Arquivo para a categoria ‘ Suspense ’


Resenha: Terror a Bordo

Ficha técnica:

Nome: Terror a Bordo

Autor: Vários / Editado por Stephen King e Bev Vincent

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 288

Editora: Suma

Avaliação da Drika:

Avaliação da Karen:

Compre: Amazon

Apertem os cintos para esta antologia de contos turbulentos, com curadoria do mestre do terror e autor best-seller mundial, Stephen King, e do colunista da famosa revista de terror Cemetery Dance, Bev Vincent.

Stephen King odeia voar.
E agora, junto com seu coeditor Bev Vincent, ele está pronto para compartilhar esse medo com você.
Bem-vindos a Terror a bordo, uma antologia sobre tudo que pode dar terrivelmente errado quando se está a 20 mil pés de altura, cortando os céus a 800 km/h, preso em uma caixa de metal com centenas de desconhecidos.
Aqui você vai encontrar todas as maneiras como sua agradável viagem pelos ares pode se transformar em um pesadelo, incluindo algumas formas que você nunca imaginou… mas que vai imaginar da próxima vez em que estiver atravessando a ponte de embarque e entregando sua vida nas mãos de um estranho.
Incluindo histórias inéditas de Joe Hill e Stephen King, além de catorze contos clássicos e um poema de mestres como Richard Matheson, Ray Bradbury, Roald Dahl, Dan Simmons e muitos outros, Terror a bordo é, nas palavras de Stephen King, “perfeito para ler em aviões, principalmente durante aterrizagens turbulentas”.

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Resenha: Malorie

Ficha técnica:

Nome: Malorie

Autor: Josh Malerman

Tradutor: Alexandre Raposo

Páginas: 288

Editora: Intrínseca

Doze anos se passaram desde que Malorie e os filhos atravessaram o rio com vendas no rosto, mas tapar os olhos ainda é uma regra que não podem deixar de seguir. Eles sabem que apenas um vislumbre das criaturas pode levar pessoas comuns a uma violência indescritível.

Ainda não há explicação. Nenhuma solução.

Tudo o que Malorie pode fazer é sobreviver… e transmitir aos filhos sua determinação. Não se descuidem, diz a eles. Fiquem vendados. E NÃO ABRAM OS OLHOS.

Quando eles tomam conhecimento de uma notícia que parecia impossível, Malorie se permite ter esperança pela primeira vez desde o início do surto. Há sobreviventes. Pessoas que ela considerava mortas, mas que talvez estejam vivas.

Junto dessa informação, porém, ela acaba descobrindo coisas aterrorizantes: em lugares não tão distantes, alguns afirmam ter capturado as criaturas e feito experimentos. Invenções monstruosas e ideias extremamente perigosas. Além disso, circulam rumores de que as próprias criaturas se transformaram em algo ainda mais assustador.

Malorie agora precisa fazer uma escolha angustiante: viver de acordo com as regras de sobrevivência que funcionaram tão bem até então, ou se aventurar na escuridão e buscar a esperança mais uma vez. (Fonte)

Esta resenha pode conter SPOILERS de Caixa de Pássaros.

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Resenha Dupla: As Outras Pessoas

Ficha técnica:

Nome: As Outras Pessoas

Autor: C. J. Tudor

Tradutor: Giu Alonso

Páginas: 304

Editora: Intrínseca

Avaliação da Drika:

Avaliação da Lucy:

Uma menina pálida em um quarto branco. Mãe e filha em fuga, numa corrida desenfreada e sem destino. Uma garçonete de beira de estrada aprisionada na monotonia dos seus dias. E um pai que perde esposa e filha de maneira brutal e sem explicação. As histórias que se entrelaçam em “As outras pessoas” são peças de mais um quebra-cabeça sombrio e cheio de mistérios criado pela escritora C. J. Tudor.

Gabe é o pai desesperado que, consumido por uma esperança doentia, conduz a trama do livro enquanto guia seu carro pelas estradas em busca da filha. Ela, assim como a mãe, foi dada como morta num crime não solucionado. Mas ele tem certeza de que não foi bem assim. Apesar de todas as provas que o contrariam, o homem que fez da angústia sua melhor amiga jura ter visto a filha viva em um carro desconhecido, parado à sua frente num engarrafamento logo antes de voltar para casa na noite em que perdeu sua família. Três anos depois, Gabe não tem rumo. Continua dirigindo obsessivamente pelas rodovias, tentando encontrar um caminho que o leve à solução do mistério.

Mas é longe da estrada, nos cantos mais obscuros e doentios da internet, que ele acaba encontrando as pistas que tanto procura. Quem navega pela deep web sabe dos riscos, mas ele não se importa. Quem não tem nada na vida não tem nada a perder.
Assim como uma encruzilhada depois da curva, as várias histórias dessa trama se sobrepõem quando menos se espera e de forma surpreendente. Porque mesmo uma garçonete desencantada e entediada pode guardar informações que ninguém imagina. As figuras mais isoladas e enigmáticas podem um dia se converter em grandes aliados. Os personagens à margem da sua vida podem ser mais relevantes do que parecem. E os limites que separam o bem e o mal podem ser apenas pontos de vista diferentes.

