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Resenha: O Retorno de Izabel

Li A Morte de Sarai, primeiro livro da série Na Companhia de Assassinos, no começo do ano e fiquei completamente viciada, como podem ver nessa resenha. Por isso, foi com muita animação e expectativa que peguei O Retorno de Izabel para ler. É bom? Ótimo, e continua viciante (li em apenas dois dias), mas não tão bom quanto o primeiro. Síndrome de segundo livro, talvez. Algumas coisas me incomodaram, mas ainda assim essa é uma sequência digna e espetacular e, se você leu o primeiro livro e gostou, com certeza deve ler esse também.

Cuidado, essa resenha contém spoilers do primeiro livro: A Morte de Sarai.

izabel“Determinada a levar o mesmo estilo de vida do assassino que a libertou do cativeiro, Sarai resolve sair sozinha em missão, com o propósito de matar o sádico e corrupto empresário Arthur Hamburg. No entanto, sem habilidades nem treinamento, os acontecimentos passam muito longe de sair como o planejado. Em perigo, Sarai nem acredita quando Victor Faust aparece para salvá-la — de novo. Apesar de irritado pelas atitudes inconsequentes dela, ele logo percebe que a garota não vai desistir de seus objetivos. Então não há outra opção para ele a não ser treiná-la. Com tamanha proximidade, para eles é impossível resistir à atração explosiva. Nem Victor nem Sarai podem disfarçar o que sentem, ou negar o desejo que os une. No entanto, depois de tantos anos de sofrimento e tantas cicatrizes emocionais, será que eles conseguirão lidar com um sentimento como amor? Só que Sarai — novamente na pele de Izabel Seyfried — ainda terá que passar por um último teste; um teste para provar se conseguirá viver ao lado de Victor, mas que, ao mesmo tempo, poderá fazê-la questionar os próprios sentimentos e tudo que sabe sobre esse homem.” Fonte

Um anjo que carrega a morte no bolso.




Resenha Dupla: O Livro do Silêncio

No último Encontro de Blogs de Letras fomos agraciados com a presença de P. J. Pereira, autor da trilogia Deuses de Dois Mundos. (Tive que trabalhar e não pude ir! Buááááá!) Eu achei que ele faria apenas uma apresentação de seu novo lançamento (o terceiro livro da trilogia) – o que de fato ele fez, além do bate-papo super descontraído sobre o desenvolvimento da história. Mas qual não foi a surpresa ao ver que os presentes acabaram ganhando os três exemplares?

Assim que possível, eu comecei a leitura e tem um tempinho que já acabei, mas faltou eu resenhar (como sempre). A Drika também já tinha lido e hoje vamos falar o que achamos da história. Meu texto será em azul e o da Drika será em lilás.

DEUSES_DE_DOIS_MUNDOS__O_LIVRO_DO_SILENSinopse: Na África ancestral, Orunmilá, o maior adivinho de todos os tempos, não entende por que seus instrumentos se calaram. Nos dias atuais, um jovem jornalista se aventura pelas ruas de São Paulo, tentando fugir de uma missão que não deveria ser sua. No primeiro livro da série Deuses de dois mundos, Ogum, Xangô, Oxóssi e Oxum se unem a gente do nosso tempo para resgatar os 16 príncipes do destino, numa narrativa que preserva toda a sensualidade e violência original dos mitos africanos dos orixás. Fonte

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Resenha + Sorteio: A Rainha Vermelha

Quando a Cia das Letras disponibilizou A rainha vermelha, eu logo me interessei. Tive a sensação de que ia gostar da história – e a capa chamou muito a atenção. Bem, eu não estava errada, realmente gostei! E agora vou contar para vocês o motivo.

A_RAINHA_VERMELHAO mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.

Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?

Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe – e Mare contra seu próprio coração. Fonte

Todo mundo pode trair todo mundo.




Resenha: Doctor Who – Shada

Doctor Who foi uma série que me conquistou aos poucos. Quando comecei a assistir a primeira temporada de New Who, vi uns quatro episódios, fiquei de saco cheio e abandonei a série. Voltei a assistir por pura teimosia após vários meses, mas quando me dei conta estava apaixonada (muito por culpa de David Tennant, o 10th Doctor). A Melissa de Sá, do Livros de Fantasia, que compartilha desse amor não tão incondicional assim (nós duas concordamos que a temporada do 9th Doctor é um tragédia e não gostamos de jeito nenhum da Rose Tyler), resolveu me emprestar Shada, de Gareth Roberts, e disse que eu ia adorar. E não foi diferente: assim que embarquei na Tardis do 4th Doctor nessa aventura que originalmente era um episódio da TV escrito por Douglas Adams fui arrebatada. Impossível ler esse livro sem um sorriso no rosto.

shada“Vista e cultuada em mais de 200 países, a série de TV Doctor Who é um ícone cultural britânico que conquistou mais de 70 milhões de fãs em 50 anos de aventura.

O seriado acompanha o Doutor: um viajante misterioso, vindo do planeta Gallifrey, movido pelo desejo de explorar todos os cantos do tempo e do espaço. Um dos Senhores do Tempo, o Doutor é capaz de se regenerar para escapar da morte, mudando de corpo, rosto e personalidade. Com seus companheiros, humanos e alienígenas, ele protege a Terra e o cosmos contra perigos de todos os tipos.

Shada reconta um episódio que nunca foi transposto para as telas de televisão, uma aventura “perdida” de 1979. Escrita pelo então editor de roteiros da série, Douglas Adams, o autor de O guia do mochileiro das galáxias, Shada traz a quarta encarnação do Doutor e sua companheira Romana II.” Fonte

O universo é cheio de coisas maravilhosas e oportunidades fantásticas. E você tem que agarrá-las com ambas as mãos.




Top Ten Tuesday: Dez séries finalizadas que ainda não finalizei

ttt2013

Olá! Hoje o Top Ten Tuesday é a minha cara! Sim, porque não tem nada de mais “normal” do que eu começar uma série, comprar todos os livros da série e… não terminar de ler! Algumas séries eu tenho inteiras e ainda nem comecei, como Divergente e Mundo de Tinta. Loucura? Sim, mas não consigo evitar (se bem que esse ano já me segurei para não comprar uns 5 livros que são continuações de primeiros livros que já adquiri…). Ah, estou em tratamento, já consegui terminar duas séries esse ano (mentira, uma das séries era “As Brumas de Avalon”, que não é série, ela só foi dividida aqui no Brasil… mas enfim, as outras são Incarceron e a Trilogia Grisha).

Top Ten Tuesday é um meme semanal criado pelo blog The Broke and the Bookish!

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