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Resenha: O Falso Príncipe

Esse foi o primeiro livro que comprei no ano de 2013. Mas eu tenho uma mania muito chata de colocar na pilha de leituras por ter outras prioridades, então acabei adiando a leitura dele por tempo indeterminado. Como não queria deixar de adquirir logo a continuação que será lançada em breve, resolvi lê-lo.

Eu devia ter lido esse livro antes, isso sim.

O_FALSO_PRINCIPESinopse: Em uma terra muito distante, a guerra civil é iminente. Para unificar o reino, um nobre chamado Conner trama um plano ousado, procurando por um garoto que se passe pelo filho desaparecido do rei e assuma o trono. Quatro órfãos são forçados a competir pelo papel, entre eles o rebelde e esperto Sage. O garoto sabe que os motivos de Conner são mais do que questionáveis e que sua vida está por um fio – se ele não for escolhido como príncipe na farsa, será morto. Seus rivais tem suas próprias táticas para vencer, e Sage não pode confiar em ninguém. Depois que Sage se muda do orfanato miserável onde vivia para o suntuoso palácio de Conner, os planos de seu novo mestre vão ficando mais e mais claros, até que finalmente a terrível verdade é revelada, provando-se muito mais perigosa do que qualquer mentira na qual ele já acreditou.  Fonte

Minha escolha era bem clara: ou eu me transformava no príncipe, ou ele me mataria.




A Cuca Recomenda: O Castelo das Águias

Dessa vez a Cuca mergulhou em um mundo fantástico chamado Athelgard nesse livro da Ana Lúcia Merege, que saiu pela Editora Draco. Em O Castelo das Águias, primeiro livro de uma série, conhecemos um mundo com humanos, elfos, magia e águias guerreiras. Com uma narrativa leve e uma trama despretensiosa, Ana Lúcia Merege nos conduz por uma história deliciosa e com uma bela mensagem. ‘Bora lá saber se a Cuca recomenda?

“O Castelo das Águias, romance fantástico de Ana Lúcia Merege, é um lugar especial. Localizado nas Terras Férteis de Athelgard, região habitada por homens e elfos, abriga uma surpreendente Escola de Magia, onde os aprendizes devem se iniciar nas artes dos bardos e dos saltimbancos antes de qualquer encanto ou ritual. Apesar de sua juventude, Anna de Bryke aceita o desafio de se tornar a nova Mestra de Sagas do Castelo. Aprende os princípios da Magia da Forma e do Pensamento e tem a oportunidade de conhecer pessoas como o idealizador da Escola, Mestre Camdell; Urien, o professor de Música; Lara, uma maga frágil e enigmática, e o austero Kieran de Scyllix, o guardião das águias que mantêm um forte elo místico com os moradores do Castelo. Enquanto se habitua à nova vida e descobre em Kieran um poço de sentimentos confusos e turbulentos, uma exigência do Conselho de Guerra das Terras Férteis põe em risco a vida e a liberdade das águias Com o apoio de Kieran, Anna lutará para preservá-las,desvendando uma trama de conspiração e segredos que envolvem importantes magos do Castelo.” Fonte

Se você ama alguém, deixe-o livre.




Resenha: Garota Tempestade

Recebemos esse livro da Editora Valentina e pensei que o leria mais rapidamente. Na verdade, minha velocidade de leitura varia muito do momento e acho que isso também colaborou com a demora. Foi o primeiro Urban Fantasy que li e achei bastante divertido e, por que não dizer, bastante sapekenha!

Mas vamos deixar de lenga-lenga e ir ao que interessa:

GAROTA_TEMPESTADESinopse: Mesmo tendo passado a vida inteira na pequena e conservadora cidade de Rockabill, Jane True, 26 anos, sempre soube que não se encaixava numa sociedade pretensamente normal. Durante um de seus clandestinos nados noturnos no mar congelante, desafiando um perigosíssimo redemoinho, uma descoberta terrível leva Jane a revelações surpreendentes sobre sua herança genética: ela é apenas meio-humana. Agora, Jane precisa penetrar um mundo de mitos e lendas, povoado por criaturas sobrenaturais, aterrorizantes, belas e até mortais. Características que também descrevem perfeitamente Ryu, seu novo “amigo” — um vampiro poderoso, deslumbrante e hummm, aiii… muuuito SEXY. Nesse mundo, onde há um goblin advogado, um espírito de árvore maquiador, um súcubo dona de boutique, elfos diabólicos, homens inflamáveis, seres híbridos que se transformam em animais selvagens, nada é presumível. Que dirá um romance ao molho pardo. Mas atenção, nunca, nunca mesmo, esfregue a lâmpada do gênio. Entretanto, alguém está matando meio-humanos como Jane. A pergunta que não quer calar é: os assassinatos são fruto de uma mente doentia ou há um plano macabro para exterminá-los? Se você é fã de Sookie Stackhouse, meio-humanos, vampiros sedutores e criaturas sobrenaturais, então se prepare para mergulhar de cabeça nessa deliciosa série de urban fantasy. Fonte

Se iria ao encontro da morte, pelo menos iria em grande estilo. O que quer dizer que você deve ir de calcinha, pensei.




