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Dica de site: Toques para Mulheres

Olá a todos! Hoje vou mudar de assunto e falar sobre um site muito interessante e bem humorado: O TPM: Toques para mulheres.

banner do siteComo diz a definição, o site é inteiramente dedicado a crônicas sobre o universo feminino do ponto de vista de um homem. O autor é Edson Rossatto, que vem trabalhando no site já tem um tempo e conseguiu me chamar a atenção ano passado, com uma crônica sobre mulheres e salto alto. Achei muito engraçado, mesmo sendo solidária àquelas mulheres que ainda estão na fase de aprendizado com o salto (o problema é que… a gente tem mesmo dificuldade em andar no começo, paga muitos micos quando sai de casa linda e maravilhosa, mas no meio do caminho aquela BOLHA HORROROSA aparece no pé pra fazer qualquer uma querer arrancar o salto e andar descalça – mas não fazemos isso – raras exceções).

Longe de ser um daqueles sites que destilam veneno contra as mulheres e o universo feminino tão complexo e misterioso (risos), ele aborda com bom humor algumas situações geralmente características do universo feminino, muitos deles voltados para o relacionamento.

O site repercute tão bem que o Edson chegou a comentar que alguns homens estão mandando e-mails e pedindo conselhos para ele sobre como lidar com mulheres (certo, algumas perguntas eram mais sérias do que as outras… mais ou menos…).

Se você é feminista, apenas lembre que são crônicas BEM HUMORADAS sob o ponto de vista de um homem falando sobre o universo feminino. Algumas crônicas podem trazer assuntos mais “polêmicos”, digamos assim, mas sinceramente não vi nada que denegrisse a imagem da mulher, muito pelo contrário. Tem toques irônicos, são crônicas inteligentes e o bom humor reina ali no site.

Sobre o autor, ele mesmo conta que:

1)… não é gay… (“Até dois anos atrás, minha irmã desconfiava. Aí apareci com namorada em casa.”)

2)… não pretende ser um macho recalcado que não pega ninguém e só quer falar mal delas por isso… (“Ei! Eu tenho bom senso, pô! Tem muitos caras por aí que não valem nada. Metade eu conheço…”)

3)… não é machista… (“Não mesmo! Já saí com algumas mulheres sendo feminista. É mais legal!”)

 

(E pelas crônicas, também não acho que ele seja machista.)

Para quem quer descontrair no dia a dia, vale a pena conferir as crônicas do Edson. O site é atualizado semanalmente e espero que vocês se divirtam tanto como eu me divirto.




Resenha: A Culpa é das Estrelas

Quando fiz a resenha de Mockingjay – quase um ano após tê-lo lido – eu disse que era muito difícil falar sobre as obras pelas quais nós caímos de amores. Quatro meses depois, aqui estou eu novamente para provar a teoria. Desde que terminei de ler The Fault in Our Stars (A Culpa é das Estrelas, no Brasil) eu tenho essa página aberta, tentando encontrar as palavras certas, escrevendo parágrafo atrás de parágrafo somente para apagá-los logo em seguida. Hoje, folheando meu livro e observando as frases que marquei com post-its enquanto o lia, eu finalmente me convenci de que nunca serei capaz de fazer uma resenha à altura de The Fault in Our Stars: ele é um livro que você tem que ler e viver e sentir, guardar tudo dentro de você e depois explodir, insistindo para que todos os seus amigos leiam, mas sem nunca conseguir explicar exatamente o motivo pelo qual isso é tão importante. Simplesmente é.




Resenha: A Fera

Depois de ter lido “A garota da capa vermelha” (resenha aqui) e ter me decepcionado, confesso que não estava mais muito animada para ler livros que tratasse do tema “conto de fadas versão teen“. Mas o trailer do filme  “A Fera” despertou a minha curiosidade e eu acabei ganhando o livro da Karen. Aliás, eu devo agradecer muito a ela, se não eu provavelmente não teria lido esse livro maravilhoso agora!

O livro é narrado pela Fera – uma criatura com dentes, garras e pelos. Mas antes essa criatura havia sido um adolescente normal: Kyle Kingsbury. Ele tinha tudo: dinheiro, fama e beleza. Mas em um belo dia ele acabou humilhando uma garota que participava das suas aulas de inglês. Para o seu azar,  essa garota era uma bruxa. E assim o feitiço foi feito. Ele só voltaria a ser humano se, em dois anos, beijasse uma pessoa que se apaixonasse por ele. Mas não bastava só isso: ele também deveria estar apaixonado por ela.

