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Resenha: O Livro de Moriarty

Para quem me conhece, sabe que sou super fã de Sherlock Holmes. Confesso que quando a Cia das Letras, com seu selo Peguin, divulgou o lançamento de O Livro de Moriarty, eu dei pulinhos de felicidade. Mas eu não fazia ideia exatamente do que se tratava, ainda mais por já ter lido quase todos os contos do cânone sherlockiano, então solicitei o livro.

Deixa eu explicar melhor para vocês a seguir:

O Livro de Moriarty“O Napoleão do crime. É assim que Arthur Conan Doyle define o professor James Moriarty, arquirrival de Sherlock Holmes e um dos grandes vilões da literatura universal. Não há crime em Londres, do mais banal dos roubos ao mais terrível dos assassinatos, que não tenha sua mão. Na obra de Doyle, Moriarty aparece como uma sombra: raramente o protagonista de uma história, sempre atrás das cortinas, em breves menções e alusões. Este volume reúne todas as histórias de Sherlock Holmes em que o professor dá as caras. São cinco contos e um romance que mostram a construção deste que acabaria se tornando um modelo de vilão e o personagem mais emblemático de Doyle depois do seu rival Sherlock Holmes e de James Watson.” Fonte

Essa resenha citará alguns acontecimentos de contos sherlockianos que podem ser considerados SPOILERS para quem for mais sensível. Sugiro pular a parte em que falo dos contos detalhadamente.

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Queridinho do mês: Sherlock Holmes

Terminando o ano com chave de ouro e apresentando o Queridinho do mês antes tarde do que nunca (risos), não poderia falar de outro personagem que não fosse Sherlock Holmes.

Desde criança eu me interesso pelas histórias do famoso detetive. Criado por Sir Arthur Conan Doyle, ganhou vida na Beeton’s Christmas Annual, no romance Um estudo em vermelho (A study in scarlet) em 1887. Holmes foi inspirado em Edgar Alan Poe e  Monsieur Dupin e também no Dr. Joseph Bell, que tinha tanto as características físicas de Holmes (“tinha muito mais de um metro e oitenta de altura, e era tão excessivamente magro que parecia muito mais alto. Seus olhos eram agudos e penetrantes (…), e o nariz fino de águia dava a todo seu semblante um ar de vivacidade e decisão. O queixo tinha o formato proeminente e quadrado, que marca o homem de determinação.” – Um estudo em vermelho) quanto o poder de dedução.

Elementar, meu caro Watson




Meu autor de cabeceira: Sir Arthur Conan Doyle

É muito comum que uma pessoa amante de leitura tenha um “livro de cabeceira”, aquela obra favorita que nunca sai de perto e que sempre gostamos de folhear de vez em quando, para nos distrair ou meramente para matar as saudades da nossa história favorita.

Bem, por trás das histórias existem os autores. Ao nos apegarmos a uma história, consequentemente saímos à procura de alguma outra história relacionada à primeira. Se não encontramos, ou não existe, vamos procurar outras obras do mesmo autor, ou procurar saber um pouco mais sobre sua vida.

Todos os problemas se tornam infantis depois de explicados.

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