do blog Who’s Thanny, e ele foi idealizado pela Flora e Byzinha.

A Lucy já falou nesse post sobre Capitães de Areia, de Jorge Amado, e eu, como não poderia ser diferente, vou falar de um dos livros do meu autor brasileiro favorito na atualidade: Mario Prata!

Um assassino em série na bela Florianópolis…




Resenha: Capitães da Areia

Olá! Quem é viva sempre aparece!
Hoje a resenha faz parte do Especial Nacional do blog Who’s Thanny, idealizado pela Flora e Byzinha, para divulgação de livros nacionais. Aproveito também para lançar a resenha em comemoração ao centenário de Jorge Amado (que não consegui fazer na época – my bad).

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