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Resenha: Mr Mercedes

King é King, certo? Existem alguns escritores que são tiros certeiros, e o mestre do terror é um deles. Desde o começo do ano não tive nenhuma leitura que me despertasse aquele “Oh!”, aquele sentimento de uma leitura excelente e surpreendente; houve livros muito bons, mas nenhum brilhante. Bem, foi aí que a Suma lançou Mr Mercedes, que eu já estava esperando por aqui desde o lançamento nos EUA, e ofereceu para leitura na nossa parceria. E eis que chegou o livro brilhante, excelente e surpreendente nas minhas leituras do ano!

Mr. Mercedes“Nas frigidas madrugadas, em uma angustiante cidade do Centro-Oeste, centenas de pessoas desempregadas estão na fila para uma vaga numa feira de empregos. Sem qualquer aviso um motorista solitário irrompe no meio da multidão em um Mercedes roubado, atropelando os inocentes, dando ré e voltando a atropelá-los. Oito pessoas são mortas, quinze feridos.
Em outra parte da cidade, meses mais tarde, um policial aposentado chamado Bill Hodges é ainda assombrado por um crime sem solução. Quando ele recebe uma carta enlouquecida de alguém que se auto-identifica como privilegiado e ameaça um ataque ainda mais diabólico, Hodges acorda de sua deprimente e vaga aposentadoria, empenhado em evitar outra tragédia.
Brady Hartfield vive com sua mãe alcoólatra na casa onde ele nasceu. Ele adorou a sensação de morte sob as rodas da Mercedes, e ele quer aquela corrida de novo. Apenas Bill Hodges, com um par de aliados altamente improváveis, pode prender o assassino antes que ele ataque novamente. E eles não têm tempo a perder, porque na próxima missão de Brady, se for bem sucedido, vai matar ou mutilar milhares.
Mr. Mercedes é uma guerra entre o bem e o mau, do mestre do suspense, cuja visão sobre a mente deste obcecado assassino insano é arrepiante e inesquecível.” Fonte

É disto que se trata a história, afinal: cicatrizes.




Resenha: Miniaturista

MINIATURISTAEm 1686, a jovem Nella Oortman se casa com Johannes Brandt, um bem-sucedido mercador de Amsterdã, e se muda do interior da Holanda para a cidade grande. Nella acredita que o casamento com um homem rico e poderoso irá lhe proporcionar uma vida repleta de glamour e felicidade, no entanto, não é o que ela encontra quando chega à nova casa: por causa das viagens a trabalho, Johannes não é dos maridos mais atenciosos e Marin, sua irmã, se encarrega de controlar cada aspecto do lar e da família Brandt, revelando-se extremamente opressiva e dominadora.

Para agradar a nova esposa, Johannes a presenteia com uma miniatura da casa em que moram e, logo, Nella encontra um miniaturista para confeccionar algumas peças. No entanto, tudo começa a mudar quando o miniaturista passa a enviar obras que nunca foram pedidas, mas que não apenas refletem a realidade, como parecem anunciar futuras tragédias.

Encantador, belo e repleto de mistérios, Miniaturista é uma magnífica história de amor e obsessão, traição e vingança, aparência e verdade. Fonte

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Resenha: A Garota no Trem

Li esse livro no final do ano passado, mas demorei um tempão para sentar aqui e resenhar. Geralmente resenho os livros logo após lê-los, com aquele sentimento de euforia após uma boa leitura ou a raiva por um leitura péssima. Por que fiquei tanto tempo pensando no que dizer sobre A Garota no Trem? Acho que porque eu esperava demais dele e, no final, ele não foi ruim, tampouco excepcional como eu esperava.

A-Garota-No-Trem-Paula-Hawkins-Editora-Record-MLNETUm thriller psicológico que vai mudar para sempre a maneira como você observa a vida das pessoas ao seu redor
Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas.
Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos.
Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas, A garota no trem é um thriller digno de Hitchcock a ser compulsivamente devorado.” Fonte

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Resenha: A Febre

A Febre foi minha primeira leitura de 2016. Eu o escolhi porque a sinopse prometia: garotas adolescentes começam a cair como moscas em uma escola. Qual seria a causa desses ataques? Teria a ver com o efeito colateral de uma vacina contra HPV ou algo muito mais sombrio? É impossível não ficar curioso. Coloquei outras opções de leitura de lado e comecei a ler. O veredito? Não é um livro ruim, mas também não é tão bom quanto eu pensava. Fica ali, no terreno incerto do “mais ou menos”.

afebre“Na Escola Secundária de Dryden, Deenie, Lise e Gabby formam um trio inseparável. Filha do professor de química e irmã de um popular jogador de hóquei da escola, Deenie irradia a vulnerabilidade de uma típica adolescente de 16 anos. Quando Lise sofre uma inexplicável e violenta convulsão no meio de uma aula, ninguém sabe como reagir.
Os boatos começam a se espalhar na mesma velocidade que outras meninas passam a ter desmaios, convulsões e tiques nervosos, deixando os médicos intrigados e os pais apavorados. Os ataques seriam efeito colateral de uma vacina contra HPV? Teriam a ver com o lago contaminado? Ou seria o início de algo muito pior?
Envoltos em teorias e especulações, o pânico rapidamente se alastra pela escola e pela cidade, ameaçando a frágil sensação de segurança daquelas pessoas, que não conseguem compreender a causa da doença terrível e misteriosa.” Fonte

Crescer parecia uma série de ‘depois’ atordoantes.




Resenha: Revival

Ler um novo livro de Stephen King é como reencontrar um velho amigo. Vocês sabem como são os amigos: às vezes a gente fica longe, às vezes a gente se desentende, outras vezes não desgruda, passa horas e horas junto sem cansar, nem sempre a gente concorda, mas sempre se respeita e, seja lá como for, alguns amigos – os melhores – são para sempre. E King é um desses amigos.

revival“Em uma cidadezinha na Nova Inglaterra, mais de meio século atrás, uma sombra recai sobre um menino que brinca com seus soldadinhos de plástico no quintal. Jamie Morton olha para o alto e vê a figura impressionante do novo pastor. O reverendo Charles Jacobs, junto com a bela esposa e o filho, chegam para reacender a fé local. Homens e meninos, mulheres e garotas, todos ficam encantados pela família perfeita e os sermões contagiantes.
Jamie e o reverendo passam a compartilhar um elo ainda mais forte, baseado em uma obsessão secreta. Até que uma desgraça atinge Jacobs e o faz ser banido da cidade.
Décadas depois, Jamie carrega seus próprios demônios. Integrante de uma banda que vive na estrada, ele leva uma vida nômade no mais puro estilo sexo, drogas e rock and roll, fugindo da própria tragédia familiar. Agora, com trinta e poucos anos, viciado em heroína, perdido, desesperado, Jamie reencontra o antigo pastor. O elo que os unia se transforma em um pacto que assustaria até o diabo, com sérias consequências para os dois, e Jamie percebe que “reviver” pode adquirir vários significados.” Fonte

A curiosidade é uma coisa terrível, mas humana. Humana demais.