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Resenha: A Rainha das Trevas

O terceiro volume da série de Anne Bishop demorou para chegar. Passaram-se mais de dois anos desde A Herdeira das Sombras e, por esse motivo, quando comecei a ler A Rainha das Trevas, livro que fecha a Trilogia das Joias Negras, fiquei com um pé atrás. Essa série sempre foi complexa e repleta de personagens, será que eu não me sentiria como alguém pisando em terras estrangeiras após muito, muito tempo?

A boa notícia é que não, você não se sente perdido. Na verdade, esse terceiro livro ambienta o leitor muito melhor na história até mesmo que os dois anteriores, o que foi uma grata surpresa. Mas antes de continuar, se você não leu os livros anteriores, confira as resenhas: A Filha do Sangue (leia a resenha) e A Herdeira das Sombras (leia a resenha).

E já vou avisando, essa resenha pode ter spoilers das obras anteriores.

A_RAINHA_DAS_TREVAS“Incapazes de atingir Jaenelle, a jovem Rainha, os membros corruptos dos Sangue fazem um jogo perverso de diplomacia e mentira, procurando destruir aqueles que sempre deram tudo por ela. E revertem as culpas para o seu tutor, Saetan, que passa a ser visto como a maior das ameaças ao poder instituído. Com Jaenelle como Rainha, a chacina do povo e a profanação das terras irá terminar. Porém, onde se fechou uma porta poderá abrir-se uma janela E mesmo que Jaenelle possa contar com os seus aliados, talvez não seja suficiente: só um terrível sacrifício poderá salvar o coração de Kaeleer.” Fonte

Algo para onde o sonho possa voltar.




Resenha: Simplesmente o Paraíso

Esse ano está parecendo “o ano dos romances de época”, porque vira e mexe eu estou lendo um deles. E não pensei duas vezes quando eu vi que a Arqueiro lançou uma nova série de Julia Quinn (vocês viram aquele box lindo de morrer?), já solicitei o primeiro para leitura e resenha. Apesar de não ter resenhado a série Os Bridgerton aqui no blog (eu já havia lido há muito tempo antes de lançarem oficialmente aqui no Brasil e agora estou relendo), eu decidi pegar o primeiro livro da série e vou contar para vocês o que achei dele.

SIMPLESMENTE_O_PARAISOHonoria Smythe-Smith é parte do famoso quarteto musical Smythe-Smith, embora não se engane e saiba que o dito quarteto carece sequer do menor sentido musical e tem esperanças postas que esta seja a última vez que se submeta a semelhante humilhação. Esta será sua temporada e com um pouco de sorte conseguirá um marido.
Durante um jantar, põe seus olhos em Gregory Bridgerton, um dos mais jovens da família Bridgerton. Sabe que não está apaixonada, mas ele parece uma opção mais que válida.
Marcus Holroyd é o melhor amigo do irmão de Honoria, Daniel, que vive exilado na Itália. Ele prometeu olhar por ela e leva suas responsabilidades muito seriamente. Odeia Londres e durante toda a temporada, permaneceu vigilante e intermediou quando acreditava que o pretendente não era o adequado.
Honoria e Marcus compartilham uma amizade, pouco atípica, fruto dos anos que se conhecem e que o torna parte da família.
Entretanto, um desafortunado acidente faz que ambos repensem sua relação e encontrem a maneira de confrontar o que surge entre eles, se tiverem coragem suficiente. Fonte

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Resenha: O Livro de Moriarty

Para quem me conhece, sabe que sou super fã de Sherlock Holmes. Confesso que quando a Cia das Letras, com seu selo Peguin, divulgou o lançamento de O Livro de Moriarty, eu dei pulinhos de felicidade. Mas eu não fazia ideia exatamente do que se tratava, ainda mais por já ter lido quase todos os contos do cânone sherlockiano, então solicitei o livro.