Resenha dupla: Um Gato de rua chamado Bob

Eu, Karen, e a Lucy somos doidas por gatos. Super doidas. (Mas a Lucy é mais doida que eu, juro!) (Eu sou mesmo @_@). Então ficamos num dilema quando a Novo Conceito anunciou o lançamento do livro Um Gato de rua chamado Bob. Quem vai ler? Lucy vai ler? Karen vai ler? Acabou que as duas leram. E então temos novamente uma resenha dupla cheia de amor pelo livro e por esses felinos lindos… e pelo Bob, claro. Comentários da Karen em verde, comentários da Lucy em azul.

Aproveitem a resenha! Esperamos que gostem! Ele é o prêmio do nosso Top Comentarista de setembro!

Sinopse: “Quando James Bowen encontrou um gato ferido, enrolado no corredor de seu alojamento, ele não tinha ideia do quanto sua vida estava prestes a mudar. Bowen vivia nas ruas de Londres, lutando contra a dependência química de heroína, e a última coisa de que ele precisava era de um animal de estimação. No entanto, ele ajudou aquele inteligente gato de rua, a quem batizou de Bob (porque tinha acabado de assistir a Twin Peaks).

Depois de cuidar do gatinho e trazer-lhe a saúde de volta, James Bowen mandou-o embora imaginando que nunca mais o veria. Mas Bob tinha outras ideias. Logo os dois tornaram-se inseparáveis, e suas aventuras divertidas — e, algumas vezes, perigosas — iriam transformar suas vidas e curar, lentamente, as cicatrizes que cada um dos dois trazia de seus passados conturbados.

Um Gato de Rua Chamado Bob é uma história comovente e edificante que toca o coração de quem a lê.” Fonte

Gatinho! >.<




Resenha: Não brinque com fogo

Não brinque com fogo foi o nosso primeiro livro de parceria com a Editora Arqueiro. Também foi minha primeira leitura de John Verdon e da sua série do detetive Dave Gurney. Apesar de ser o terceiro livro do autor – e da série – não senti incômodo algum por ler uma série já iniciada. Como a maioria dos livros policiais, a série é uma sequencia, mas um livro não é conectado intrinsecamente ao outro, de maneira que qualquer leitor pode iniciar a série não pelo primeiro, mas pelo segundo ou ainda pelo terceiro livro tranquilamente. Mas sim, fiquei com vontade de ler mais livros dessa série. Vamos lá descobrir mais sobre Não brinque com fogo?

“No ano 2000, um criminoso que ficou conhecido como Bom Pastor matou seis pessoas em estradas, dentro de seus carros em movimento. Na época, ele enviou um manifesto à polícia no qual deixava claras suas motivações: uma cruzada solitária contra a ganância. Após o sexto assassinato, no entanto, encerrou a matança e nunca foi descoberto. Dez anos depois, uma jovem estudante de jornalismo está fazendo um documentário sobre os familiares das vítimas quando coisas estranhas começam a acontecer em sua casa. Objetos são trocados de lugar, maçanetas são afrouxadas, luzes se apagam sozinhas. Assustada, ela contrata Dave Gurney como consultor. Depois de ler o material sobre o caso – incluindo o perfil psicológico do assassino elaborado pelo FBI –, o detetive coloca em dúvida toda a lógica da investigação. Ao confrontar os agentes responsáveis, porém, Dave percebe que está mexendo em um ninho de vespas, o que fica evidente quando até pessoas que o apoiaram no passado se voltam contra ele. Agora seu único aliado é o antigo parceiro Jack Hardwick, um policial grosseirão e debochado que não esconde seu desprezo pelas autoridades. Com sua ajuda, Dave tem acesso aos relatórios confidenciais do caso e começa a própria investigação. Mais uma vez, ele se colocará em risco enquanto tenta provar seu ponto de vista e capturar o criminoso. Além de reunir todas as qualidades da série Dave Gurney – personagens bem construídos e uma admirável engenhosidade narrativa –, “Não Brinque Com Fogo” vai além: é um lembrete do poder da fé em si mesmo num mundo onde isso é cada vez mais raro.” Fonte

Não acorde o diabo.

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