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Resenha especial: Harry Potter e a Ordem da Fênix

E mais uma vez temos a resenha de um desses livros mágicos que fizeram (e ainda fazem) a cabeça de crianças, adolescentes e adultos em todo mundo. Estou falando, é claro, da nossa série favorita aqui no Por Essas Páginas (e de muita gente!): Harry Potter. Após várias resenhas emocionantes do nosso especial – e já foram tantas que, assim como a J.K. Rowling desistiu de recapitular seus outros livros em A Ordem da Fênix, eu também vou me abster de recapitulá-las: apenas cliquem no link e leiam-nas! Hoje eu tenho a responsabilidade de falar do quinto volume da série, talvez um dos mais controversos, porém ainda assim muito querido e, certamente, um dos mais aguardados durante toda a nossa jornada ao lado de Harry. Vamos embarcar no Expresso de Hogwarts novamente?

“Diferente da maioria dos estudantes, Harry Potter jamais consegue se divertir nas férias de verão. Este ano, no entanto, tudo está muito pior do que de costume. Os Dursleys, naturalmente, estão tornando sua vida um calvário e, mesmo seus melhores amigos, Rony e Hermione, parecem ter esquecido dele. Harry não aguenta mais. Está começando a achar que precisa fazer alguma coisa – qualquer coisa – para mudar essa situação quando as férias chegam ao fim de maneira muito dramática.

O que o jovem bruxo está prestes a descobrir nesse seu quinto ano em Hogwarts vai virar seu mundo de cabeça para baixo…”

Agora, porque eu comecei a resenha dizendo que A Ordem da Fênix é um volume controverso, porém muito esperado? Vou começar pelo segundo item: apesar de saber que o último livro foi muito aguardado, o quinto volume da série foi o primeiro após um longo tempo de espera. Na realidade, foi o maior tempo de espera entre volumes da série (quase 3 anos), o que gerou uma série de teorias e discussões no fandom, isso sem contar as inúmeras fanfics que pipocaram nessa época, todas recriando o quinto ano de Harry em diante. Eu mesma fiz isso e li várias histórias na mesma linha, mas isso é papo para outro post. O que importa é que tudo isso demonstra o quanto A Ordem da Fênix foi um livro aguardado e todos nós sabemos o que acontece quando se espera demais por alguma coisa: criam-se altas expectativas. Para alguns, elas foram atingidas ou até mesmo superadas. Para outros, não. Devo dizer que ao menos as minhas expectativas foram atingidas superadas e, por tudo isso, Harry Potter e a Ordem da Fênix é um dos meus livros favoritos, apesar de eu sempre terminar de lê-lo/relê-lo com uma grande sensação de vazio na boca do estômago.

Está na hora de lhe dizer o que deveria ter-lhe dito há cinco anos, Harry. Sente-se, por favor. Vou lhe contar tudo.




Resenha: Incarceron

Acho incrível a minha capacidade de terminar de ler um livro e só conseguir resenhá-lo um mês depois. Que coisa! Ainda mais quando eu gosto do livro! Essa resenha é para o Desafio Realmente Desafiante 2013  – Item 10: Ler um livro entre 300 e 350 páginas. Na verdade, consta que esse livro tem 352 páginas, mas eu vi que a última página do último capítulo é a 349. Então, ele está valendo para essa categoria (e podem conferir que é verdade).

incarceron

Sinopse: Imagine uma prisão tão grande e tão vasta, a ponto de conter corredores e florestas, cidades e mares. Imagine um prisioneiro sem memória, que acredita firmemente ter nascido no Exterior, mesmo que a prisão esteja selada há séculos e que apenas um homem, em cuja história se misturam realidade e lenda, tenha dela conseguido escapar. Agora, imagine uma garota vivendo em um palácio do século XVII movido por computadores, onde o tempo parece ter sido esquecido. Filha do Guardião, está condenada a aceitar um casamento arranjado, cujos segredos a aprisionam em uma rede de conspirações e assassinatos, da qual ela deseja desesperadamente fugir. Um está dentro. A outra, fora. Entretanto, os dois estão aprisionados. Conseguirão enfim se encontrar? Parte fantasia, parte distopia, Incarceron reserva ao leitor a emocionante aventura de Finn e Claudia, dois jovens que desejam, a qualquer custo, destruir a barreira que os separa da liberdade.Fonte

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Resenha: O Guia do Mochileiro das Galáxias

mochileiro“Arthur Dent tem sua casa e seu planeta (sim, a Terra) destruídos em um mesmo dia, e parte pela galáxia com seu amigo Ford, que acaba de revelar que na verdade nasceu em um pequeno planeta perto de Betelgeuse.
Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, este livro vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado. Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect. A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T. que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagens interplanetário. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da “alta cultura” e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar.” Fonte

Não entre em pânico. E não crie expectativas altas demais.

