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Resenha: Becky Bloom em Hollywood

Para quem já conhece o blog já há um bom tempo, sabe que sou mega fã de Sophie Kinsella e que essa paixão veio com nossa querida Becky. Inclusive, consegui um autógrafo da Sophie na época do lançamento. Nem preciso dizer que fiquei nas nuvens, né? *__*
Ela é muito linda, gente! *momento fan-girl*

BECKY_BLOOM_EM_HOLLYWOODLos Angeles, reduto das celebridades mais famosas do mundo, de estilo de vida enlouquecedor e perdulário, cenário perfeito para que Rebecca Brandon (ex-Bloom) possa realizar suas fantasias mais glamorosas. E é para lá que ela e a família vão quando seu marido Luke é contratado para cuidar da carreira da famosa atriz Sage Seymour – e para Becky isso é um sinal de que ela está destinada a ser produtora de moda da badaladíssima celebridade e, quem sabe, também das maiores estrelas de Hollywood. Mas, assim que chega a LA, Becky descobre que sua rotina não será apenas de luxo e glamour. Alicia, uma rival do passado, também está na cidade. E o pior, é a queridinha das mães da concorridíssima pré-escola de Minnie. E o sonho de cuidar do look de Sage parece mais difícil do que ela imaginava. Até porque Luke vive adiando apresentar as duas. Então, por uma manobra do destino, Becky tem a chance de produzir a arqui-inimiga da atriz, e isso pode trazer alguns probleminhas. Pré-estreias, vestidos de gala, muitos paparazzi à sua volta, aulas de ioga e infinitas compras na Rodeo Drive. Claro que isso não acontecerá sem muitas encrencas e confusões. Será que Becky está mesmo perto de conseguir tudo o que sempre sonhou? Fonte

Essa resenha não contém spoilers de livros anteriores, mas se você não conhece a série, talvez fique um pouco perdido. Vou tentar explicar resumidamente e você pode ler as outras resenhas aqui.

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Resenha: Cidade dos Etéreos

O primeiro livro dessa série, O Lar das Srta. Peregrine para Crianças Peculiares (resenha aqui) foi muito bom. Mas esse é um daqueles casos raros em que o segundo livro da série é ainda melhor. Em Cidade dos Etéreos nós temos os mesmos personagens peculiares que nos encantaram no primeiro volume (e alguns novos) e o mesmo ar de fantasia, mas há muito mais aventura, mistério e cenas emocionantes que no primeiro. As crianças enfrentam uma dura jornada de amadurecimentos e nós, leitores, também. Uma história que envolve e angustia na mesma proporção, deixando-nos sedentos pelo final dessa aventura.

Obs.: essa resenha pode conter spoilers do primeiro livro da série.

CIDADE_DOS_ETEREOS_1452788397336018SK1452788397B“Cidade dos Etéreos dá sequência ao celebrado O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares, em que o jovem Jacob Portman, para descobrir a verdade sobre a morte do avô, segue pistas que o levam a um antigo lar para crianças em uma ilha galesa. O orfanato abriga crianças com dons sobrenaturais, protegidas graças à poderosa magia da diretora, a srta. Peregrine.
Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares.
Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época — tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante.” Fonte

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Resenha: A Rainha das Trevas

O terceiro volume da série de Anne Bishop demorou para chegar. Passaram-se mais de dois anos desde A Herdeira das Sombras e, por esse motivo, quando comecei a ler A Rainha das Trevas, livro que fecha a Trilogia das Joias Negras, fiquei com um pé atrás. Essa série sempre foi complexa e repleta de personagens, será que eu não me sentiria como alguém pisando em terras estrangeiras após muito, muito tempo?

A boa notícia é que não, você não se sente perdido. Na verdade, esse terceiro livro ambienta o leitor muito melhor na história até mesmo que os dois anteriores, o que foi uma grata surpresa. Mas antes de continuar, se você não leu os livros anteriores, confira as resenhas: A Filha do Sangue (leia a resenha) e A Herdeira das Sombras (leia a resenha).

E já vou avisando, essa resenha pode ter spoilers das obras anteriores.

