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Resenha: Amaldiçoadas

amaldiçoadas“Cate Cahill tomou a decisão mais difícil de sua vida e resolveu largar tudo para proteger aqueles a quem amava, mas não poderia imaginar os obstáculos que ainda teria pela frente. Agora, vivendo disfarçada entre as outras moças da Irmandade, ela precisa se manter a salvo dos implacáveis caçadores de bruxas e lidar com grandes dilemas pessoais, como a distância de seu grande amor e os conflitos que envolvem suas irmãs Tess, uma menina doce e ingênua que guarda um grande segredo, e Maura, a jovem bela e ambiciosa que pretende fazer de tudo para se tornar o centro das atenções. Será que Cate está pronta para liderar as bruxas de sua geração e ganhar o respeito de uma sociedade que condena a feitiçaria? E seria ela a bruxa da profecia, a mulher mais poderosa já nascida em muitos séculos e capaz de revolucionar a história do mundo? Envolva-se ainda mais na história de Cate e de todas as mulheres fortes que a cercam e segure seu coração para torcer pelo amor de Cate e Finn neste volume que traz revelações imperdíveis antes da conclusão da saga das irmãs Cahill.”

Atenção: Essa resenha contém spoilers do primeiro livro da série, Enfeitiçadas.

Amaldiçoadas é o segundo livro da série As Crônicas das Irmãs Bruxas. Ele começa bem como o livro anterior terminou: Cate Cahill havia deixado tudo para trás, inclusive o seu grande amor, para poder servir à Irmandade e proteger todas as pessoas que ela amava. Mas a Irmandade não é formada por freiras, e sim por bruxas, que aguardam o momento de se erguer novamente e acabar com toda a opressão feminina. Mas os Irmãos da Fraternidade estão tentando arrumar novos meios de controlar a sociedade. Além de ficar ainda mais à procura de qualquer ato de “bruxaria”, eles criaram planos para acabar com a autonomia de todas as mulheres. A primeira medida foi que as mulheres não poderiam mais trabalhar fora. A segunda era que as meninas não poderiam mais serem ensinadas a ler. As meninas teriam que depender do conhecimento dos pais ou dos maridos. E, além disso…

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Resenha: After

Durante um tempo teve tanto bafafá sobre esse livro, porque foi um sucesso de leitura no wattpad e etc e tal, que quando a Cia das Letras disponibilizou para resenha eu decidi me arriscar.

Pois é, eu acabei demorando para ler e demorando para postar a resenha e agora vocês vão saber o motivo. E segurem-se, porque são poucas as ocasiões em que eu realmente joguei o livro na parede.

AFTERSinopse: Depois de bater a marca de um bilhão de acessos na plataforma de leitura Wattpad ao transformar os integrantes da banda One Direction em personagens de uma história de amor sexy, a série After vira livro e promete ser o novo fenômeno editorial.
No primeiro livro, Tessa, de 18 anos, sai de casa, onde mora com a mãe, para ir para a faculdade. Até então sua vida se resumia a estudar e ir ao cinema com o namorado doce que conheceu ainda criança. No primeiro dia na faculdade, onde ela passa a dividir um quarto com uma amiga que adora festas, Tessa conhece Hardin, um jovem rude, tatuado e com piercings que implica com seu jeito de garota certinha. Logo, no entanto, os dois se envolvem e Tessa, que era virgem, vê sua sexualidade aflorar. Hardin é inspirado em Harry Styles, um dos membros do One Direction. Os outros quatro músicos da banda Zayn, Niall, Louis e Liam também viraram personagens na trama.
Tessa logo descobre que Hardin possui um passado cheio de fantasmas e os dois começam um relacionamento intenso e turbulento. Depois dele, ela nunca mais será a mesma. Os livros nasceram como uma fanfic do One Direction, a banda estrangeira mais popular na atualidade. Fonte

Observação: Se você leu e gostou do livro, talvez não goste da minha resenha. Mas opinião é isso, leve em consideração.

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Resenha: Mundo Novo

Mundo Novo“Neste mundo novo, só restaram os adolescentes e a sobrevivência da humanidade está em suas mãos.
Imagine uma Nova York em que animais selvagens vivem soltos no Central Park, a Grand Central Station virou um enorme mercado e há gangues inimigas por toda a parte. É nesse cenário que vivem Jeff e Donna, dois jovens sobreviventes da propagação de um vírus que dizimou toda a humanidade, menos os adolescentes.
Forçados a deixar para trás a segurança de sua tribo para encontrar pistas que possam trazer respostas sobre o que aconteceu, Jeff, Donna e mais três amigos terão de desbravar um mundo totalmente novo. Enquanto isso, Jeff tenta criar coragem para se declarar para Donna, e a garota luta para entender seus próprios sentimentos – afinal, conforme os dias passam, a adolescência vai ficando para trás e a Doença está cada vez mais próxima.”