Enquanto isso, uma nota de piano soa no quarto branco de uma menina pálida…

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Resenha: 1793

Como estão vocês queridos leitores e leitoras? Engrenaram na leitura? No meu post anterior eu falei pra vocês que estava com dificuldades para engrenar. E a grande questão do home office são as coisas da home e do office pra fazer (hehe). Você está lá trabalhando, passa na cozinha para tomar um copo d’água e percebe que tem que dar uma varridinha, mas aí aproveita pra passar um pano também. Vai lá, trabalha mais um pouco e resolve aproveitar o sol e lavar umas roupinhas. E assim o dia segue, e acabo só tendo tempo pra ler à noite, como de costume mesmo! Alguém mais de identifica?

Mas com  esse livro aí foi fácil querer ler sem parar. Aí entre um pouco do trabalho e uma varridinha, sempre cabe um capítulo, né! 😉    

Ficha técnica:

Nome: 1793

Autor: Niklas Natt och Dag

Tradutora: Fernanda Abreu (a partir da edição inglesa)

Páginas: 432

Editora: Intrínseca

Em seu romance de estreia, o sueco Niklas Natt och Dag cria um retrato vívido da sombria Estocolmo do final do século XVIII. Estamos no outono de 1793. Logo pela manhã, ainda de ressaca, o sentinela Mickel Cardell é alertado sobre um corpo que foi encontrado flutuando nas águas fétidas do lago da Ucharia. Os esforços para identificar o cadáver totalmente mutilado são confiados ao incorruptível advogado Cecil Winge, que pede a ajuda de Cardell para resolver o caso. O tempo, no entanto, é curto: a saúde de Winge é frágil, a situação política do país, instável e, pelas esquinas, proliferam paranoia, violência e conspirações.
Winge e Cardell mergulham nas sarjetas de um mundo brutal de ladrões, mercenários e aristocratas corrompidos. De um filho de fazendeiro percorrendo um caminho traiçoeiro ao procurar fortuna na capital a uma jovem órfã enviada para uma casa de correção por um pároco impiedoso, a complexa investigação passará pelas muitas camadas de uma sociedade corrupta. Ricos e pobres, bons e maus, vivos e mortos: o cadáver retirado do lago pode comprometer e fundir todos esses mundos.

Ousado e brilhante, 1793 é um noir histórico eletrizante que, a cada página, torna-se ainda mais perturbador.

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Resenha: Enterre seus mortos

Ficha técnica:

Título: Enterre seus mortos

Autor: Ana Paula Maia

Páginas: 136

Editora: Companhia das Letras

Compre aqui

Sinopse: “Edgar Wilson é “um homem simples que executa tarefas”. Trabalha no órgão responsável por recolher animais mortos em estradas e levá-los para um depósito onde são triturados num grande moedor. Seu colega de profissão, Tomás, é um ex-padre excomungado pela Igreja Católica que distribui extrema unção aos moribundos vítimas de acidentes fatais que cruzam seu caminho. A rotina de Edgar Wilson, absurda em sua pacatez, é alterada quando ele se depara com o corpo de uma mulher enforcada dentro da mata. Quando descobre que a polícia não possui recursos para recolhê-lo – o rabecão está quebrado –, o funcionário é incapaz de deixá-lo à mercê dos abutres e decide rebocar o cadáver clandestinamente até o depósito, onde o guarda num velho freezer, à espera de um policial que, quando chega, não pode resolver a situação. Nos próximos dias, o improvisado esquife receberá ainda outro achado de Wilson, o lacônico herói deste desolador romance kafkiano: desta vez o corpo de um homem. Habituados a conviver com a brutalidade, Edgar e Tomás não se abalam diante da morte, mas conhecem a fronteira, pela qual transitam diariamente, entre o bem e o mal, o homem e o animal. Enquanto Tomás se empenha em salvar a alma, Edgar se preocupa com a carcaça daqueles que cruzam seu caminho. Por isso, os dois decidem dar um fim digno àqueles infelizes cadáveres. Em sua tentativa de devolvê-los ao curso da normalidade, palavra fugidia no universo que Ana Paula Maia constrói magistralmente, os dois removedores de animais mortos conhecerão o insalubre destino de seus semelhantes. Com uma linguagem seca, que mimetiza as estradas pelas quais o romance se desenrola, a autora faz brotar questões existenciais de difícil resolução. O resultado é uma inusitada mescla de romance filosófico e faroeste que revela o poderoso projeto literário de Maia.”

Antes de pegar esse livro, já tinha ouvido bastante sobre sua autora, a Ana Paula Maia, lá pelas bandas do Twitter. Ouvido coisas muito boas, vale frisar, e pude confirmar que era tudo verdade lendo Enterre seus mortosseu lançamento mais recente pela nossa parceira, a Companhia das Letras.

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