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Resenha: O Guia do Mochileiro das Galáxias

mochileiro“Arthur Dent tem sua casa e seu planeta (sim, a Terra) destruídos em um mesmo dia, e parte pela galáxia com seu amigo Ford, que acaba de revelar que na verdade nasceu em um pequeno planeta perto de Betelgeuse.
Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, este livro vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da “alta cultura” e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.” Fonte

Não entre em pânico. E não crie expectativas altas demais.

Há muito tempo eu queria ler esse livro. Muito mesmo. É um ícone da cultura nerd e era algo que eu sentia que estava faltando na minha lista de leituras. Como assim, logo eu, profissional de informática, nerd desde o dedinho do pé até a raiz dos cabelos e leitora compulsiva que sou ainda não tinha lido O Guia do Mochileiro das Galáxias?

Pois é, aí eu fui ler cheia de expectativa. Achando que seria a oitava maravilha do universo. Meu conselho (se é que conselho é algo bom de se dar) é: não se encham de expectativa. A gente só se decepciona…

Por favor, fãs ou quem esteja lendo essa resenha: NÃO ENTREM EM PÂNICO (e principalmente não me odeiem)!

O guia recomenda que não entrem em pânico lendo essa resenha.




Resenha: Um Mundo Brilhante

“Quando o professor Ben Bailey sai de casa para pegar o jornal e apreciar a primeira neve do ano, ele encontra um jovem caído e testemunha os últimos instantes de sua vida. Ao conhecer a irmã do rapaz, Ben se convence de que ele foi vítima de um crime de ódio e se propõe a ajudá-la a provar que se tratou de um assassinato. Sem perceber, Ben inicia uma jornada que o leva a descobrir quem realmente é, e o que deseja da vida. Seu futuro, cuidadosamente traçado, torna-se incerto, pois ele passa a questionar tudo à sua volta, desde o emprego como professor de História, até o relacionamento com sua noiva. Quando a conheceu, Ben tinha ficado impressionado com seu otimismo e sua autoconfiança. Com o tempo, porém, ela apenas reforçava nele a sensação de solidão que o fazia relembrar sua infância problemática. Essa procura pelas respostas o deixará dividido entre a responsabilidade e a felicidade, entre seu futuro há muito planejado e as escolhas que podem libertá-lo da delicada teia de mentiras que ele construiu. Esta, enfim, é uma história fascinante sobre o que devemos às pessoas, o que devemos a nós mesmos e o preço das decisões que tomamos.” Fonte

Estou com esse livro há muito tempo (acho que desde o começo do ano) parado aqui na minha estante e só li agora porque meu marido insistiu (ele leu assim que chegou aqui em casa). Não foi um livro que me chamou muita atenção e realmente não é uma história fantástica, complexa, excepcional, que faça o mundo parar quando se está lendo. Porém, é um livro honesto, verdadeiro, com personagens reais e muito bem escrito.

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Resenha: Tarântula

“Um cirurgião plástico renomado e a bela mulher prisioneira de suas vontades, a adolescente que se automutila em um hospício, o jovem acorrentado no porão obscuro depois de uma perseguição implacável, o assaltante fugitivo, condenado pelo próprio rosto. Um erro fatal do passado reunirá Richard Lafargue, Ève, Viviane, Vincent Moreau e Alex Barny na mesma teia. Neste thriller vertiginoso do francês Thierry Jonquet, não há limites para o horror e o desejo, construindo um romance que captura e envolve como uma aranha à sua presa.” Fonte

Essa é uma daquelas situações em que você vê um filme muito bom e no final descobre que ele na verdade é um livro – também muito, muito bom, talvez até muito melhor. Mas, nesse caso, posso dizer que ambos me satisfizeram: filme e livro, os dois são igualmente fantásticos, assustadores, perturbadores… apesar de algumas diferenças entre as duas obras.

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Em outras palavras: O morro dos ventos uivantes

Olá! Nós aqui do blog gostamos muito da primeira resenha da Drik@ e resolvemos convidá-la mais uma vez, dessa vez para postar a resenha de seu livro favorito (não, não é porque ela leu Crepúsculo). Então, espero que gostem e comentem!

O_MORRO_DOS_VENTOS_UIVANTESSinopse: Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, amigos de infância e cruelmente separados pelo destino. Mas a união do casal é mais forte do que qualquer tormenta: um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. “Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff”, diz a apaixonada Cathy. O único romance escrito por Emily Brontë e uma das histórias de amor mais surpreendentes de todos os tempos, O Morro dos Ventos Uivantes é um clássico da literatura inglesa e tornou-se o livro favorito de milhares de pessoas. (…) (Fonte)

“Entreguei-lhe o meu coração e ele se apoderou dele, destroçou-o e, depois, o devolveu.”




Resenha: A Passagem

“Primeiro, o imprevisível: a quebra de segurança em uma instalação secreta do governo norte-americano põe à solta um grupo de condenados à morte usados em um experimento militar. Infectados com um vírus modificado em laboratório que lhes dá incrível força, extraordinária capacidade de regeneração e hipersensibilidade à luz, tiveram os últimos traços de humanidade substituídos por um comportamento animalesco e uma insaciável sede de sangue. Depois, o inimaginável: ao escurecer, o caos e a carnificina se instalam, e o nascer do dia seguinte revela um país – talvez um planeta – que nunca mais será o mesmo. A cada noite, a população humana se reduz e cresce o número de pessoas contaminadas pelo vírus assustador. Tudo o que resta aos poucos sobreviventes é uma longa luta em uma paisagem marcada pelo medo da escuridão, da morte e de algo ainda pior. Enquanto a humanidade se torna presa do predador criado por ela mesma, o agente Brad Wolgast, do FBI, tenta proteger Amy, uma órfã de 6 anos e a única criança usada no malfadado experimento que deu início ao apocalipse. Mas, para Amy, esse é apenas o começo de uma longa jornada – através de décadas e milhares de quilômetros – até o lugar e o tempo em que deverá pôr fim ao que jamais deveria ter começado. A passagem é um suspense implacável, uma alegoria da luta humana diante de uma catástrofe sem precedentes. Da destruição da sociedade que conhecemos aos esforços de reconstruí-la na nova ordem que se instaura, do confronto entre o bem e o mal ao questionamento interno de cada personagem, pessoas comuns são levadas a feitos extraordinários, enfrentando seus maiores medos em um mundo que recende a morte.” Fonte

O primeiro ponto positivo que preciso falar sobre esse livro é muito simples: ele é sobre vampiros. Vampiros de verdade. OK, eles tem algumas alterações da lenda original e eles geram um apocalipse (o que é muito legal!), mas eles definitivamente não são frescos e bonitinhos, pelo contrário, são bárbaros, famintos e destroem tudo o que encontram pela frente.

Vampiros de verdade!!!

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