Vou começar essa resenha sendo bastante sincera: eu fiquei com uma dúvida muito grande se eu lia Mundo Novo ou não. A sinopse dele me chamou muito atenção, porém… Ele tinha todos os requisitos para ser uma grande decepção. Então eu pensei… Pensei uma outra vez… Pensei novamente… E depois de algumas mensagens da Lucy, resolvi arriscar. E que bom que isso aconteceu – porque Mundo Novo foi uma leitura deliciosa e exatamente o que eu precisava nesse momento.

Em Mundo Novo, o planeta Terra está bem diferente do que nós conhecemos. Um homem havia dado entrada em um hospital se queixando de dores no peito. Dentro de um dia o hospital inteiro foi varrido pela doença. O vírus não deixou nenhuma chance: ninguém conseguia contê-lo e rapidamente ele foi se espalhando pelo mundo todo. A internet e todos os meios de comunicação começaram a sair do ar, um a um, e a histeria começou a tomar conta da população. Mas essa doença tinha uma característica peculiar: ela só atacava adultos e crianças pequenas. Depois de um mês, em Nova York, só tinham restado os adolescentes. Para tentar sobreviver, os jovens dividiram-se em tribos, cada um com uma filosofia diferente. Mas todos eles sabem do seu fim certo: aos 18 anos, por causa do vírus, todos eles irão morrer.

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Resenha: As sombras de Longbourn

as sombras“Admiradora de Jane Austen, a romancista Jo Baker perguntava-se quem seriam aquelas presenças pontuais e quase inumanas que serviam à mesa ou entregavam um recado para os personagens de Orgulho e preconceito, um dos romances mais recontados em versões literárias desde a sua publicação, há duzentos anos. Por trás de cada descrição da toalete das irmãs Bennet havia certamente o trabalho de uma criada, e cada refeição servida implicava uma cozinheira, um mordomo para servi-la. Qual seria a história não contada desses personagens? “As Sombras de Longbourn” é o romance dessas figuras invisíveis. Sob o comando da governanta e cozinheira sra. Hill, trabalham Sarah e Polly, duas jovens trazidas de um orfanato quando ainda eram crianças para trabalhar na casa. O mordomo idoso, sr. Hill, serve à mesa e divide a administração da casa com a sra. Hill. Os quatro formam um pequeno exército de empregados que labuta dezoito horas por dia para que a família Bennet goze do máximo conforto possível. A chegada de James Smith, um jovem lacaio recém-contratado, irá movimentar o andar de baixo da casa, revelando antigas tensões entre empregados e patrões.”

Eu devo começar essa resenha sendo bem sincera: o único livro da Jane Austen que eu li até hoje foi Orgulho e Preconceito. Sim, esse é um erro enorme meu. Eu, que adoro romances, já deveria ter lido pelo menos as obras mais famosas dela. Comecei a ler Emma porque eu assiti Emma Approved (e claro que assisti The Lizzie Bennet Diaries também!) mas não consegui terminar até hoje. Eu gostei muito de Orgulho e Preconceito, mas a linguagem que ela usa não é tão fácil assim… Mas eu acho essa época relatada é muito interessante, e por isso que eu fiquei curiosa em ler As sombras de Longbourn. Nós sempre prestamos atenção nos protagonistas, mas e todas as pessoas que trabalhavam naquela época? Por trás de cada irmã Bennet havia certamente uma criada que a ajudava nas suas rotinas diárias, a cada refeição, um mordomo, sem contar as pessoas responsáveis pela locomoção da família… Essas pessoas que são quase “fantasmas” mas elas também, com certeza, tem a sua história para contar.

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A Cuca Recomenda: Ela disse, Ele disse – O namoro

Tenho uma confissão a fazer: comprei esse livro só por causa da Turma da Mônica. Desculpa, é verdade! É claro que rolou um pensamento “eba, vou conhecer a escrita da Thalita Rebouças!”, mas vou ser bem sincera, se não tivesse a Turma da Mônica no livro eu não compraria. Motivo? Não faz parte da minha zona de conforto. É um romance e muito, muito jovem. No entanto, fiquei surpresa em como gostei do livro e como ele me divertiu! É viciante e tão delicinha que dá pra ler num piscar de olhos, numa única tarde de verão.

“Um dos grandes sucessos de Thalita Rebouças, Ela disse, ele disse ganha continuação, com a participação mais que especial de Mauricio de Sousa e sua Turma da Mônica Jovem. Em Ela disse, ele disse – O namoro, Leo e Rosa, que se conheceram e se apaixonaram no primeiro livro, estão namorando. E continuam descobrindo as delícias e agruras da vida a dois. Entremeando as vozes dos protagonistas com cenas ilustradas, a história de Leo e Rosa é acompanhada por ninguém menos que Mônica, Cebola, Cascão e Magali, que estão lendo o livro de Thalita.” Fonte

Porque tem gente que é legal na vida e no Face, tem gente que é legal no Face e chata na vida e gente que é legal na vida e chata no Face.

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