Deixa eu explicar melhor para vocês a seguir:

O Livro de Moriarty“O Napoleão do crime. É assim que Arthur Conan Doyle define o professor James Moriarty, arquirrival de Sherlock Holmes e um dos grandes vilões da literatura universal. Não há crime em Londres, do mais banal dos roubos ao mais terrível dos assassinatos, que não tenha sua mão. Na obra de Doyle, Moriarty aparece como uma sombra: raramente o protagonista de uma história, sempre atrás das cortinas, em breves menções e alusões. Este volume reúne todas as histórias de Sherlock Holmes em que o professor dá as caras. São cinco contos e um romance que mostram a construção deste que acabaria se tornando um modelo de vilão e o personagem mais emblemático de Doyle depois do seu rival Sherlock Holmes e de James Watson.” Fonte

Essa resenha citará alguns acontecimentos de contos sherlockianos que podem ser considerados SPOILERS para quem for mais sensível. Sugiro pular a parte em que falo dos contos detalhadamente.

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Resenha: Cilada para um Marquês

Esse ano eu estou numa vibe de ler romances de época, e calhou que em fevereiro tivemos um clube do livro da Gutenberg, cujo livro escolhido foi justamente Cilada para o Marquês. Eu nem tinha terminado a leitura na época, mas agora posso atualizá-los sobre minhas impressões.

Cilada Para Um MarquêsSophie Talbot é conhecida pela Sociedade como uma das Irmãs Perigosas – mulheres Talbot que fazem de tudo para se arranjar com algum aristocrata. O apelido chega a ser engraçado, pois se existe algo que Sophie abomina é a aristocracia. Mas parece que mesmo não sendo uma irmã tão perigosa assim, o perigo a persegue por todos os lugares.

Quando a mais “desinteressante” das irmãs Talbot se torna o centro de um escândalo, ela decide que chegou a hora de partir de Londres e voltar para o interior, onde vivia antes de seu pai conquistar um título. Em Mossband, ela pretende abrir sua própria livraria e encontrar Robbie, um jovem que não vê há mais de uma década, mas que jura estar esperando por ela.

No entanto, ao fugir de Londres, seu destino cruza com o de Rei, o Marquês de Eversley e futuro Duque de Lyne, um homem com a fama de dissolver noivados e arruinar as damas da Sociedade. Rei está a caminho de Cumbria para visitar o odioso pai à beira da morte e tomar posse de seu ducado. Tudo o que ele menos precisava era de uma Irmã Perigosa em seu encalço.

O Marquês de Eversley está convicto de que Lady Sophie Talbot invadiu sua carruagem para forçá-lo a se casar com ela e conquistar um título de futura duquesa. Já Sophie tenta provar que não se casaria com ele nem que fosse o último homem da cristandade. Mas e quando o perigo tem olhos verdes, cabelos claros e a língua afiada?

Essa viagem será mais longa do que eles imaginavam… Fonte

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Resenha: Anna Vestida de Sangue

Um dos livros lidos ano passado, Anna vestida de sangue tem uma premissa interessante. Poucos títulos de YA sobrenatural me chamaram a atenção quanto este. Mas como todo bom livro, tem altos e baixos.

ANNA_VESTIDA_DE_SANGUECas Lowood herdou uma vocação incomum: ele caça e mata os mortos. Seu pai fazia o mesmo antes dele, até ser barbaramente assassinado por um dos fantasmas que perseguia. Agora, armado com o misterioso punhal de seu pai, Cas viaja pelo país com sua mãe bruxa e seu gato farejador de espíritos. Juntos eles vão atrás de lendas e folclores locais, tentando rastrear os sanguinários fantasmas e afastar distrações, como amigos e o futuro.
Quando eles chegam a uma nova cidade em busca do fantasma que os habitantes locais chamam de Anna Vestida de Sangue, Cas espera o de sempre: perseguir, caçar, matar. Mas o que ele encontra é uma garota envolta em maldições e fúria, um espírito fascinante, como ele nunca viu. Ela ainda usa o vestido com que estava no dia em que foi brutalmente assassinada, em 1958: branco, manchado de vermelho e pingando sangue. Desde então, Anna matou todas as pessoas que ousaram entrar na casa vitoriana que ela habita. Mas, por alguma razão, ela poupou a vida de Cas.
Agora ele precisa desvendar diversos mistérios, entre eles: Por que Anna é tão diferente de todos os outros fantasmas que Cas já perseguiu? E o que o faz arriscar a própria vida para tentar falar com ela novamente? Fonte

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