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Resenha: O Lado Mais Sombrio

Fazia muito, muito tempo que eu queria ler esse livro. Eu o conheci ainda quando havia somente a edição americana, Splintered, e quando descobri que os direitos foram adquiridos pela Novo Conceito fiquei bem feliz e aguardei ansiosamente o lançamento no Brasil – que demorou muito. Quando o livro chegou, corri para lê-lo, cheia de expectativas, mas, infelizmente, o livro não alcançou nem metade delas. Descritivo em excesso e com protagonistas fracos e sem graça, O Lado Mais Sombrio tem uma boa premissa, mas um desenvolvimento tedioso e muita, muita enrolação.

“Alyssa Gardner ouve os pensamentos das plantas e animais. Por enquanto ela consegue esconder as alucinações, mas já conhece o seu destino: terminará num sanatório como sua mãe. A insanidade faz parte da família desde que a sua tataravó, Alice Liddell, falava a Lewis Carroll sobre os seus estranhos sonhos, inspirando-o a escrever o clássico Alice no País das Maravilhas. Mas talvez ela não seja louca. E talvez as histórias de Carroll não sejam tão fantasiosas quanto possam parecer. Para quebrar a maldição da loucura na família, Alyssa precisa entrar na toca do coelho e consertar alguns erros cometidos no País das Maravilhas, um lugar repleto de seres estranhos com intenções não reveladas. Alyssa leva consigo o seu amigo da vida real – o superprotetor Jeb –, mas, assim que a jornada começa, ela se vê dividida entre a sensatez deste e a magia perigosa e encantadora de Morfeu, o seu guia no País das Maravilhas. Ninguém é o que parece no País das Maravilhas. Nem mesmo Alyssa…” Fonte

Você é uma mulher agora, com o fogo do reino inferior correndo em suas veias. Seu coração é selvagem e você já provou o gosto do poder. Um dia, vai querer voar novamente.




Resenha: Fênix, a Ilha

Quando os lançamentos da Novo Conceito chegaram – e foram muitos! – esse livro foi o que mais me interessou. Achei que seria algo meio Lost, sabem? Vários adolescentes problemáticos em uma ilha, isolados, num campo de treinamento. Criei expectativas e, bem, me decepcionei. O livro não era nada do que eu esperava antes da leitura; quer dizer, na verdade, ele foi é muito previsível de um jeito bastante incômodo.

“Sem telefone. Sem sms. Sem e-mail. Sem TV. Sem internet. Sem saída. Bem-vindo a Fênix: A Ilha. Na teoria, ela é um campo de treinamento para adolescentes problemáticos. Porém, os segredos da ilha e sua floresta são tão vastos quanto mortais. Carl Freeman sempre defendeu os excluídos e sempre enfrentou, com boa vontade, os valentões. Mas o que acontece quando você é o excluído e o poder está com aqueles que são perversos?” Fonte

Fênix, a Ilha é o tipo de livro que, assim que você começa a ler, já sabe onde vai dar. Você espera que seja diferente e que o livro o surpreenda, mas ele não o faz. Dá desânimo. Não que ele não tenha partes emocionantes, mas mesmo assim…

Carl não se conteve. Não se preocupou em ferir as mãos. Apenas descarregou os socos com a força total de todo aquele ódio reprimido.




Resenha: Tentação sem limites

Depois que li Paixão sem Limites, eu fiquei com muita raiva do Rush, o mocinho da história. Só por isso, eu torcia para lançarem logo a continuação, apesar de saber mais ou menos até onde a relação entre as personagens vai chegar, mas só para ver como o Rush ia sofrer (sim, eu sou má). Observação: essa resenha pode conter spoilers que provavelmente não vão atrapalhar sua leitura, mas nunca se sabe, melhor avisar.

