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Lançamentos de Junho – Editora Harlequin

harlequin junho
Olááá,

Junho vai começar… Vamos conhecer os lançamentos da Harlequin desse mês? Se você não gosta de futebol e quer muito mais romance, tem vários títulos para escolher. Dentre eles, é claro, tem a sempre diva Nora Roberts!

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Resenha: Belleville

belleville“Se pudesse, Lucius aterrissaria em 1964 para ajudar Anabelle a realizar o grande sonho do seu falecido pai! De quebra, ajudaria a moça a enfrentar alguns problemas muito difíceis, entre eles resistir à violência do seu tio Lino. Claro que conhecer de perto os lindos olhos verdes que ele viu no retrato não seria nenhum sacrifício… Sem conseguir explicar o que está acontecendo, Lucius inicia uma intensa troca de correspondência com a antiga moradora da casa para onde se mudou. Uma relação que começa com desconfiança, passa pelo carinho e evolui para uma irresistível paixão – e para um pedido de socorro…”

Normalmente eu não sou daquelas pessoas que reparam muito na capa do livro. Eu sempre analiso a sinopse para saber se eu vou ler ou não. Mas com Belleville não diferente. Não me perguntem o motivo, mas desde quando saiu a capa, eu disse: “Eu tenho que ler esse livro”. Eu não sabia de nada, nada, nada e mesmo quando nós dividimos os livros entre as colunistas do blog, eu ainda não tinha lido a sinopse.

Lucius acabou de se mudar para Campos do Jordão para cursar a faculdade de matemática. Ele conseguiu alugar uma casa antiga e nos fundos dela ele encontra algo muito peculiar: vários pilares marcavam o terreno. Obviamente ele não entende nada… Até que ele descobre uma carta enterrada no quintal. Através dela ele fica sabendo que um antigo morador começou a construir uma montanha-russa mas nunca conseguiu terminá-la. Apesar desse sonho ter parecido ser impossível, a filha dele escreveu essa mensagem na esperança de que um dia alguém terminasse o projeto. Lucius fica comovido pela carta, mas como era um mero estudante, não tinha dinheiro para terminar o projeto. Por isso ele escreve uma outra mensagem, pedindo para que o próximo morador pensasse com carinho na proposta. Ele enterra a carta no mesmo lugar…

E, 50 anos antes, Anabelle encontra a carta. E assim eles começam a se corresponder. Será que Lucius vai conseguir realizar o sonho de Anabelle?

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Resenha: A Escolha

A escolha“Estava cansada da competição. Precisava terminar de vez com Aspen. Lutaria por Maxon.

Quando foi sorteada para participar da Seleção, America não imaginava que chegaria tão perto da coroa – nem do coração do príncipe Maxon. Com o fim do concurso cada vez mais próximo, e as ameaças rebeldes ao palácio ainda mais devastadoras, ela se dá conta de tudo o que está em risco e do quanto precisará lutar para alcançar o futuro que deseja. America já fez sua escolha, mas ainda há muitas outras em jogo… Aspen, seu antigo namorado, terá de encarar um futuro longe dela. E Maxon precisa ter certeza dos sentimentos da garota antes de tomar a grande decisão, ou acabará escolhendo outra concorrente.”

Essa com certeza foi uma das resenhas mais difíceis que eu já fiz até hoje. Primeiro, porque a principal pergunta do livro é muito simples: “Com quem a America vai ficar?”. Com isso, eu fico com medo de dar qualquer tipo de spoiler aqui – e por isso eu tomei o dobro de cuidado na hora de escrever esse texto. Só para deixar bem claro, eu gosto do Maxon e do Aspen e, portanto desde que a Kiera me convencesse, eu ficaria feliz com qualquer um dos dois. Em segundo lugar, eu precisaria contar o que acontece no livro para poder explicar as minhas opiniões… Mas, eu não posso, então talvez quem leu o livro vai entender melhor o que eu estou querendo dizer.

Aviso: Essa resenha contém spoilers de A Seleção e A Elite

Quem leu a minha resenha de A Elite, deve se lembrar de todas as minhas reclamações sobre a America. Em A Escolha, Kiera Cass conseguiu me lembrar dos motivos de eu ter gostado tanto da protagonista em A Seleção. Apesar de ainda ter algumas dúvidas entre Maxon e Aspen, America não se foca nisso. Mesmo com o fim do concurso para escolher a esposa de Maxon cada vez mais próximo, os ataques dos rebeldes estão tão frequentes que ela tem outras preocupações. E a America é sensacional na arte de quebrar todas as regras e irritar o rei. Ela não tem medo, ela bate de frente, ela não consegue ir contra os seus princípios. Eu tive vontade de aplaudi-la em vários momentos, porque sério, ela poderia liberar qualquer rebelião em qualquer distopia.

