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Resenha: A Seleção

Eu adoro princesas. Todo mundo que me conhece simplesmente sabe disso. Eu tenho camisas com as princesas da Disney e quero comprar praticamente todas as bonecas das princesas (mas não tenho dinheiro e nem local para guardar todas elas). E por favor, não me mostrem nada da Rapunzel, porque eu vou querer comprar (e sim, eu sei cantar todas as músicas de Enrolados).

Quando a Sabrina, do Café com Blá Blá Blá, me falou sobre o livro A Seleção, a minha resposta foi: “Eu preciso ler esse livro agora!”. Sociedade no futuro e uma seleção para saber quem seria a nova princesa do reino? A probabilidade de pelo menos gostar do livro já era de 50%! E essa capa é linda, não?

Para trinta e cinco garotas, a Seleção é um sonho se tornando realidade. Elas podem sair de um mundo opressor e de possibilidades altamente restritas e ir para um mundo de vestidos, jóias e realezas. Mas para isso as jovens selecionadas vão morar em um castelo e competir pela mão do príncipe Encan… Ops, príncipe  Maxon. Sim, é praticamente um reality show onde como prêmio você ganha um marido e um reino!

E quem vai ser a nova princesa?




Resenha: O caçador de pipas

“O caçador de pipas é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial dos últimos tempos. Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.” Fonte

É muito, muito difícil falar de algo que seja muito bom. Ainda mais difícil se você está escrevendo uma resenha sobre um livro muito bom. A gente nunca se sente à altura disso. Parece que você é um pontinho insignificante no meio do oceano. Afinal, quem a gente pensa que é para escrever qualquer coisa sobre algo tão sublime?

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Resenha: Através do Universo

Com dezessete anos Amy se junta a seus pais como um cargo congelado dentro da enorme nave espacial Godspeed e espera acordar em um novo planeta, 300 anos no futuro. Ela nunca poderia saber que seu sono congelado terminaria cinquenta anos mais cedo e que ela seria jogada no novo mundo de uma nave espacial governada por suas próprias regras.

Amy rapidamente se dá conta que não foi acordada por um mero defeito no computador. Alguém – um dos mil e poucos habitantes da espaçonave  – tentou matá-la. E se Amy não fizer algo em breve, seus pais serão os próximos.

Agora Amy deve correr para desvendar os mistérios escondidos do Godspeed. Mas em sua lista de suspeitos de assassinato, apenas um interessa: Elder, o futuro líder da nave e o amor que ela nunca poderia ter previsto. Fonte

Eu namorava esse livro já há algum tempo nas livrarias. Primeiro porque a capa dele é linda (tanto a capa dura que foi usada na edição brasileira quanto a edição paperback americana), e segundo porque o título é uma alusão à  uma das músicas mais perfeitas já escritas! Esse mês finalmente decidi que era hora de dar uma chance à história de aventura e mistério em uma nave espacial, e confesso que não me decepcionei!

I never thought about how important the sky was until I didn’t have one




Resenha: Drácula, Bram Stoker

Pois muito bem! Por incrível que pareça, até este ano eu não tinha lido a obra de Bram Stoker! Que coisa! Então, resolvi ler tem algumas semanas e quase não dá tempo de resenhá-la antes do Halloween! hehehe

Então, divirtam-se!

Sinopse: Publicado em 1879, inspirado em relatos do folclore romeno sobre o nosferatu, ou morto-vivo, e na saga do príncipe Vlad Drakul, que lutou contra os turcos nas Cruzadas. Drácula definiu o arquétipo do vampiro como o ser diabólico que se alimenta do sangue de suas vítimas e tem poderes extraordinários. Fonte.

Drácula é o precursor de todas as histórias de vampiros que conhecemos até agora. Bram Stoker se inspirou na lenda de Vlad III, o Empalador – e pelo que li sobre Vlad, tenham medo desse cara.

Seja bem-vindo ao Cárpatos!




Resenha: Frankenstein, Mary Shelley

Olá! Hoje vou dar continuação à resenha de clássicos do terror. Depois de ter visto várias adaptações de Frankesntein, desde desenhos animados até filmes, a leitura foi surpreendente. Dos clássicos do terror, por enquanto este é o meu segundo favorito.

Sinopse: A princípio, tratava-se de um pequeno conto sobre um jovem estudante suíço que ambicionava criar um ser ideal, injetando vida a um corpo morto. Mais tarde, transformado em romance, tornou-se um marco na literatura do gênero. Frankenstein ou o Moderno Prometeu (Frankenstein; or the Modern Prometheus, no original em inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein, é um romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. Mary Shelley escreveu a história quando tinha apenas 19 anos, entre 1816 e 1817, e a obra foi primeiramente publicada em 1818, sem crédito para a autora na primeira edição. Atualmente costuma-se considerar a versão revisada da terceira edição do livro, publicada em 1831, como a definitiva. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental. Fonte.

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