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Resultado: Sorteio Metade Sombria

E chegou ao fim o nosso sorteio desse livrão lindo! Agradecemos à nossa parceira Editora Suma por ceder um exemplar de A Metade Sombria, do Stephen King, para nossos leitores! Quem será que ganhou essa lindeza?

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Sorteio A Metade Sombria

E nós dissemos que teríamos mais um sorteio, não foi? Pois bem, ele chegou!

Que tal ganhar um exemplar LINDO de A Metade Sombria, a obra mais recente do mestre Stephen King lançada na coleção maravilhosa Biblioteca Stephen King, da Editora Suma? Em parceria com a editora, estamos trazendo um sorteio delicinha de um exemplar (em capa dura DIVO) desse livro incrível (leia aqui a resenha)!

Leia as regras e participe!

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Resenha: A Metade Sombria

Ficha técnica:

Título: A Metade Sombria

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 464

Editora: Suma

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Sinopse:

“Criar George Stark foi fácil. Se livrar dele, nem tanto.
Há anos, Thad Beaumont vem escrevendo, sob o pseudônimo George Stark, thrillers violentos que pagam as contas da família, mas não são considerados “livros sérios” pelo escritor. Quando um jornalista ameaça expor o segredo, Thad decide abrir o jogo primeiro, e dá um fim público ao pseudônimo.
Beaumont volta a escrever sob o próprio nome, e seu alter ego ameaçador está definitivamente enterrado. Tudo vai bem. Até que uma série de assassinatos tem início, e todas as pistas apontam para Thad. Ele gostaria de poder dizer que é inocente, que não participou dos atos monstruosos acontecendo ao seu redor. Mas a verdade é que George Stark não ficou feliz de ser dispensado tão facilmente, e está de volta para perseguir os responsáveis por sua morte.”

Mais um relançamento de um clássico do mestre Stephen King na coleção capa dura da Biblioteca Stephen King da Suma. Essa coleção é tão linda e caprichada que dá vontade de abraçar os livros, e essa foi minha edição preferida: a capa roxa, os pássaros voando nas páginas, enfim, todo o projeto gráfico ficou incrível. E, além disso, o original ganhou nova tradução da competentíssima Regiane Winarski.

Mas e a história? Vale a pena?

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Resenha: Celular

Ficha técnica:

Nome: Celular

Autor: Stephen King

Tradutora: Fabiano Morais

Páginas: 384

Editora: Suma

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Sinopse:

Onde você estava no dia 1.º de outubro? O protagonista Clay Riddell estava em Boston, quando o inferno surgiu diante de seus olhos. Bastou um toque de celular para que tudo se transformasse em carnificina. Stephen King – que já nos assustou com gatos, cachorros, palhaços, vampiros, lobisomens, alienígenas e fantasmas, entre outros personagens malévolos – elegeu os zumbis como responsáveis pelo caos desta vez.

Depois de anos de tentativas frustradas, o artista gráfico Clay Riddell finalmente consegue vender um de seus livros de histórias em quadrinhos. Para comemorar, decide tomar um sorvete. Mas, antes de poder saboreá-lo, as pessoas ao seu redor, que por acaso falavam ao celular naquele momento, enlouquecem.

Fora de si, começam a atacar e matar quem passa pela frente. Carros e caminhões colidem e avançam pelas calçadas em alta velocidade, destruindo tudo. Aviões batem nos prédios. Ouvem-se tiros e explosões vindos de todas as partes.

Neste cenário de horror, Clay usa seu pesado portfolio para defender um homem prestes a ser abatido, Tom McCourt, e eles se tornam amigos. Juntos, eles resgatam Alice Maxwell, uma menina de 15 anos que sobreviveu a um ataque da própria mãe.

Os três sortudos – entre outros poucos que estavam sem celular naquele dia – tentam se proteger ao mesmo tempo em que buscam desesperadamente o filho de Clay. Assim, em ritmo alucinante, se desenrola esta história. O desafio é sobreviver num mundo virado às avessas. Será possível?

Celular era um livro do Stephen King que sempre tive curiosidade de ler, mesmo após ter visto o filme (que, na minha humilde opinião, é do tipo “não perca seu tempo”). Apesar disso, ainda via o livro com bons olhos, pois me parecia ser uma história de zumbis que subvertia os clichês do gênero, com toda a ideia dos celulares etc. Isso acontece? Sim. A ideia é bem legal e King consegue ir além, inserindo aspectos sobrenaturais que tornam a coisa toda bem diferente. Mas tem um “mas”, não é?

Sim, tem um “mas”.
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Resenha: Outsider

Ficha técnica:

Nome: Outsider

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 528

Editora: Suma

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Sinopse:

O corpo de um menino de onze anos é encontrado abandonado no parque de Flint City, brutalmente assassinado. Testemunhas e impressões digitais apontam o criminoso como uma das figuras mais conhecidas da cidade — Terry Maitland, treinador da Liga Infantil de beisebol, professor de inglês, casado e pai de duas filhas.

O detetive Ralph Anderson não hesita em ordenar uma prisão rápida e bastante pública, fazendo com que em pouco tempo toda a cidade saiba que o Treinador T é o principal suspeito do crime. Maitland tem um álibi, mas Anderson e o promotor público logo têm amostras de DNA para corroborar a acusação. O caso parece resolvido.

Mas conforme a investigação se desenrola, a história se transforma em uma montanha-russa, cheia de tensão e suspense. Terry Maitland parece ser uma boa pessoa, mas será que isso não passa de uma máscara? A aterrorizante resposta é o que faz desta uma das histórias mais perturbadoras de Stephen King.

Fiquei muito curiosa quando vi o lançamento de Outsider. Ele é mais uma das obras policiais de Stephen King, a exemplo da Trilogia Bill Hodges (resenhas aqui, aqui e aqui) – e, aliás, com grandes referências a esses livros (o que não é nenhum spoiler, afinal a própria Editora Suma faz propaganda disso, e devo dizer que animei mais quando soube!). Porém, aqui temos um novo detetive, Ralph Anderson, e um crime impossível: um assassino brutal que aparentemente estava em dois lugares ao mesmo tempo.

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