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Resenha: 13 Pequenos Envelopes Azuis

O que você faria se alguns meses após a morte da sua tia favorita você recebesse uma carta dela, com $1,000 e instruções para tirar um passaporte e comprar uma passagem de ida para Londres? É nessa situação que Ginny Blackstone se encontra no começo de 13 Pequenos Envelopes Azuis. Com muitas saudades de Tia Peg e intrigada com a aventura proposta por ela, Ginny segue as regras: leva roupas que cabem apenas em uma mochila, nenhum guia de viagem, nenhum aparelho eletrônico e nenhum dinheiro extra. É na viagem para Londres que ela abre o primeiro envelope azul (que tinha escrito na frente “Abra-me no Avião“), onde ela recebe sua primeira instrução: o endereço onde deve ficar em Londres.

13 Pequenos Envelopes Azuis foi o primeiro livro de Maureen Johnson que li, e confesso que não é meu preferido. No entanto, se você gosta de viajar e procura uma leitura leve, pode pegar sem medo. Meu maior problema com esse livro é justamente Ginny Blackstone. Durante toda a narrativa eu não percebi nela muita emoção ao visitar lugares famosos como o Fórum Romano, ou ao andar pelas ruas de Paris. Sua busca não era por cultura ou sabedoria, mas sim por sua tia morta, o que talvez explique sua falta de entusiasmo. Mesmo com seus motivos, não consegui empatizar com a personagem, justamente por eu ser uma entusiasta em viagens.

As descrições das cidades que Ginny visita são minha parte favorita desse livro. Ginny passa por alguns lugares que eu tive a oportunidade de visitar, e me senti como se estivesse lá com ela, andando pelas calçadas familiares de Amsterdam, ou namorando em cemitérios de Paris. Através das descrições de lugares e interação com moradores locais, é possível inserir no livro todo o entusiasmo que falta à Ginny, e com isso fazer dele uma leitura agradável, uma ótima maneira de passar o tempo, especialmente se você já foi ou planeja ir à Europa.

13 Pequenos Envelopes Azuis será lançado esse mês pela Editora Underworld. Sua continuação, The Last Little Blue Envelope foi lançada em 2011 nos EUA.

Ficha Técnica:

Título: 13 Pequenos Envelopes Azuis
Autor: Maureen Johnson
Editora: Underworld
Páginas: 319
Avaliação:




Resenha: Steve Jobs – A Biografia

Meu relacionamento com a Apple começou através de um iPod Classic que recebi como presente de Natal. A simplicidade e a facilidade me encantaram de cara. Quando resolvi adquirir um laptop, foi com uma certa relutância que aceitei que o escolhido fosse o antigo MacBook: todos diziam que fazer a transição para um Mac era um caminho sem volta e eu não sabia se estava preparada para isso. Cinco anos, dois iPods, três iPhones e um laptop depois (o iPad ainda está nos planos), posso dizer com convicção que não me arrependo! Apesar de não ser uma pessoa que liga para marcas, abro uma exceção para a Apple, que com sua simplicidade, facilidade, e inovação conquista a lealdade dos usuários como nenhuma outra empresa.

Portanto foi com ansiedade que esperei pela biografia de Steve Jobs, um dos co-fundadores da Apple e maior responsável pela empresa ser o que é hoje em dia. Foi meu primo quem me chamou a atenção para esse livro, antes mesmo da morte de Steve, e no final do ano passado eu finalmente consegui arrumar um tempinho para mergulhar de cabeça nas histórias coletadas em mais de dois anos de entrevistas de familiares, colegas de trabalho e rivais de Jobs.

Think Different!




Resenha: Os pequenos homens livres

Os pequenos homens livres, de Terry Pratchett, foi o primeiro livro do ano, o que significa que comecei o ano com uma leitura deveras divertida.

O livro é uma história do Discworld, ainda que não faça parte da série, assim como O fabuloso Mauricio e seus roedores letrados. Conta a história de Tiffany Dolorida, uma futura bruxa de nove anos, que tem seu irmãozinho roubado pela Rainha e precisa ir busca-lo. Para isso conta com a ajuda dos impagáveis Nac Mac Feegle, os pequenos homens livres. Continue lendo…




Resenha & Adaptação: A Resposta (Histórias Cruzadas)

“Eugenia Skeeter Phelan terminou a faculdade e está ansiosa para tornar-se escritora. Após um emprego como colunista do jornal local, ela tem uma ideia brilhante, mas perigosa: escrever um livro em que empregadas domésticas negras relatam o seu relacionamento com patroas brancas do Mississipi na década de 60. Mesmo com receio de prováveis retaliações, ela consegue a ajuda de Aibeleen, a empregada doméstica que criou 17 crianças brancas, e Minny, que, por não levar desaforo para casa, já esteve por diversas vezes desempregada após bater boca com suas patroas. Uma história emocionante e estarrecedora onde a cor da pele das pessoas determina toda a sua vida.” Fonte

A Resposta (cujo título original é The Help e título nos cinemas é Histórias Cruzadas) virou uma sensação nos Estados Unidos em 2011. Todo mundo falava sobre o livro ou sobre o filme, e ambos foram sucesso de público e crítica. Com o filme prestes a ser lançado no Brasil, eu decidi que era hora de sentar e ler a história das empregadas domésticas da década de 60.

“Write about what disturbs you, particularly if it bothers no one else.”




Resenha: Paper Towns

“Quentin Jacobsen passou sua vida inteira amando platônicamente a aventureira Margo Roth Spiegelman. Então quando ela abre uma janela e volta à sua vida – vestida de ninja e  o convocando para uma engenhosa campanha de vingança – ele a segue.

Depois que a noitada acaba e um novo dia começa, Q chega à escola para descobrir que Margo, sempre um enigma, é agora um mistério. Mas Q logo descobre que ela deixou pistas – e elas são para ele. Percorrendo um caminho desconectado, quanto mais perto ele chega, menos Q vê da garota que ele pensou que conhecesse.

O vencedor do prêmio Printz John Green retorna com a inteligência e honestidade emocional que são sua marca registrada e que inspiraram uma nova geração de leitores.” Fonte

“What a treacherous thing to believe that a person is more than a person.”

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