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Especial A Torre Negra: O Pistoleiro #1

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“Longos dias e belas noites, sai.”

A Torre Negra é uma das séries mais queridas para mim, Karen, para o Felipe, e também para a Melissa, do Livros de Fantasia, parceiríssimo do Por Essas Páginas. Já há muito tempo eu tinha vontade de fazer um especial dessa série épica aqui no blog, mas fui deixando para depois, dando desculpas para mim mesma. Mas quando virou 2015, percebi que essa era uma meta que eu não poderia mais deixar para depois. Conversei com a Melissa (é claro que tinha que ser ela, essa menina pertence ao meu ka-tet há anos!) e, mesmo em meio à correria da vida (é, o ka é uma roda, amigos!), resolvemos começar essa aventura de resenhar os 8 livros da série (afinal, agora temos O Vento Pela Fechadura também) e ainda as HQs. E, como não poderia deixar de ser, vamos iniciar essa jornada pelo primeiro volume da série: O Pistoleiro.

Obs.: os comentários da Karen estarão em preto, enquanto os da Melissa em marrom. Já os do Felipe estão em vermelho.

“Este livro é o primeiro dos sete volumes da série A Torre Negra, obra mais ambiciosa do escritor Stephen King. O Pistoleiro apresenta ao leitor o fascinante personagem de Roland Deschain, último descendente do clã de Gilead, e derradeiro representante de uma linhagem de implacáveis pistoleiros desaparecida desde que o Mundo Médio onde viviam “seguiu adiante”.
Para evitar a completa destruição desse mundo já vazio e moribundo, Roland precisa alcançar a Torre Negra, eixo do qual depende todo o tempo e todo o espaço, e verdadeira obsessão para Roland, seu Cálice Sagrado, sua única razão de viver. O pistoleiro acredita que um misterioso personagem, a quem se refere como o homem de preto, conhece e pode revelar segredos capazes de ajudá-lo em sua busca pela Torre Negra, e por isso o persegue sem descanso. Pelo caminho, encontra pessoas que pertencem a seu ka-tet – ou seja, cujo destino está irremediavelmente ligado ao seu.
Entre eles estão Alice, uma mulher que Roland encontra na desolada cidade de Tull, e Jake Chambers, um menino que foi transportado para o mundo de Roland depois de morrer em circunstâncias trágicas na Nova York de 1977. Mas o pistoleiro não conseguirá chegar sozinho ao fim da jornada que lhe foi predestinada. Na verdade, sua aventura se estenderá para outros mundos muito além do Mundo Médio, levando-o a realidades que ele jamais sonhara existir.
Inteiramente revista pelo autor, esta primeira edição brasileira de O Pistoleiro traz também prefácio e introdução inéditos de King.” Fonte

O homem de preto fugia pelo deserto e o pistoleiro ia atrás.




Resenha: O Chá de Bebê de Becky Bloom

O_CHADEBEBE_DE_BECKY_BLOOMSinopse: A vida de nossa querida Becky Bloom vai muito bem, obrigada! Além de estar trabalhando numa loja como compradora pessoal, ela e Luke estão à procura de uma casa nova (um lugar bem espaçoso, com direito a um closet só para guardar os sapatos!) e…Becky está grávida!!! Nossa amiga gastadora não poderia estar mais feliz – sobretudo porque descobriu que fazer umas comprinhas é ótimo para enjôos matinais. E tudo tem de estar perfeito para o bebê – a decoração do quarto, o carrinho de última geração e a obstetra mais badalada da cidade. Mas surge um probleminha – a doutora famosa nada mais é que uma ex-namorada de Luke. Ao que parece, a gravidez de Becky não vai ser tão tranqüila… Fonte

 Essa resenha na verdade não contém spoilers. Mas tem alguns fatos que ocorrem nos livros anteriores que são tão óbvios que nem seriam mais caracterizados como spoilers.

