Arquivo para a categoria ‘ Resenhas ’


Resenha: Delírio

Imagine um mundo onde as pessoas são incapazes de se apaixonar; um mundo no qual o amor, em qualquer forma, é considerado uma doença. Essa é a sociedade distópica criada por Lauren Oliver em Delirium, o primeiro livro de uma trilogia com lançamento no Brasil previsto para o primeiro semestre de 2012.

Portland, Maine: uma das várias cidades norte-americanas cujas bordas foram fechadas para que o governo possa controlar amor deliria nervosa, a doença mais fatal que se conhece. Lena Holoway está a apenas 95 dias de completar 18 anos e finalmente ser submetida ao procedimento cirúrgico que irá livrá-la de vez do risco da amor deliria nervosa. Após o procedimento, ela terá a oportunidade de escolher seu futuro marido dentre candidatos pré-selecionados pelo governo e levará uma vida tranquila, sem as dores e complicações que relacionamentos costumavam trazer antes da cura. Lena não vê a hora de fazer a cirurgia, de ter o risco de contração da doença que arruinou a vida de sua mãe eliminado de uma vez por todas. Mas faltando apenas alguns meses para o procedimento, um imprevisto acontece: Lena se apaixona.

“The deadliest of all deadly things: It kills you both when you have it and when you don’t.”




Resenha: Laços de Sangue (Bloodlines #1)

ATENÇÃO: Essa resenha contém spoilers dos seis livros da série Academia de Vampiros.

“Sydney estava encrencada. Em sua última missão, ela tinha ajudado a dampira Rose Hathaway a escapar da prisão, e essa aliança foi considerada uma traição grave, já que vampiros e dampiros são criaturas terríveis e antinaturais, ameaças àqueles que os alquimistas devem proteger – os humanos. Com sua lealdade colocada em questão, Sydney se sente obrigada a voluntariar-se para uma tarefa nada agradável – ajudar a esconder Jill Dragomir, uma princesa vampira que está sendo perseguida por rebeldes que querem o poder. Caso ela seja capturada e assassinada, a rainha Lissa ficará sem nenhum parente vivo e, como manda a lei, terá de abdicar do trono – o que culminará numa guerra civil tão sangrenta no mundo dos vampiros que certamente afetará a humanidade. Assim, pelo bem dos humanos, Sydney aceita se disfarçar de estudante e passa a conviver diariamente com Jill e seu guardião Eddie, quando os três são matriculados como irmãos no último lugar em que qualquer um procuraria a realeza dos vampiros – a Escola Preparatória Amberwood, em Palm Springs, na Califórnia. Mas entre uma pizza e outra, entre um jogo de minigolfe e uma conversa sobre garotos, ela começa a ter a sensação de que talvez esses seres estranhos não sejam tão maus assim, principalmente Adrian, um vampiro muito próximo de Jill que desperta os sentimentos mais contraditórios – e proibidos – em Sydney… O problema é que além de refletir sobre suas convicções e se preocupar com o seu coração, que anda acelerando mais do que deveria, a garota terá de encarar outros inconvenientes um pouco mais graves, como as tatuagens que viraram febre entre os alunos da escola e que parecem conferir poderes sobrenaturais a quem as usa. De que ingredientes elas eram feitas? Quem estaria por trás disso? Será que havia algum alquimista traidor entre eles? Caberá a Sidney resolver todos esses mistérios e garantir a paz entre os humanos antes que seja tarde demais.” Fonte

Okay, eu admito: a série Vampire Academy da autora Richelle Mead é meu grande guilty pleasure literário. Li os cinco exemplares, embora não saiba exatamente o que me levou a continuar lendo livros narrados por uma personagem que eu simplesmente detesto. Mas lidos eles foram, e embora Rose e Dimitri não façam parte do hall dos meus personagens favoritos, outros ocuparam esse posto dentro da série, especialmente Adrian Ivashkov. Por isso eu fiquei extremamente contente quando esse spin-off foi lançado: poderíamos ver um pouco mais de Adrian, dos Moroi, Dhampirs e Alquimistas que permeiam o universo criado por Mead sem a chatice da Rose. Para ler Bloodlines não é necessário ter lido a série predecessora, embora ajude no entendimento da história.



Resenha: Night Road, Kristin Hannah

Quem acompanha o blog já há algum tempo sabe que a maioria dos livros que eu leio são Young Adult. Entretanto, tem horas que eu preciso de um bom romance, daqueles pra gente ler enquanto relaxa na banheira tomando uma taça de vinho tinto. É nessas horas que eu recorro à Kristin Hannah, a autora do estado de Washington que escreve primordialmente sobre relacionamentos entre mães e filhas. Seu livro mais recente – Night Road – foi lançado em Março desse ano e ontem à noite eu finalmente comecei (e terminei) a história de duas família lutando para superar uma tragédia.

Logo no começo do livro nós sabemos que algo ruim acontece no verão de 2004. O prólogo se passa em 2010 e nos mostra uma personagem – sem citar nomes, mas logo podemos adivinhar de quem se trata – parada na Night Road, o lugar onde “a chuva se transformou em cinzas.” Fica claro que alguém perdeu a vida ali, e o livro pode muito bem ser dividido entre “antes do acidente” e “depois do acidente,” o que inevitavelmente me faz lembrar de Quem é Você, Alasca? (resenha aqui) com todo seu simbolismo sobre os momentos que definem o resto de nossas vidas. Mas enquanto John Green explora o lado romântico e incompreensível da perda de um primeiro amor, Kristin Hannah nos mostra a perda  no ponto de vista de um amor mais profundo, um amor supostamente incondicional: o amor de uma mãe.

We are gonna be Harry and Hermione. Friends Forever.




Resenha: As Vantagens de Ser Invisível

“Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela. Íntimo, hilariante, às vezes devastador, As Vantagens de ser Invisível nos mostra um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.” Fonte

A primeira coisa que me chamou a atenção em As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower em inglês) foi o título. Wallflower se trata de alguém que é um tanto quanto solitário, um pouco tímido, que ninguém realmente conhece mas que se derem uma chance, verão que se trata de uma pessoa muito interessante. Esse é Charlie, nome que o personagem principal adotou para se corresponder com seu amigo anônimo. Aliás, trata-se de um romance epistolar – ou seja, a história é completamente desenvolvida através das cartas escritas por Charlie.

And in that moment, I swear we were infinite




Resenha: Casa Glass

Algumas pessoas haviam me falado muito bem da série Os Vampiros de Morganville, da Rachel Caine. Com a autora veio para a  Bienal do Livro no Rio de Janeiro (que eu comentarei futuramente em um outro post), resolvi dar uma chance e começar a ler a série. Eu sei, romances com vampiros já estão mais do que saturados. Mas eu não consigo resistir: adoro romances sobrenaturais!

Bem vindo a Morganville, Texas. Apenas não fique fora após o escuro!

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