TENTACAO_SEM_LIMITESSinopse: A vida de Blaire Wynn não foi nada fácil. Sua irmã gêmea morreu muito cedo, seu ex-namorado e melhor amigo a traiu e ela precisou cuidar da mãe doente até o último dia de sua vida. Depois de tanto sofrimento, o que ainda seria capaz de machucá-la? O terrível segredo de Rush Finlay. Depois de se apaixonar perdidamente por ele, Blaire descobriu algo cruel que destruiu para sempre o mundo que conhecia. Agora ela está mais sozinha do que nunca e precisa recomeçar a vida longe de todos que a feriram. O único problema é que não consegue deixar de amá-lo. Rush Finlay também não sabe o que fazer. Apesar das tentativas dos amigos e da família para animá-lo, o rapaz segue desolado. Ele já não quer saber da vida que levava, regada a festas, bebidas e mulheres. É atormentado pelas lembranças de um sentimento que jamais imaginara que fosse conhecer e que não pôde ser vivido plenamente. Nem Rush nem Blaire imaginavam que seus universos pudessem se transformar de forma tão radical. Porém, a maior reviravolta das suas vidas ainda está por vir. E ela será tão intensa que obrigará Blaire a engolir o orgulho, voltar a Rosemary, na Flórida, e enfrentar seus inimigos. Rush por sua vez, terá que lutar para consertar seus erros e se provar digno da confiança e do amor dela. Segundo volume da trilogia Sem Limites, que já vendeu mais de 5 milhões de exemplares no mundo, Tentação sem limites é tão viciante e tentador quanto uma paixão proibida. Fonte

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Resenha: Fazendo meu filme 2 – Fani na Terra da Rainha

Fazendo meu filme 2“Depois de conquistar milhares de leitores e leitoras, a nossa doce e querida Fani volta ainda mais divertida e encantadora. O segundo volume do livro Fazendo meu filme apresenta as aventuras de Estefânia Castelino Belluz na terra da rainha. Sim, na Inglaterra! Longe do grande amor, ela passa por momentos de alegria, dor, saudade, tristeza e, mais do que isso, pode conhecer melhor a si mesma. Sem deixar de lado suas amigas inseparáveis e sua família, ela consegue, no outro continente, viver momentos cheios de suspense, revelações, aventuras, descobertas e emoções fortíssimas! Feliz, triste, preocupada, ansiosa, temerosa, otimista, insegura, cheia de si, apaixonada, desiludida, seja como estiver, Fani mostra a cada página deste livro que não é mais aquela menina tão frágil que muitas vezes se escondia por trás de sua timidez.”

Atenção: Essa resenha contém spoilers do primeiro livro da série, Fazendo meu filme 1 – a estreia de Fani.

Vocês já devem ter lido a minha resenha muito animada do primeiro livro da série. Sim, eu amei a estreia da Fani e por isso fui correndo ler o segundo livro da série. Estava tão feliz que havia me esquecido da “Maldição do segundo livro”. Eu tenho sérios problemas com o segundo livro de uma série: é muito difícil eu realmente gostar dele (posso contar nos dedos quantas vezes isso aconteceu). Apesar da leitura ter sido muito divertida, eu senti que esse livro poderia ser melhor. Não foi nada que estragasse completamente a série – eu continuo adorando a escrita da Paula Pimenta. Mas nunca é bom ler um livro com muitas expectativas, e talvez esse tenha sido um dos problemas.

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TTT: Dez séries que eu não vou terminar de ler

O tema do Top Ten Tuesday dessa semana era um que com certeza eu não conseguiria fazer dez tópicos sobre ele. Por isso resolvi sem vergonha nenhuma mudar completamente o tópico para um que eu sempre quis! Então, hoje eu apresento o “Dez séries que eu não vou terminar de ler”. Eu sempre tento ler todos os livros de uma série, mesmo quando eu não gostei, porque vai que os outros livros me surpreendem e são bons? Mas existem alguns casos que…  Não, não dá. Para saber o final, só através de spoilers!

Lembrando que O Top Ten Tuesday é um meme realizado pelo blog The Broke and the Bookish.

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