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Resenha: Um Outono em River Falls

UM_OUTONO_EM_RIVER_FALLSSinopse: Um Outono em River Falls – Nesse início de outono, dois assassinatos cometidos um após o outro vêm perturbar a relativa tranquilidade de River Falls, que começava a se restabelecer da sórdida sequência de crimes de alguns meses antes.
O primeiro assassinato causa estardalhaço: Robert Gordon, um advogado brilhante, conhecido por sua filantropia, é encontrado eletrocutado na banheira de sua luxuosa mansão em Golden Hill, o bairro rico da cidade. Tudo indica que o assassino tentou disfarçar o crime em suicídio, mas de maneira descuidada.
No mesmo dia, o corpo de um mendigo, coberto de hematomas e encontrado no rio, chega ao necrotério, sem causar maior comoção. A priori, nenhuma ligação entre os dois casos.
O xerife Mike Logan, com a ajuda de sua companheira, a célebre profiler Jessica Hurley, terá de elucidar os assassinatos.
Tem início um inquietante mergulho nas regiões obscuras da alma humana que revelará segredos devastadores. Fonte

Esse livro é sequência de Sete Dias em River Falls, mas a resenha não contém spoilers do livro anterior. Leiam sem medo!

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Resenha: A Morte de Sarai

Esbarrei com A Morte de Sarai por aí, por acaso, nas minhas idas e vindas pela Amazon. Só depois que adquiri o e-book  percebi que ele era um mega lançamento da Suma de Letras, uma das suas grandes apostas para esse mês. A autora, J.A. Redmerski, é mesma de Entre Agora e o Nunca, que eu não li (a resenha aqui do blog, dupla, é da Lucy e da Lany) e, sinceramente, não tenho muita vontade de ler. Mas quando li a sinopse de A Morte de Sarai, ao contrário, percebi que precisava ler esse livro imediatamente. Sabe quando você sente uma urgência que não dá pra ignorar? Pois é. E  realmente li esse livro com uma urgência alucinante. A Morte de Sarai é daqueles livros incríveis e impossíveis de largar.

“Sarai era uma típica adolescente americana: tinha o sonho de terminar o ensino médio e conseguir uma bolsa em alguma universidade. Mas com apenas 14 anos foi levada pela mãe para viver no México, ao lado de Javier, um poderoso traficante de drogas e mulheres. Ele se apaixonou pela garota e, desde a morte da mãe dela, a mantém em cativeiro. Apesar de não sofrer maus-tratos, Sarai convive com meninas que não têm a mesma sorte.

Depois de nove anos trancada ali, no meio do deserto, ela praticamente esqueceu como é ter uma vida normal, mas nunca desistiu da ideia de escapar. Victor é um assassino de aluguel que, como Sarai, conviveu com morte e violência desde novo: foi treinado para matar a sangue frio. Quando ele chega à fortaleza para negociar um serviço, a jovem o vê como sua única oportunidade de fugir. Mas Victor é diferente dos outros homens que Sarai conheceu; parece inútil tentar ameaçá-lo ou seduzi-lo.

Em “A Morte de Sarai”, primeiro volume da série Na Companhia de Assassinos, quando as circunstâncias tomam um rumo inesperado, os dois são obrigados a questionar tudo em que pensavam acreditar. Dedicado a ajudar a garota a recuperar sua liberdade, Victor se descobre disposto a arriscar tudo para salvá-la. E Sarai não entende por que sua vontade de ser livre de repente dá lugar ao desejo de se prender àquele homem misterioso para sempre.” Fonte

Ninguém é inocente.




Resenha: A Irmã de Becky Bloom

A primeira vez que li esse livro, confesso que foi o que menos curti da série. Mas nas releituras, acabei sendo cativada também. Para quem não conhece a série, embora ela siga uma sequência, dá pra ler de boa (mas claro, terá spoilers dos livros anteriores e talvez isso influencie na leitura, mas não a compromete). Por falar nisso, essa resenha pode conter spoilers dos outros livros, mas nada que vá chocar a opinião da nação literária de chick-lit.

A_IRMA_DE_BECKY_BLOOMSinopse: Becky Bloom achou que casar com Luke Brandon seria uma caixinha da Tiffany cheia de felicidade. Mas, honestamente, a coisa não é um sonho como ela esperava. O problema começou na lua-de-mel, quando contou uma mentirinha minúscula a Luke, sobre uma comprinha de nada. Agora ela está com o orçamento contado, não tem emprego e, pior de tudo, sua querida amiga Suze tem uma nova “melhor amiga”. Becky está na maior deprê quando recebe uma notícia incrível: ela tem uma irmã, há muito tempo perdida, sumida, esquecida!
Becky nunca esteve tão em-pol-ga-da!!! Finalmente uma irmã de verdade! Elas podem fazer compras juntas… escolher sapatos juntas… fazer as unhas juntas… Até que ela tem o maior choque da vida. Não pode ser verdade! Não é possível que a irmã querida de Becky Bloom possa… odiar compras!!! Socorro!!! Fonte

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