Arquivo para a categoria ‘ Romance Histórico ’


Resenha: Um Poema para Bárbara

UM_POEMA_PARA_BARBARA__1426023178439952SK1426023178BUm poema para Bárbara – Eram meados de 1776 em São João Del Rei, Minas Gerais, quando o novo ouvidor da comarca chegou à cidade vindo de Portugal. As solteiras compareceram ao sarau preparado para recepcioná-lo, e estavam todas muito entusiasmadas com o bom partido para casar, mas não Bárbara Eliodora, justamente a moça pela qual o jovem magistrado José Inácio de Alvarenga Peixoto encantou-se. Ela estava mais interessada em escrever seus poemas e em pensar sobre suas ideias um tanto avançadas para a época. Aos poucos, porém, o convívio fez brotar uma intensa paixão, e o casal descobriu ter muito mais em comum do que imaginava. Ambos poetas (ela, a primeira mulher do país), iniciaram juntos uma vida pautada em amor e sonhos de um país livre e justo, que culminou com a Inconfidência Mineira. Deixaram um legado de sangue e lutas, mas também de ideais, versos e heroísmo, que marca até hoje a história do Brasil.

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Resenha: A Senhora das Águas

A_SENHORA_DAS_GUAS__1398708659P_thumb[3]É o auge da Guerra dos Cem Anos, e os territórios ingleses na França encontram-se sob ameaça. Jacquetta de Luxemburgo não imagina que terá um papel fundamental na política inglesa. Descendente de Melusina, a deusa das águas, ela tem a capacidade de prever o futuro. Após ficar viúva do duque de Bedford, ela se casa com Richard Woodville, seu fiel escudeiro. Depois de sofrer muito preconceito, ela acaba se tornando amiga da rainha mas sua lealdade não mantém a Casa de Lancaster no trono: o rei cai doente e Ricardo, duque de York, ameaça se rebelar contra o reino. Nomeada Lady Rivers, ela vive conforme seus princípios, mas uma visão pode mudar tudo: um futuro inesperado para a filha Elizabeth, uma mudança de destino, o trono da Inglaterra e a rosa branca de York. • Philippa Gregory é autora, entre outros títulos, de A irmã de Ana Bolena, adaptado para o cinema como A outra, uma superprodução estrelada por Natalie Portman, Scarlett Johansson e Eric Bana. • “O melhor romance de Philippa Gregory em anos.” USA Today (Fonte)

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Resenha: A Rainha Branca e A Rainha Vermelha

Oi pessoal!

Esta vai ser minha primeira resenha 2-em-1. Em breve farei a resenha de A Senhora das Águas, de Philippa Gregory, que é o terceiro livro da série Guerra dos Primos, que fala sobre o final da Guerra dos Cem Anos e o início e auge da Guerra das Rosas. É que os 2 primeiros livros eu li antes de fazer parte da equipe do blog e já faz um tempinho. Infelizmente como minha memória é bem ruinzinha estas resenhas não vão ser muito precisas, nem as minhas melhores. Mas queria poder oferecer a vocês um pouquinho sobre os 2 primeiros livros, para depois apresentar a resenha do terceiro, que estou lendo atualmente.

Espero que dê pra ter uma ideia.

A_RAINHA_BRANCAIrmãos e primos lutam entre si para conquistar o trono da Inglaterra neste fascinante relato da Guerra das Duas Rosas, o conflito que opôs a Casa de Lancaster, cujo símbolo é uma rosa vermelha, à Casa de York, representada pela rosa branca. Em meio à guerra, a viúva Elizabeth Woodville desperta a atenção do jovem rei Eduardo IV, e os dois se casam em segredo.

Rainha em um país instável, Elizabeth se vê enredada nas intrigas da corte, ao mesmo tempo em que luta pelo êxito de sua família e precisa enfrentar inimigos poderosos, como os irmãos do rei.

A Rainha Branca é o primeiro volume da série A Guerra dos Primos, que relata a ascensão da dinastia Tudor ao poder. (Fonte)

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Resenha: Queda de Gigantes

QUEDA_DE_GIGANTESSinopse: Queda de gigantes é o novo épico de Ken Follett. O primeiro romance desta trilogia segue o destino de cinco famílias durante a Primeira Guerra Mundial e a Revolução Russa. TÍTULO ORIGINAL: FALL OF GIANTS. Aos 13 anos de idade, Billy Williams entra em um mundo de homens nos poços de mineração da Gália. Gus Dewar, um estudante de direito norte-americano sem sorte no amor, encontra uma carreira nova e surpreendente. Dois irmãos órfãos russos, Grigori e Lev Peshkov, embarcam em caminhos radicalmente diferentes separados por metade do mundo quando seus planos de emigrar para os Estados Unidos falham por causa da guerra e da revolução. Estes e muitos outros personagens têm suas vidas intimamente entrelaçadas em uma saga que se desdobra em drama intrigante e complexo. Queda de gigantes vai de Washington à São Petersburgo, da sujeira e do perigo de uma mina de carvão aos candelabros brilhantes de um palácio, dos corredores do poder para os quartos dos poderosos. Como sempre acontece com Ken Follett, o contexto histórico pesquisado é brilhante e a ação processada em movimentos rápidos. Os personagens são ricos em nuances e emoção. Está nascendo um novo clássico. (Fonte: Skoob)

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Resenha: A Abadia de Northanger

Olá! Eu sei que prometi a resenha há muito tempo (ai que vergonha…), mas foram muitas coisas ao mesmo tempo por aqui, então só consegui colocar no ar o meme da Mari (falta o da Jeh! :D) e o Top Ten Tuesday.

Enfim, recebi esse livro da Martin Claret, nossa parceira aqui do blog e finalmente poderei falar sobre ele.

Sinospse:  ‘Abadia de Northanger’ conta a história da adorável Catherine Morland, jovem fascinada por romances góticos e possuidora de vívida imaginação. Em meio aos passeios e bailes da sofisticada sociedade de Bath (onde se depara com coqueteria, insinceridade, vaidades e intrigas) e à estada na Abadia de Northanger (onde se depara com os perigos de se deixar arrebatar pela imaginação), esta ingênua e íntegra heroína encontra o amor, bem como passa a conhecer melhor a natureza humana. (Fonte)

 De fato este é o livro mais divertido de Jane Austen. Aliás, este foi o primeiro livro de sua autoria entregue para publicação, mas só publicado treze anos depois, postumamente. No início do livro, há uma nota da autora falando sobre isso. Sinceramente, concordo com Miss Austen… Como um livreiro compra um livro que não tem intenção de publicar? Bem estranho, mas enfim…

A história na verdade é uma sátira aos romances góticos que eram muito famosos na época (pelo menos na época em que Austen o escreveu, segundo ela. rs) . Sinceramente não conheço nenhuma das obras citadas do livro, destacando “Os mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe.

O que eu gostei muito desse livro foi o modo como Jane Austen o narrou. Parecia que era uma conversa informal com amigas, em um chá. Esse tipo de narrativa já me deixa mais à vontade na leitura e geralmente isso acontece quando a narrativa é em primeira pessoa, mas mesmo sendo em terceira pessoa, a história me cativou logo de cara.

Ninguém que tivesse visto Catherine Morland quando criança teria imaginado que ela nascera para ser heroína.

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