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Resenha: Através do Universo

Com dezessete anos Amy se junta a seus pais como um cargo congelado dentro da enorme nave espacial Godspeed e espera acordar em um novo planeta, 300 anos no futuro. Ela nunca poderia saber que seu sono congelado terminaria cinquenta anos mais cedo e que ela seria jogada no novo mundo de uma nave espacial governada por suas próprias regras.

Amy rapidamente se dá conta que não foi acordada por um mero defeito no computador. Alguém – um dos mil e poucos habitantes da espaçonave  – tentou matá-la. E se Amy não fizer algo em breve, seus pais serão os próximos.

Agora Amy deve correr para desvendar os mistérios escondidos do Godspeed. Mas em sua lista de suspeitos de assassinato, apenas um interessa: Elder, o futuro líder da nave e o amor que ela nunca poderia ter previsto. Fonte

Eu namorava esse livro já há algum tempo nas livrarias. Primeiro porque a capa dele é linda (tanto a capa dura que foi usada na edição brasileira quanto a edição paperback americana), e segundo porque o título é uma alusão à  uma das músicas mais perfeitas já escritas! Esse mês finalmente decidi que era hora de dar uma chance à história de aventura e mistério em uma nave espacial, e confesso que não me decepcionei!

I never thought about how important the sky was until I didn’t have one




Resenha: Drácula, Bram Stoker

Pois muito bem! Por incrível que pareça, até este ano eu não tinha lido a obra de Bram Stoker! Que coisa! Então, resolvi ler tem algumas semanas e quase não dá tempo de resenhá-la antes do Halloween! hehehe

Então, divirtam-se!

Sinopse: Publicado em 1879, inspirado em relatos do folclore romeno sobre o nosferatu, ou morto-vivo, e na saga do príncipe Vlad Drakul, que lutou contra os turcos nas Cruzadas. Drácula definiu o arquétipo do vampiro como o ser diabólico que se alimenta do sangue de suas vítimas e tem poderes extraordinários. Fonte.

Drácula é o precursor de todas as histórias de vampiros que conhecemos até agora. Bram Stoker se inspirou na lenda de Vlad III, o Empalador – e pelo que li sobre Vlad, tenham medo desse cara.

Seja bem-vindo ao Cárpatos!




Resenha: Frankenstein, Mary Shelley

Olá! Hoje vou dar continuação à resenha de clássicos do terror. Depois de ter visto várias adaptações de Frankesntein, desde desenhos animados até filmes, a leitura foi surpreendente. Dos clássicos do terror, por enquanto este é o meu segundo favorito.

Sinopse: A princípio, tratava-se de um pequeno conto sobre um jovem estudante suíço que ambicionava criar um ser ideal, injetando vida a um corpo morto. Mais tarde, transformado em romance, tornou-se um marco na literatura do gênero. Frankenstein ou o Moderno Prometeu (Frankenstein; or the Modern Prometheus, no original em inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein, é um romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. Mary Shelley escreveu a história quando tinha apenas 19 anos, entre 1816 e 1817, e a obra foi primeiramente publicada em 1818, sem crédito para a autora na primeira edição. Atualmente costuma-se considerar a versão revisada da terceira edição do livro, publicada em 1831, como a definitiva. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental. Fonte.

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Resenha: A Terra das Sombras (série A Mediadora)

Quando as meninas aqui do blog deram a ideia de fazermos resenhas de livros de terror por causa do Halloween, eu pensei “Ih, já era, eu não leio nada do gênero! Sou muito medrosa para isso!”. Mas a Lucy disse que romance sobrenatural (mesmo com vampiros que brilham) também estava dentro da proposta! Inclusive o livro que eu escolhi para resenhar hoje foi uma sugestão dela.

A série A Mediadora, da Meg Cabot, foi o primeiro romance sobrenatural que eu li, quando esse tema ainda era relativamente escasso e eu nem sabia dessa denominação. Essa foi uma das primeiras séries que a Meg escreveu (ainda com o pseudônimo de Jenny Carrol). Ela é composta atualmente de seis livros, mas a Meg disse em algumas entrevistas (uma inclusive durante o seu tour no Brasil) que vai escrever mais um volume (quando acabar as séries que ela está escrevendo no momento)!

Tem um fantasma no meu quarto. E agora?




A Cuca Recomenda: Livros Infantis da Coleção Itaú

Quando vi o comercial da Fundação Itaú Social sobre essa iniciativa fiquei maravilhada. Também ouvi falar muito bem nas redes sociais e, claro, solicitei os livros. Ainda não tenho filhos, mas tenho sobrinhos e, devo admitir, sou uma criança grande. Acho que não importa a idade, livros infantis são preciosos; eles são o começo da nossa viagem pelo mundo das palavras e da imaginação, uma viagem que pode durar a vida inteira. Não gosto de conselhos e não sou boa em dá-los, mas aqui vai um: nunca deixe de ler livros infantis. Leia para as crianças, principalmente, mas leia também para si mesmo. Imaginação nunca é demais. Se a perdermos, a vida perde quase toda a graça.

Leia para uma criança!

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