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Resenha: Desde o primeiro instante

Como vocês devem estar acompanhando pelas minhas últimas resenhas, eu não estou nada contente com a parte romântica de vários livros que eu li. Eu estava precisando acreditar que livros em que os personagens se apaixonam lentamente ainda existem e por isso, fui ler novamente as sinopses dos livros que eu tinha. “Desde o primeiro instante”, apesar do título, me passou a impressão de que ele era exatamente o que eu necessitava. E eu estava totalmente certa!

desde o primeiro instante“Rachel acabou de romper um noivado e está decidindo o que vai fazer da vida. Quando ela se encontra casualmente com Ben, um amigo dos tempos da faculdade, seu coração balança. Na época não rolou, mas agora ele parece tão mais interessante… O problema é que Ben está casado, “fora do mercado”, como se costuma dizer. Ok, hora de partir para outra. Rachel não é nenhuma mocinha ingênua, dessas que se deixam levar pela emoção. O fato de Ben ser lindo, educado, engraçado, nobre e fiel não é suficiente para tirar Rachel do seu eixo. Claro que não. Na verdade, ele é O Companheiro Perfeito. Pena que seja tão fiel! Apaixonar-se pelo melhor amigo é o sentimento mais gostoso do mundo, mas também é assustador.”

Em primeiro lugar: esse livro é lindo! E eu me apaixonei por ele desde o primeiro instante, porque a protagonista é muito interessante. E ela é muito humana: ela comete vários erros durante o livro, mas você não consegue ficar com raiva dela, porque é tudo muito plausível. Então nada de romances utópicos e declarações de amor no segundo capítulo. Essa história poderia acontecer com qualquer pessoa (e eu tenho certeza que muitos vão realmente se identificar com ela).

Bom, mas comecei fazendo essa resenha ao contrário, então vamos para o enredo do livro (é que eu precisava realmente convencer vocês a lerem esse texto até o final!). Rachel estava noiva e arrumando os últimos preparativos para o casamento. Mas, em uma discussão com o noivo sobre qual seria a atração musical da festa, ela percebeu que… Bem, apesar de tanto tempo de relacionamento, talvez o casamento não fosse uma boa ideia. Será que eles não estavam juntos só pela conveniência da relação? Por isso ela resolve cancelar tudo – e depois de muito tempo, volta ao grupo das solteiras.

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Resenha: Verão Cruel

Verão cruel“Colby Cavendish, uma ex-nerd, decide mudar radicalmente sua própria imagem. Está ansiosa por participar de festas descoladas com a turma da praia e, se tudo der certo, ficar com o cara mais gostoso da escola, Levi Bonham. Mas seus planos vão por água abaixo quando seus pais a mandam passar férias forçadas na Grécia com sua tia. Presa em uma ilha sem shoppings e sem sinal de celular, ela teme ser rapidamente esquecida por seus amigos. Mas eis que conhece Yanni, um deus grego, e tudo muda. Colby acaba confusa e tudo indica que aquele sentimento será mais que uma simples paixonite de verão.”

Verão Cruel nos apresenta Colby Cavendish, uma adolescente que acaba de ficar amiga de uma das garotas mais populares do seu colégio. Ela tem vários planos para o verão com os seus novos amigos mas todos eles são destruídos pelos seus pais. Eles estão em processo de separação e por isso mandam a filha passar as férias na Grécia com a sua tia. Se você está pensando que ela foi a Atenas, HÁ, você está muito enganado! Ela viaja para Tinos, um dos lugares mais importantes do país para peregrinos religiosos e uma das ilhas com o menor número de comércios. E para piorar a situação, os seus tios não tem internet… Preciso dizer que ela não queria ir para lá? Mas tudo muda quando ela resolve deixar os Estados Unidos um pouco de lado e realmente aproveitar as suas férias de verão.

“E COMO, exatamente, devo sobreviver, durante UM VERÃO INTEIRO, sem carro, sem celular, sem jogos, sem lojas de roupas bacanas, sem festas, sem amigos e sem acesso à internet???” – página 17

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