A_RAINHA_DAS_TREVAS“Incapazes de atingir Jaenelle, a jovem Rainha, os membros corruptos dos Sangue fazem um jogo perverso de diplomacia e mentira, procurando destruir aqueles que sempre deram tudo por ela. E revertem as culpas para o seu tutor, Saetan, que passa a ser visto como a maior das ameaças ao poder instituído. Com Jaenelle como Rainha, a chacina do povo e a profanação das terras irá terminar. Porém, onde se fechou uma porta poderá abrir-se uma janela E mesmo que Jaenelle possa contar com os seus aliados, talvez não seja suficiente: só um terrível sacrifício poderá salvar o coração de Kaeleer.” Fonte

Algo para onde o sonho possa voltar.




Resenha: Simplesmente o Paraíso

Esse ano está parecendo “o ano dos romances de época”, porque vira e mexe eu estou lendo um deles. E não pensei duas vezes quando eu vi que a Arqueiro lançou uma nova série de Julia Quinn (vocês viram aquele box lindo de morrer?), já solicitei o primeiro para leitura e resenha. Apesar de não ter resenhado a série Os Bridgerton aqui no blog (eu já havia lido há muito tempo antes de lançarem oficialmente aqui no Brasil e agora estou relendo), eu decidi pegar o primeiro livro da série e vou contar para vocês o que achei dele.

SIMPLESMENTE_O_PARAISOHonoria Smythe-Smith é parte do famoso quarteto musical Smythe-Smith, embora não se engane e saiba que o dito quarteto carece sequer do menor sentido musical e tem esperanças postas que esta seja a última vez que se submeta a semelhante humilhação. Esta será sua temporada e com um pouco de sorte conseguirá um marido.
Durante um jantar, põe seus olhos em Gregory Bridgerton, um dos mais jovens da família Bridgerton. Sabe que não está apaixonada, mas ele parece uma opção mais que válida.
Marcus Holroyd é o melhor amigo do irmão de Honoria, Daniel, que vive exilado na Itália. Ele prometeu olhar por ela e leva suas responsabilidades muito seriamente. Odeia Londres e durante toda a temporada, permaneceu vigilante e intermediou quando acreditava que o pretendente não era o adequado.
Honoria e Marcus compartilham uma amizade, pouco atípica, fruto dos anos que se conhecem e que o torna parte da família.
Entretanto, um desafortunado acidente faz que ambos repensem sua relação e encontrem a maneira de confrontar o que surge entre eles, se tiverem coragem suficiente. Fonte

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Resenha: Cilada para um Marquês

Esse ano eu estou numa vibe de ler romances de época, e calhou que em fevereiro tivemos um clube do livro da Gutenberg, cujo livro escolhido foi justamente Cilada para o Marquês. Eu nem tinha terminado a leitura na época, mas agora posso atualizá-los sobre minhas impressões.

Cilada Para Um MarquêsSophie Talbot é conhecida pela Sociedade como uma das Irmãs Perigosas – mulheres Talbot que fazem de tudo para se arranjar com algum aristocrata. O apelido chega a ser engraçado, pois se existe algo que Sophie abomina é a aristocracia. Mas parece que mesmo não sendo uma irmã tão perigosa assim, o perigo a persegue por todos os lugares.

Quando a mais “desinteressante” das irmãs Talbot se torna o centro de um escândalo, ela decide que chegou a hora de partir de Londres e voltar para o interior, onde vivia antes de seu pai conquistar um título. Em Mossband, ela pretende abrir sua própria livraria e encontrar Robbie, um jovem que não vê há mais de uma década, mas que jura estar esperando por ela.

No entanto, ao fugir de Londres, seu destino cruza com o de Rei, o Marquês de Eversley e futuro Duque de Lyne, um homem com a fama de dissolver noivados e arruinar as damas da Sociedade. Rei está a caminho de Cumbria para visitar o odioso pai à beira da morte e tomar posse de seu ducado. Tudo o que ele menos precisava era de uma Irmã Perigosa em seu encalço.

O Marquês de Eversley está convicto de que Lady Sophie Talbot invadiu sua carruagem para forçá-lo a se casar com ela e conquistar um título de futura duquesa. Já Sophie tenta provar que não se casaria com ele nem que fosse o último homem da cristandade. Mas e quando o perigo tem olhos verdes, cabelos claros e a língua afiada?

Essa viagem será mais longa do que eles imaginavam… Fonte

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