A pergunta que eu imagino que Alex Flinn fez ao escrever o livro foi “Mas e se a história de A Bela e a Fera acontecesse nos dias atuais?”. Por isso, ela não cria triângulos amoroso para dar um tom mais teen na história, muito menos tenta escrever um roteiro totalmente diferente. A autora utilizou os pontos chaves da história e os colocou no mundo atual. Ela teve algumas saídas brilhantes, como por exemplo, a utilização das rosas e toda a importância que elas tiveram para a história. Em vários momentos eu me lembrei do desenho da Disney, não porque fosse totalmente igual, mas sim pelas referências. O livro segue as histórias tradicionais, mas não deixa de ser original.

Durante a leitura, eu me transportei totalmente para dentro da história. Isso porque durante a narração é possível perceber todo o crescimento do personagem. Desde Kyle, o rico mimado, até A Fera, que acredita que nunca conseguirá quebrar o feitiço…

E como realmente um conto de fadas, esse livro nos passa uma mensagem linda no final. Eu acho que todos que amam o desenho “A Bela e a Fera” da Disney deveriam ler esse livro. Exatamente os pontos que me encantaram no desenho foram os pontos que me encantaram no livro.

O filme A Fera, com Alex Pettyfer e Vanessa Hudges, estreiou nos cinemas dia 23 de dezembro de 2011.

Ficha Técnica:
Título: A Fera
Autor: Alex Flinn
Editora: Galera Record
Páginas: 320
Avaliação:
Onde comprar: Livraria Cultura




Resenha: 13 Pequenos Envelopes Azuis

O que você faria se alguns meses após a morte da sua tia favorita você recebesse uma carta dela, com $1,000 e instruções para tirar um passaporte e comprar uma passagem de ida para Londres? É nessa situação que Ginny Blackstone se encontra no começo de 13 Pequenos Envelopes Azuis. Com muitas saudades de Tia Peg e intrigada com a aventura proposta por ela, Ginny segue as regras: leva roupas que cabem apenas em uma mochila, nenhum guia de viagem, nenhum aparelho eletrônico e nenhum dinheiro extra. É na viagem para Londres que ela abre o primeiro envelope azul (que tinha escrito na frente “Abra-me no Avião“), onde ela recebe sua primeira instrução: o endereço onde deve ficar em Londres.

13 Pequenos Envelopes Azuis foi o primeiro livro de Maureen Johnson que li, e confesso que não é meu preferido. No entanto, se você gosta de viajar e procura uma leitura leve, pode pegar sem medo. Meu maior problema com esse livro é justamente Ginny Blackstone. Durante toda a narrativa eu não percebi nela muita emoção ao visitar lugares famosos como o Fórum Romano, ou ao andar pelas ruas de Paris. Sua busca não era por cultura ou sabedoria, mas sim por sua tia morta, o que talvez explique sua falta de entusiasmo. Mesmo com seus motivos, não consegui empatizar com a personagem, justamente por eu ser uma entusiasta em viagens.

As descrições das cidades que Ginny visita são minha parte favorita desse livro. Ginny passa por alguns lugares que eu tive a oportunidade de visitar, e me senti como se estivesse lá com ela, andando pelas calçadas familiares de Amsterdam, ou namorando em cemitérios de Paris. Através das descrições de lugares e interação com moradores locais, é possível inserir no livro todo o entusiasmo que falta à Ginny, e com isso fazer dele uma leitura agradável, uma ótima maneira de passar o tempo, especialmente se você já foi ou planeja ir à Europa.

13 Pequenos Envelopes Azuis será lançado esse mês pela Editora Underworld. Sua continuação, The Last Little Blue Envelope foi lançada em 2011 nos EUA.

Ficha Técnica:

Título: 13 Pequenos Envelopes Azuis
Autor: Maureen Johnson
Editora: Underworld
Páginas: 319
Avaliação:




Resenha: Steve Jobs – A Biografia

Meu relacionamento com a Apple começou através de um iPod Classic que recebi como presente de Natal. A simplicidade e a facilidade me encantaram de cara. Quando resolvi adquirir um laptop, foi com uma certa relutância que aceitei que o escolhido fosse o antigo MacBook: todos diziam que fazer a transição para um Mac era um caminho sem volta e eu não sabia se estava preparada para isso. Cinco anos, dois iPods, três iPhones e um laptop depois (o iPad ainda está nos planos), posso dizer com convicção que não me arrependo! Apesar de não ser uma pessoa que liga para marcas, abro uma exceção para a Apple, que com sua simplicidade, facilidade, e inovação conquista a lealdade dos usuários como nenhuma outra empresa.

Portanto foi com ansiedade que esperei pela biografia de Steve Jobs, um dos co-fundadores da Apple e maior responsável pela empresa ser o que é hoje em dia. Foi meu primo quem me chamou a atenção para esse livro, antes mesmo da morte de Steve, e no final do ano passado eu finalmente consegui arrumar um tempinho para mergulhar de cabeça nas histórias coletadas em mais de dois anos de entrevistas de familiares, colegas de trabalho e rivais de Jobs.

Think Different!

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