Há muito tempo eu queria ler esse livro. Muito mesmo. É um ícone da cultura nerd e era algo que eu sentia que estava faltando na minha lista de leituras. Como assim, logo eu, profissional de informática, nerd desde o dedinho do pé até a raiz dos cabelos e leitora compulsiva que sou ainda não tinha lido O Guia do Mochileiro das Galáxias?

Pois é, aí eu fui ler cheia de expectativa. Achando que seria a oitava maravilha do universo. Meu conselho (se é que conselho é algo bom de se dar) é: não se encham de expectativa. A gente só se decepciona…

Por favor, fãs ou quem esteja lendo essa resenha: NÃO ENTREM EM PÂNICO (e principalmente não me odeiem)!

O guia recomenda que não entrem em pânico lendo essa resenha.




Resenha: A Passagem

“Primeiro, o imprevisível: a quebra de segurança em uma instalação secreta do governo norte-americano põe à solta um grupo de condenados à morte usados em um experimento militar. Infectados com um vírus modificado em laboratório que lhes dá incrível força, extraordinária capacidade de regeneração e hipersensibilidade à luz, tiveram os últimos traços de humanidade substituídos por um comportamento animalesco e uma insaciável sede de sangue. Depois, o inimaginável: ao escurecer, o caos e a carnificina se instalam, e o nascer do dia seguinte revela um país – talvez um planeta – que nunca mais será o mesmo. A cada noite, a população humana se reduz e cresce o número de pessoas contaminadas pelo vírus assustador. Tudo o que resta aos poucos sobreviventes é uma longa luta em uma paisagem marcada pelo medo da escuridão, da morte e de algo ainda pior. Enquanto a humanidade se torna presa do predador criado por ela mesma, o agente Brad Wolgast, do FBI, tenta proteger Amy, uma órfã de 6 anos e a única criança usada no malfadado experimento que deu início ao apocalipse. Mas, para Amy, esse é apenas o começo de uma longa jornada – através de décadas e milhares de quilômetros – até o lugar e o tempo em que deverá pôr fim ao que jamais deveria ter começado. A passagem é um suspense implacável, uma alegoria da luta humana diante de uma catástrofe sem precedentes. Da destruição da sociedade que conhecemos aos esforços de reconstruí-la na nova ordem que se instaura, do confronto entre o bem e o mal ao questionamento interno de cada personagem, pessoas comuns são levadas a feitos extraordinários, enfrentando seus maiores medos em um mundo que recende a morte.” Fonte

O primeiro ponto positivo que preciso falar sobre esse livro é muito simples: ele é sobre vampiros. Vampiros de verdade. OK, eles tem algumas alterações da lenda original e eles geram um apocalipse (o que é muito legal!), mas eles definitivamente não são frescos e bonitinhos, pelo contrário, são bárbaros, famintos e destroem tudo o que encontram pela frente.

Vampiros de verdade!!!




Resenha: Tinta Perigosa

Olá! Olha só! Eu disse na resenha de Terrível Encanto que talvez não seguisse a série. Mas encontrei esse livro na Bienal (não necessariamente numa promoção) e pensei… Ah, por que não? Vamos ver até onde vai.

E olha, tive uma grata surpresa. Mas acho que sei o motivo, o que me faz temer que provavelmente eu não goste muito do próximo livro da série. rsrs Esse livro contém SPOILERS do primeiro livro, nada que comprometa a leitura, na minha opinião.

Sinopse: Uma batalha pelo poder está se desenrolando num mundo de sombras e perigos do qual a jovem Leslie, de 17 anos, não tem sequer conhecimento. Mas ao escolher a fascinante imagem de olhos envoltos por asas negras para tatuar em sua pele, a garota se vê envolvida nesta guerra entre seres encantados tão sedutores quanto egoístas e perversos. ‘Tinta perigosa’ é o segundo volume da série ‘Wicked Lovely’, um conto de fadas contemporâneo de magia, paixão, tentação e medo. (Fonte)

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