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Resenha: Terrível Encanto, Melissa Marr

Então, esse livro eu comprei achando que seria uma história totalmente diferente do que realmente foi. Acho que porque eu queria alguma coisa mais clichê, não sei… Uma pena, esse livro não me cativou tanto.  Foi o último livro que li ano passado (acho que na verdade eu terminei de lê-lo esse ano) e não curti como achei que curtiria.

Sinopse: A série Wicked Lovely conta a história de um mundo onde as vidas de fadas e humanos se misturam.  Aislinn é uma adolescente que pode ver fadas ao seu redor, mas que foi ensinada durante toda sua vida a fingir que não as vê. Ela está lutando para lidar com as fadas quando Keenan, fada Rei do Verão, entra em sua vida e tira sua mortalidade, pedindo-lhe para se tornar a Rainha do Verão e derrotar sua mãe, a Rainha do Inverno. Se ela recusar, O inverno irá tomar conta do mundo e matará todas as fadas e mortais.

Na verdade, a contra-capa do livro mostra uma sinopse mais “sedutora”, digamos assim. Eu peguei o livro achando que seria o básico: O rei do Verão tem que encontrar a escolhida para ser sua rainha, conhece a mocinha, os dois se apaixonam e etc, final feliz (ou não, porque tem outros livros da série), etc.

Pois é, não foi assim. Mas não foi por isso que eu não curti tanto.

Em busca da Rainha do Verão




Resenha: A Abadia de Northanger

Olá! Eu sei que prometi a resenha há muito tempo (ai que vergonha…), mas foram muitas coisas ao mesmo tempo por aqui, então só consegui colocar no ar o meme da Mari (falta o da Jeh! :D) e o Top Ten Tuesday.

Enfim, recebi esse livro da Martin Claret, nossa parceira aqui do blog e finalmente poderei falar sobre ele.

Sinospse:  ‘Abadia de Northanger’ conta a história da adorável Catherine Morland, jovem fascinada por romances góticos e possuidora de vívida imaginação. Em meio aos passeios e bailes da sofisticada sociedade de Bath (onde se depara com coqueteria, insinceridade, vaidades e intrigas) e à estada na Abadia de Northanger (onde se depara com os perigos de se deixar arrebatar pela imaginação), esta ingênua e íntegra heroína encontra o amor, bem como passa a conhecer melhor a natureza humana. (Fonte)

 De fato este é o livro mais divertido de Jane Austen. Aliás, este foi o primeiro livro de sua autoria entregue para publicação, mas só publicado treze anos depois, postumamente. No início do livro, há uma nota da autora falando sobre isso. Sinceramente, concordo com Miss Austen… Como um livreiro compra um livro que não tem intenção de publicar? Bem estranho, mas enfim…

A história na verdade é uma sátira aos romances góticos que eram muito famosos na época (pelo menos na época em que Austen o escreveu, segundo ela. rs) . Sinceramente não conheço nenhuma das obras citadas do livro, destacando “Os mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe.

O que eu gostei muito desse livro foi o modo como Jane Austen o narrou. Parecia que era uma conversa informal com amigas, em um chá. Esse tipo de narrativa já me deixa mais à vontade na leitura e geralmente isso acontece quando a narrativa é em primeira pessoa, mas mesmo sendo em terceira pessoa, a história me cativou logo de cara.

Ninguém que tivesse visto Catherine Morland quando criança teria imaginado que ela nascera para ser heroína.




Resenha: Pandemônio

“Estou ignorando memórias do meu pesadelo,
ignorando pensamentos sobre Alex,
ignorando pensamentos sobre Hana e minha escola antiga,
ignorando,
ignorando,
ignorando,
como Raven me ensinou a fazer.
A vida antiga está morta.
Mas a Lena antiga também.
Eu a enterrei.
Eu a deixei do outro lado da cerca,
atrás de uma parede de fumaça e chamas.

Lauren Oliver apresenta uma continuação eletrizante do seu aclamado New York Times bestseller – Delírio. Esse romance brilhante e cativante trepida com o fogo de desafios incríveis, romances proibidos, e as faíscas de uma revolução prestes a pegar fogo.”

Fonte

ATENÇÃO: Essa resenha contém SPOILERS do primeiro livro da série – Delírio. Você pode ler a resenha de Delírio – que foi lançado mês passado no Brasil – aqui.

I’ve been trying so hard not to think his name, not to even breathe the idea of him




Resenha: Doctor Who – The Stone Rose

Eu sou uma pessoa extremamente apaixonada. Quando me empolgo com alguma coisa, me empolgo pra valer e meus amigos e familiares sofrem com as insistências para que também se rendam ao meu capricho da vez, com as referências sem fim que ninguém entende, com minha necessidade de sempre falar sobre o assunto e convencer o maior número possível de pessoas a entrarem no mesmo barco que estou. Confesso que quando comecei a assistir a série de TV britânica Doctor Who eu não pensei que seria assim. Mas assim foi, e após assistir à seis temporadas num período de duas semanas (quem precisa de uma vida, afinal de contas?) eu me peguei completamente sem chão. O que fazer agora, enquanto espero pela sétima temporada que só estréia no segundo semestre? Foi então que descobri os livros baseados na série. Livros cujas páginas podem ser cheiradas e viradas e admiradas e reverenciadas! Livros que eu poderia colocar na minha estante, exibindo-os à todos que me visitam em minha casa, mostrando do que eu gosto, o que faz parte de quem eu sou. Livros!

E eis que pesquisando qual comprar primeiro, me deparo com uma surpresa ainda maior: audiobooks das aventuras do Décimo Doctor narrados por ninguém mais ninguém menos que ele mesmo: David Tennant! Enquanto os dois livros físicos – capa dura e tudo – encomendados não chegavam, não resisti à voz do meu Doctor preferido e comprei The Stone Rose, o primeiro da série de mais de 30 livros das aventuras do Décimo Doctor. Se você nunca viu a série, o livro não dá explicações sobre pontos básicos: quem é o Doctor, os personagens secundários, quem é Rose, o que é a TARDIS. Mas também não há spoilers do cronograma principal da série.

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Resenha: A Cabana

“A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, “A Cabana” invoca a pergunta: “Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?” As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.” Fonte

Ganhei esse livro recentemente, e foi só eu dizer para alguns conhecidos que eu o tinha e planejava lê-lo, que a maioria ficou alvoroçada. “Oh, puxa, você vai ler? Leia, leia, é muito bom!”. A maioria das pessoas o recomendava muito bem. Então acho que isso contribuiu para que eu mantivesse minhas expectativas altas demais. Apenas um amigo disse que talvez eu me decepcionasse, ou no mínimo, não concordasse com o livro. Acho que essa é a prova de que ele me conhece bem depois de sete anos de amizade. Porém, apesar dos pesares, eu consegui terminar a leitura e sair dela com uma sensação boa dentro de mim, e talvez só isso já tenha valido a pena.

Devo acrescentar que talvez tenha colocado muito do que eu acredito nessa resenha, minhas crenças pessoais, e portanto, peço desculpas porque sei que cada um tem a sua própria visão do mundo. E que graça teria também se todos pensassem o mesmo?

Quem é Deus para você?

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